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Sessão solene desta sexta-feira (9), terá a formatura de um indígena guarani, do curso de Pedagogia

Com a solenidade desta sexta-feira à noite, mediante a entrega de certificados de conclusão de curso a mais 712 formandos, de 24 cursos de graduação, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) encerrará as sessões solenes de colação de grau da turma de 2017, dos cursos presenciais.

Ontem (8), na cerimônia ocorrida no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro (mesmo local da solenidade de hoje), 744 novos profissionais colaram grau,  de 16 cursos de graduação.

Ao fazer um resumo da trajetória dos formandos na instituição, o orador geral, Renan de Melo Monteiro, do curso de Administração, lembrou que todos cresceram como futuros profissionais e amadureceram pessoalmente. "Hoje, é o início de um novo ciclo", disse. E arrancou aplausos quando enfatizou que, apesar das dificuldades, "a UEM não vai embora".

Monteiro ainda citou a fala de um texto "Um presente pra você", do pensador Mahatma Gandhi, que diz "a consciência de aprender tudo que nos foi ensinado pelo tempo afora, lembraria dos erros que foram cometidos para que não mais se repetissem".

O vice-reitor, Julio Damasceno, assegurou que a colação de grau era o principal momento que marca a história da instituição. Segundo ele, a Universidade Estadual de Maringá forma profissionais de excelência e que fazem a diferença na sociedade. Damasceno também se referiu à fala do orador, afirmando que a UEM não vai embora.

O reitor Mauro Baesso disse aos formandos que eles tiveram uma conquista, alcançada  por mérito. Ele citou que a educação, a ciência e a inovação tecnológica são as características que transfomaram ao menos 37 países, nos últimos 200 anos, em grandes nações.

Por fim, Baesso frisou que todo o conhecimento adquirido deve ser utilizado em benefício da sociedade. Conclamou aos formandos que jamais utilizem os conhecimentos para além dos limites da ética. O reitor disse que é preciso defender o patrimônio da UEM, construído há décadas.

A professora Linnyer Beatriz Ruiz Aylon, do Departamento de Informática da UEM, foi a paraninfa geral, e deu o tom de seu discurso a favor da integridade. Expressão que ela mesma explicou que representa o que não é parcial. "Ser íntegro é não ser relativo", afirmou. Ainda de acordo com a paraninfa, "a integridade é o valor que damos a nós mesmos, é o preceito de hoje (8)".

Linnyer pediu aos fomandos que escrevessem "uma bela história, desde a introdução". Conforme ela, o conhecimento sem a integridade é perigoso.

Quase no final da cerimônia, 13 graduandos receberam a láurea acadêmica, conferida aqueles que concluem o curso com, pelo menos, dois terços de todas as disciplinas com nota nove ou mais.

Bastante prestigiada, com a participação musical do grupo Areia, da UEM, a solenidade reuniu também representantes dos colegiados superiores da UEM, incluindo os diretores do Conselho de Administração, além do prefeito Ulisses Maia (PDT), do vereador Jean Marques (representando a presidência da Câmara Municipal), representantes dos deputados Luiz Nishimori e Doutor Batista, do Ministério Público, Justiça, 9ª Subdivisão Policial, Batalhão da Polícia Militar, OAB, Unicesumar, do Sindicato dos Docentes da UEM (Sesduem) e do Sindicato dos Contabilistas (Sincontábil).

A colação de grau desta sexta-feira terá como paraninfa geral a professora Isabel Cristina Rodrigues, do Departamento de História da UEM. Um dos destaques será a formatura do indígena guarani Ronaldo Alves da Silva (Pedagogia). O cacique Sebastião Mário Alves, da terra indígena Pinhãozinho, é esperado para a cerimônia.

A próxima sessão solene de colação de grau será no dia 22 de março, quando serão entregues certificados de conclusão de curso a 235 formandos dos cursos de Educação a Distância da Universidade Estadual de Maringá. 

 

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