uem-na-midia
    12-08-2024
    O estudante de doutorado em Educação da UEM (Universidade Estadual de Maringá) Vinicius Hidalgo Pedroni, vai defender no próximo dia 16 de agosto, a tese “Ensino de Libras nas Universidades Públicas: uma análise da formação inicial de professores em letras”.



    Pedroni é surdo e foi orientado pela professora Elsa Midori Shimazaki, doPPE (Programa de Pós-Graduação em Educação) da UEM, com a corientação da professora a Dinéia Ghizzo Neto Fellini, da Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana).Neste estudo, o estudante buscou analisar as percepções de acadêmicos ouvintes em relação à formação que recebem na disciplina voltada ao ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras), além das contribuições da disciplina para a atuação posterior como docente no ensino regular. Para efetivar a pesquisa, depois de estudar a teoria histórico-cultural (escopo teórico da pesquisa), a educação da pessoa surda ao longo da história e fazer uma revisão das pesquisas realizadas, ele entrevistou alunos do curso de licenciatura em Letras de três universidades públicas no Brasil. O resultado mostra que, apesar de ser um avanço, o reconhecimento da Libras como língua por meio do Decreto 5.626, de 2005, e a deliberação, no mesmo decreto, para que o ensino de Libras fosse oferecido obrigatoriamente em todos os cursos de licenciatura e no curso de fonoaudiologia, por ter uma carga horária pequena (60h) ainda não contribui como o esperado para a apropriação da cultura surda e da língua de sinais.



    Neste estudo, também foi constatada a carência quanto às oportunidades de vivência e contato com a cultura surda e língua de sinais, fato que impulsionaria a capacidade dos futuros professores de se comunicarem adequadamente com os surdos e compreenderem suas necessidades específicas.



    Dados do Censo da Educação Básica 2023, realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), apontam a existência, nas universidades brasileiras, de 4.842 matrículas de estudantes surdos e de 1.397 ingressos.



    Uma outra pesquisa indica que o Brasil tem 269 mestres, 97 doutores e 13 pós-doutores surdos. O crescente número se deve a garantia da regulamentação da Lei de Libras em todos os órgãos públicos, que possibilita acesso contínuo na formação dos surdos.



    Pedroni tem acompanhamento do Propae (Programa Multidisciplinar de Pesquisa e Apoio à Pessoa com Deficiência e Necessidades Educativas Especiais), da UEM. O Propae presta acompanhamento especializado direto e indiretamente a 140 estudantes, englobando alunos de cursos de graduação e de pós-graduação stricto-sensu (mestrado e doutorado).



    Em 2023, recebeu um novo espaço, passando a contar com cinco salas destinadas ao atendimento de estudantes com deficiência. São cinco servidores, nove intérpretes de libras/guia-intérprete, 30 monitores, 10 bolsistas, além de quatro professores.



    Os profissionais têm oportunizado aos alunos o acesso a recursos desenvolvidos e/ou adaptados, como impressões em braile e fonte ampliada; textos digitalizados em formato acessível a alunos com baixa visão; acompanhamento de acadêmicos atendidos na realização de avaliações ou atividades de estudos; e remoção de barreiras físicas e atitudinais, promovendo assim, a ampliação do acesso e permanência. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS



    O ensino da Libras (Língua Brasileira de Sinais) pode ser dividido na categoria para as pessoas surdas e na categoria para as pessoas ouvintes. Muitas pessoas surdas nunca aprenderam Libras formalmente porque elas normalmente são as primeiras da família com surdez, o que faz com que ninguém do seu entorno tenha contato com o idioma.



    O ensino focado nas pessoas da própria comunidade surda costuma ser direcionado para crianças sem o domínio da língua de sinais. Por isso, as escolas devem se preocupar em criar ambientes propícios para o aprendizado da Libras e somente depois para o ensino do português.



    Ensinar Libras para pessoas ouvintes é um outro processo, mas também muito importante. O foco do ensino da língua de sinais é promover uma melhor comunicação e acesso à informação para as pessoas da comunidade surda.



