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Equipe apresentou fluxograma de atendimento à vítimas elaborado pelo Hospital

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), Odete Correia Antunes de Oliveira, foi uma das palestrantes do evento que marcou o Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio. Gestores, profissionais da educação, saúde, assistentes sociais e membros da comunidade se reuniram, na manhã desta sexta-feira (18), no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura para reforçar a campanha nacional Faça Bonito, Instituída há 18 anos, pela lei federal 9.970/00, que dá visibilidade às intervenções de apoio e combate à violência à crianças e adolescentes.

A realização foi da Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc), da Secretaria da Educação (Seduc) e da Secretaria de Saúde. A doutora Odete Oliveira apresentou o fluxograma de atendimento às vítimas de abuso sexual, que é oferecido no HUM, para os 30 municípios da 15ª Regional de Saúde.

“Esse protocolo de atendimento foi construído sob a coordenação do Núcleo de Vigilância Epidemiológica [NVE] do HUM em parceria com o laboratório de análises clínicas, a farmácia, o serviço social e a coordenação do Pronto Atendimento, todos aqui do hospital, além de alunos e professores da residência multiprofissional”, explicou a enfermeira Mariluci Camargo Labegalini, que atua na equipe do NVE junto com a também enfermeira Hellen Carla Rickly. Ambas (na foto, abaixo) são representantes do HUM na Comissão de Enfrentamento às Violências Contra Crianças e Adolescentes do Município de Maringá.

mariluce e hellen

Além da doutora Odete, o Promotor Ricardo Malek Fredegoto, da 3ª Promotoria de Justiça, e o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Maringá, Ailton José Morelli, também falaram sobre a garantia legal de proteção às crianças e adolescentes e o fortalecimento do combate as violências contra esses grupos.

Números – De acordo com dados da Sasc, em 2017, de 100% dos acompanhamentos feitos pelo serviço (457 no total), 15% tiveram como motivador o abuso sexual contra crianças e adolescentes, e 1% a exploração sexual. No ano anterior (2016), do total de 466, 28% faziam referência ao abuso sexual contra a mesma faixa etária, enquanto a exploração atingia 2%.