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A abertura oficial do IV Congresso Internacional de História ocorreu ontem (9), às 20 horas, no Teatro Marista, reunindo centenas de acadêmicos e profissionais da área de Ciências Humanas. Na a cerimônia de abertura estiveram presentes o vice-reitor da UEM, Mario de Azevedo, o coordenador do Curso de História, Lupércio Antônio Pereira, o diretor do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Lúcio Tadeu Mota, o coordenador do Programa de Pós Graduação em História, Ângelo Priori, e o professor Gilberto Pavanelli, representando a Prefeitura de Maringá. Para a conferência de abertura foi convidado o professor Nelson Papavero, da Universidade de São Paulo, que falou sobre as teorias evolutivas de Wallace e Darwin.  

O Congresso, que é realizado a cada dois anos, reúne alguns dos mais renomados pesquisadores da área, com conferências internacionais, minicursos, apresentações de trabalho (comunicações orais e painéis) e mesas-redondas. E o objetivo é integrar historiadores, professores, alunos de pós-graduação e de graduação dos mais diversos países, promovendo atividades e debates sobre o atual estado da arte da produção historiográfica.  As atividades do Congresso encerram-se amanhã (11).  

 Segundo o professor Ângelo Priori, um dos coordenadores do Congresso, os números superaram todas as expectativas. Foram aprovados pelo Comitê Científico Internacional 655 trabalhos científicos que serão apresentados no decorrer do evento. Aproximadamente 1.100 acadêmicos e profissionais, de 22 Estados do Brasil, e de mais 12 países, se inscreveram para participar. “O evento foi um sucesso antes mesmo de começar as atividades acadêmicas e as apresentações. Significou a superação de tudo que já havíamos feito aqui na UEM, tanto em números de trabalho apresentados quanto pela quantidade de inscritos”, enfatiza Priori.  

 Para o vice-reitor Mário de Azevedo, um congresso internacional com tamanha magnitude significa a integração de acadêmicos e professores da UEM com pesquisadores e cientistas de diversos lugares do mundo, possibilitando a troca de experiências, de conhecimento e informação. “Esta é uma das grandes frentes da UEM nos últimos anos. Procuramos sempre estar integrado com todos na comunidade acadêmica e na comunidade externa, seja no ensino, na pesquisa, na extensão e na cultura. A integração de uma universidade está em todos os espaços que pode e deve atuar positivamente”, esclarece.  

 Durante o evento serão discutidos temas como: Historiografia, História política no Brasil e na América Latina; Mundo do Trabalho; Imigrações; Movimentos Sociais; História Militar; Intelectuais e a política no século XX; Políticas Públicas; História e Cultura afro-brasileira; História das Idéias Religiosas; Artes; Patrimônio; Literatura; História no Brasil Imperial; História do Tempo Presente; Sociedade; Economia; República; Democracia.  

 A grande novidade desde Congresso, aponta Priori, é a inclusão do DOI (Digital Object Identifier) nos trabalhos científicos apresentados. Todos os trabalhos vão receber um número digital, que pode ser incluído no Currículo Lattes. “Isso vai possibilitar ao estudante e profissional divulgar internacionalmente as suas pesquisas, além de ter acesso a um vasto acervo de informações científicas relacionadas à sua área”, explica o professor. É a primeira vez no Brasil que o DOI é incluído em trabalhos apresentados em um evento de História.

 Informações: 44 3261-4895  

 

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