    Legalmente reconhecida, a Língua Brasileira de Sinais é uma língua espaço-visual, com uma estrutura linguística e gramatical própria, diferente do português. Ela é uma das principais formas de comunicação das pessoas surdas no Brasil. A finalidade dela é promover a comunicação e o acesso à informação das pessoas surdas, para que possam estar integradas à sociedade.

    Também é um fator muito importante para a construção da cultura e identidade da comunidade surda brasileira. É por meio dela que muitas vezes as pessoas surdas garantem suas interações culturais e sociais.

    uem-na-midia
    01-08-2024
    Um acordo de cooperação internacional entre a UEM (Universidade Estadual de Maringá) e o IPB (Instituto Politécnico de Bragança), de Portugal, deve ser firmado. O acordo prevê o intercâmbio de estudantes para o estudo e o recebimento de diplomas das duas instituições de ensino.



    Os detalhes sobre a parceria, que será a primeira na modalidade de dupla diplomação da UEM com uma instituição de ensino superior internacional, foram discutidos nesta semana pela vice-reitora da UEM, Gisele Mendes, e representantes da IPB.

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    Segundo o professor do DAL (Departamento de Engenharia de Alimentos) e coordenador do curso, Antonio Roberto Giriboni Monteiro, o acordo prevê que estudantes da instituição façam três anos e seis meses de graduação na UEM, seguidos por um ano em Bragança e retornando à Maringá para os últimos seis meses de estudo. Ao concluírem os cinco anos, os universitários receberão um diploma de graduação da UEM e um diploma de Mestrado do IPB, que é válido para todos os países da União Europeia (UE).

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    Monteiro salienta que está sendo viabilizada a implantação de outra modalidade, por meio da qual estudantes de Mestrado da Universidade Estadual de Maringá também poderão obter diplomas das duas instituições, desde que cursem um ano e seis meses no país de origem e seis meses em Portugal.

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    “Esta é uma aliança frutífera, que traz um benefício importante para a carreira acadêmica de nossos estudantes, pois já sairão da UEM com um currículo adicional significativo, que é um diploma de mestrado internacional aceito por 27 países europeus”, comentou a vice-reitora.



    De acordo com o diretor do ECI (Escritório de Cooperação Internacional) da UEM, Marcio Pascoal Cassandre, o acordo coroa os esforços contínuos para a internacionalização da universidade. “Com isso, os alunos terão a chance de se envolver em estudos lá fora, agregando o componente internacional às carreiras, enquanto a UEM poderá receber estudantes portugueses, ampliando a troca de conhecimentos”, enfatizou.



    A professora Lilian Barros acrescentou que, atualmente, cerca de 40% dos alunos do Instituto Politécnico de Bragança são estrangeiros e que os estudantes brasileiros se destacam pelo alto nível de notas. Além disso, alguns acabam seguindo a carreira acadêmica com o curso de doutorado, podendo se candidatar a bolsas de estudo no valor de 1.200 euros por mês. Segundo um levantamento feito pela professora, o IPB e a UEM já possuem 37 publicações científicas produzidas em conjunto, demonstrando uma parceria de longa data.



    Inicialmente, o acordo será válido para o curso de Engenharia de Alimentos, mas na sequência deve ser viabilizado para outros centros de ensino, como é o Centro de Ciências Agrárias, com os cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia. Ambas as universidades avaliam áreas de interesse comum e planejam a oferta integrada de disciplinas de pós-graduação.


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    Sobre o IPB


    O Instituto Politécnico de Bragança foi criado há 41 anos, na cidade de Bragança, no Norte de Portugal. A instituição de ensino superior é constituída por cinco escolas, quatro em Bragança, nas áreas de ciências agrárias, educação, saúde e tecnologia e gestão, e uma em Mirandela, nos setores de comunicação, administração e turismo.

    uem-na-midia
    31-07-2024
    O curso de nível avançado de Empreendedorismo para Negócios, ministrado na UEM (Universidade Estadual de Maringá), está com inscrições abertas para quatro módulos, que serão ministrados em agosto, a partir do dia 7.



