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A proposta inclui praça de convivência e alimentação

Alunos e professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da UEM (Universidade Estadual de Maringá) estiveram na Reitoria, nesta sexta-feira (5), para apresentação da proposta de uma praça de convivência e alimentação no câmpus sede. O projeto tem como objetivo criar um lugar para a comunidade acadêmica interagir, se expressar e conviver.

O reitor da UEM, Mauro Baesso, destacou a iniciativa que, segundo ele, evidencia o envolvimento dos alunos com o ambiente acadêmico e a busca por melhorias no câmpus. “Valorizo a iniciativa, pois é importante envolver os alunos nos projetos executados na Universidade”, afirmou.

Os professores do DAU, Eduardo Verri Lopes e Marieli Azoia Lukiantchuki, coordenaram o projeto que foi desenvolvido por integrantes do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo – EMAU, um projeto de extensão que surgiu por iniciativa dos alunos do curso.

O vice-reitor, Julio Damasceno, que irá assumir a reitoria em outubro, participou da reunião, assim como o prefeito do câmpus Universitário, Carlos Augusto de Melo Tamanini. A administração demonstrou interesse em executar o projeto. Entre as próximas ações está o levantamento orçamentário da obra.

O projeto

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O projeto será implantado no terreno onde hoje está o Bloco 104, transformando o desnível existente a leste em uma arquibancada e se aproveitando da área plana para a instalação dos serviços de cantinas e banheiros.

A arquibancada possui um desenho sinuoso que conforma patamares de diferentes dimensões, o que permite não apenas seu uso como plateia para apresentações artísticas e manifestações, mas também possibilita distintas escalas de reunião e permanência nos diferentes níveis.

Os quiosques das cantinas são posicionados para conformar um vazio central para a área de convívio. As construções são conectadas por uma cobertura que ocupa a área de maior insolação, criando sombra para as mesas e bancos, ao mesmo tempo em que permite a instalação de placas fotovoltaicas para a geração de energia.

“O ato de ocupar vai além da presença no espaço físico para cumprir as tarefas rotineiras, sejam acadêmicas ou profissionais; é também estar conectado com o ambiente, usufruindo e, consequentemente, sentindo-se parte dele”, afirma Eduardo.

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