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Os números foram divulgados originalmente em março. Neste mês o Inep publicou nova classificação. Entres as universidades brasileiras, a UEM permanece como a sexta, sendo a segunda no Paraná

Na reclassificação dos Indicadores de Qualidade da Educação Superior 2015 divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no início deste mês, a Universidade Estadual de Maringá manteve os mesmos índices apresentados em março deste ano. No cenário das 36 universidades estaduais brasileiras, a UEM é a sexta. E no Paraná é a segunda. A Universidade Estadual de Londrina se manteve na primeira colocação no estado. 

Segundo a diretora de graduação da UEM, Solange Yaegashi, a reclassificação geralmente ocorre quando uma instituição pede revisão. Ela acredita que isso deva ter ocorrido, o que explica a reclassificação publicada pelo MEC, através do Inep. “Para a UEM não houve mudança. Todos os dados se mantiveram”, reforça a diretora.

Ainda de acordo com Solange Yaegashi, considerando todos os indicadores usados na composição do Índice Geral de Cursos (IGC), a nota final da UEM é 4, dentro uma escala que vai de 1 a 5. Importante destacar que para esse cálculo são usados três Indicadores de Qualidade da Educação Superior: Conceito Enade; Conceito Preliminar de Curso (CPC) e Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC).

E como há uma relação direta com o Ciclo Avaliativo do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, os indicadores abrangem as áreas de avaliação vinculadas a um dos três ciclos do Enade. Em 2015, foram avaliados os bacharelados nas áreas de Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e áreas afins e os Eixos Tecnológicos em Gestão e Negócios, Apoio Escolar, Hospitalidade e Lazer, Produção Cultural e Design. Dentro dessas áreas, a UEM teve 51 cursos avaliados na composição do IGC de 2015.

Tradicionalmente, os indicadores de qualidade da Educação Superior são divulgados, em novembro do ano seguinte à aplicação do Enade. Os dados de 2015, entretanto, sofreram um atraso e só chegaram à público em março deste ano. Os números relativos a 2016 devem seguir o cronograma habitual.