    De maneira gratuita, o curso disponibiliza 120 vagas, sendo 30 vagas para cada módulo. Os temas de formação são: estratégias de negócios, de marketing, de inovações e financeiras. As incrições podem ser feitas pelo site.

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    De acordo com a coordenação do curso, vinculada ao Departamento de Economia, as inscrições seguem até o término das vagas e as pessoas interessadas podem se inscrever em um ou mais módulos. Ao final de cada curso, os participantes receberão o certificado de conclusão.

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    As aulas de todos os módulos serão ministradas pelos professores de forma presencial no Bloco B12 (Contabilidade), no câmpus sede da UEM, das 19h15 às 22h30. Já as mentorias com os professores são opcionais e devem ser agendadas pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..



    Conheça os módulos do curso de Empreendedorismo:



    Módulo de Formação Estratégias de Negócios

    Datas: dias 7 e 8 de agosto

    Professora: Carlândia Brito S. Fernandes

    Objetivo: Possibilitar o entendimento dos desafios de mercado para abrir e manter um negócio, tendo como foco a elaboração de um modelo de negócio.



    Módulo de Formação Estratégias de Marketing

    Datas: dias 13 e 14 de agosto

    Professor: Vitor Koki da Costa Nogami

    Objetivo: Este módulo aborda o conceito de posicionamento de mercado como elemento central da formulação e implementação das estratégias em marketing, bem como sintetiza o modelo SAP (Segmentação, Público-alvo e Posicionamento).



    Módulo de Formação Estratégias de Inovação

    Datas: dias 20 e 21 de agosto

    Professora: Gislaine Camila Lapasini Leal

    Objetivo: Introduzir ferramentas que podem ser utilizadas para promover a inovação em micro e pequenas empresas.



    Módulo de Formação Estratégias Financeiras

    Datas: 27 e 29 de agosto

    Professora: Marguit Neumann

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    Objetivo: Proporcionar aos participantes conhecimentos, conceituais e práticos, sobre custos e sua aplicação na gestão financeira diária das PMEs; calcular e interpretar o ponto de equilíbrio para tomar decisões financeiras; calcular e aplicar a margem de contribuição para otimizar mix de produtos/serviços, decisões de preços e volumes de vendas e utilizar exercícios práticos para aplicar os conceitos aprendidos em situações reais.

    uem-na-midia
    29-07-2024
    O Departamento de Educação Física da UEM (Universidade Estadual de Maringá) reunirá, nesta segunda (29) e quarta-feira (31), às 19h30, no Bloco M05, os voluntários inscritos para participar do estudo “Exercício físico em indivíduos vivendo com esclerose múltipla: aspectos psicofisiológicos”.



    O projeto é a tese de doutorado do Programa de Pós-Graduação Associado UEM-UEL em Educação Física, que investiga se o exercício físico pode ocasionar melhorias nos aspectos imunológicos, psicológicos e funcionais em indivíduos que estão vivendo com a doença.

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    A professora orientadora do projeto, Luciane Cristina Arantes, explica que as pessoas com esclerose múltipla que ainda não se inscreveram podem participar de uma das reuniões para conhecer o projeto e se inscrever.

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    “Quem ainda não tomou a decisão poderá vir em um dos dias para conhecer como será a dinâmica do estudo, a rotina dos exercícios físicos. Nestes dias vamos detalhar a pesquisa e tirar todas as dúvidas.” Mais informações pelo 44 9934-9527.

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    Pré-requisitos



    Os pré-requisitos para se tornar voluntário da pesquisa são: ter idade igual ou superior a 18 anos, ter comprovação de esclerose múltipla por laudo médico, estar em tratamento medicamentoso e concordar a fazer exercícios físicos de musculação duas vezes por semana no Bloco M05, do câmpus sede da UEM.



