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Pesquisadores, professores e acadêmicos, incluindo indígenas, se reúnem para debater questões ligadas à Educação Superior Indígena no encontro que será realizado sob este tema nos dias 15 e 16 deste mês na UEM (Universidade Estadual de Maringá). 

O evento, que está na sua segunda edição, é organizado pela Comissão Universidade para os Índios (Cuia), que reúne representantes de todas as instituições públicas de ensino superior do Paraná, incluindo a universidade federal.

Pela legislação do Estado o acesso de estudantes indígenas às universidades públicas está garantido através da reserva de vagas e realização de vestibular específico. No caso da UEM são reservadas, anualmente, seis vagas de graduação para indígenas. A opção de curso fica a critério do candidato.

Segundo a professora Rosangela Célia Faustino, membro da Cuia e da comissão organizadora do Encontro, atualmente a UEM conta com 22 estudantes indígenas. Ela diz que o Encontro pretende ser um espaço de avaliação, discussão e proposições acerca do ingresso e permanência desses e de todos os indígenas no ensino superior.

As atividades, nos dois dias de evento, serão realizadas no Anfiteatro Ney Marques, com início às 8 horas, na terça-feira (15), com a mesa-redonda Estudantes Indígenas. A mediadora será a professora Ana Elisa de Castro Freitas, da UFPR.

Para consultar a programação completa do evento acesse: www.eesip.com.br. Informações pelo fone 3261-4670.

O 2º Encontro de Educação Superior Indígena no Paraná tem apoio da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e do Laboratório de Arqueologia, Etnologia e Etno-História, da UEM.