    O estudo é realizado pelo doutorando Cleverson José Bezerra Guedes e conta com a coorientação da professora Fernanda de Souza Teixeira e o apoio do mestrando Éliton Miranda da Silva, além dos membros do Grupo de Estudos de Psicologia do Esporte e Desempenho Humano (GEPEDH).

    (Com informações da UEM)

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    19-07-2024
    A UEM (Universidade Estadual de Maringá), por meio da PRH (Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários), abriu concurso público para preencher 82 vagas de professores para o quadro de servidores da instituição. As remunerações para as vagas variam de R$ 3.982,70 a R$ 16.565,27, dependendo da classe (assistente ou adjunto) e do regime de carga horária (integral com dedicação exclusiva ou parcial). As inscrições começam no dia 16 de agosto e prosseguem até 13 de setembro.



    As oportunidades de cargo efetivo abrangem 77 áreas de conhecimento de todos os centros de ensino da instituição. O CCA (Centro de Ciências Agrárias) está ofertando 13 vagas; o de CCB (Ciências Biológicas), quatro; os de CCE (Ciências Exatas) e de CCH (Humanas, Letras e Artes), nove vagas; o da CCS (Saúde), 21; o de CSA (Sociais Aplicadas), duas; e o de CTC (Tecnologia), 24.

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    O pró-reitor da PRH, José Maria de Oliveira Marques, destaca a importância da abertura do edital para a comunidade universitária e relembra que, pelo segundo ano consecutivo, a UEM lança um concurso público para contratar mais professores efetivos.

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    “Em 2023 foi aberto um concurso para contratar 152 professores efetivos. Este ano, estamos abrindo mais 82 vagas. Antes de 2023, a contratação de docentes efetivos era uma reivindicação de sete anos, pois o último concurso público havia sido realizado em 2016, com poucos nomeados”, disse. “Entendemos que a contratação de professores efetivos é essencial para manter a qualidade do ensino já consolidada da UEM, que é uma das melhores universidades públicas do Brasil, além de trazer maior segurança aos novos contratados”.

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    A seleção será feita em quatro etapas. Além da prova escrita, os inscritos vão passar por prova didática, prova prática e/ou projeto de atividades acadêmicas (optativas) e avaliação de títulos e currículo. O concurso terá validade de dois anos, contados a partir da data de homologação. Esse prazo poderá ser prorrogado por igual período.



    De acordo com o edital, serão reservadas 13 vagas para PcD (pessoas com deficiência), sendo cinco referentes à reserva de 5% do total das vagas ofertadas neste edital e oito à compensação da mesma reserva nos concursos públicos para docente lançados em 2023, que não foram providas no sorteio realizado em abril de 2024. Aos candidatos afrodescendentes (pretos ou pardos) serão reservadas 22 vagas, sendo oito relacionadas à reserva de 10% do total de vagas neste edital e 14 vagas de reserva também não providas em abril de 2024.



    O número de vagas reservadas para PcD e para afrodescendentes será distribuído entre as áreas de conhecimento especificadas no edital, por meio de sorteio no dia 30 de julho, às 9h, presencialmente no Nead (Núcleo de Educação a Distância) e transmitido ao vivo na página do Núcleo no YouTube.



    O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 483,56, deve ser efetuado até 16 de setembro de 2024 em qualquer agência do Banco do Brasil ou pagamento via pix. De acordo com o edital, embora o pagamento da taxa de inscrição possa ser feito até três dias após o término das inscrições, o boleto bancário, gerado no momento da inscrição, fica disponível para download ou impressão apenas até o último dia de inscrição (13).

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    A homologação das inscrições da primeira etapa será divulgada por meio de edital no dia 20 de setembro e as provas devem ser realizadas até o dia 30 de novembro, prazo que pode ser prorrogado por 30 dias, caso haja necessidade. Cada departamento irá estabelecer a data, o horário e o local da prova escrita, por meio de edital a ser publicado com antecedência mínima de 15 dias corridos antes da data. O resultado final do concurso será publicado no dia 13 de dezembro.

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