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    11-12-2023
    Atualmente, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) desenvolve uma série de projetos voltados para a comunidade. Além dos já populares atendimentos gratuitos prestados no Hospital Universitário (HU) e na Clínica Odontológica da instituição, estão em andamento outras atividades mais específicas, como o Censo da População de rua, desenvolvido pelo Observatório das Metrópoles e os estudos para a recuperação do lago do Parque do Ingá, que contam com a participação do departamento de Engenharia, para citar os exemplos mais recentes.

    E essa sinergia entre Universidade e cidade estão no DNA da UEM, é o que afirma o reitor da Universidade Estadual de Maringá, Leandro Vanalli, entrevistado desta segunda-feira (11) na Série de Entrevistas “O futuro de Maringá”.

    “A UEM em toda sua história sempre esteve ligada ao desenvolvimento de Maringá, trazendo estudantes que, após a conclusão de seus cursos superiores acabam se fixando aqui, seus mais de 70 cursos de graduação que a UEM sempre ajudaram na fixação de profissionais de várias expertises. Além disso, a universidade tem seus projetos institucionais, de pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento, inclusive na área da Saúde. A UEM se destaca em nossa região no sentido de dar a esse arranjo produtivo um suporte técnico e de pesquisa”, afirmou.

    Logo, ouvir uma instituição que atua de forma tão direta com o município é fundamental para que Maringá continue se desenvolvendo. Na avaliação de Vanalli, a cidade terá uma série de desafios nos próximos anos e em setores diversos, assim como as grandes cidades.

    “Maringá é uma cidade que se destaca a nível de Estado e País pelo terceiro setor, atividades econômicas, comércio, setor de ensino e, para mim, tem desafios estruturais no sentido de melhorar a infraestrutura urbana, precisamos cuidar da logística do trânsito, dos acessos da cidade, então os caminhos até Maringá precisam ser melhorados. Uma outra questão importantíssima é a Saúde, que sempre é um desafio em qualquer lugar. Nada na Saúde é 100% pronto, sempre há desafios”, avaliou o reitor.

    Leandro Vanalli destaca a relação próxima que a universidade sempre teve com o poder público. Para ele, é uma relação em que as duas partes ganham. “A UEM sempre estará à disposição do poder público, não só municipal, mas também estadual e federal. Temos, através dos nossos projetos e profissionais, prestados vários tipos de serviços. É evidente que nós também precisamos do apoio do poder público para seguir nos desenvolvendo. O ato de abrir um novo curso, para citar um exemplo, implica em toda uma rede de articulações, a partir de tratativas internas e externas, para mostrar como essa relação tem sido próspera, visto que a UEM não para de crescer e se desenvolver”, declarou.

    Na visão do reitor da UEM, o próximo chefe do Executivo maringaense, independente de quem seja, precisa ter essas questões em mente. Para ele, além de um executor, o futuro prefeito precisa ser, também um propositor de projetos.

    “Todo prefeito é, por si só, um líder, o que naturalmente demanda dinamismo, uma capacidade de diálogo institucional, então é preciso habilidade para fazer política. Cabe ao gestor ser executor de projetos, mas não só isso, é preciso também um gestor proponente de projetos. Nós citamos vários exemplos de demandas, mas cabe ao prefeito também outros desafios, como o aspecto social, nós temos muitas famílias em situação de vulnerabilidade, precisamos da atração de novas empresas para geração de emprego e renda, então cabe ao futuro prefeito ser o grande ‘maestro’ para conduzir todos esses eixos”, finalizou.

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    13-12-2023
    A unidade móvel do Hemocentro Regional de Maringá, serviço de hemoterapia do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), vai realizar a última coleta externa de sangue deste ano na cidade de Marialva, na próxima quinta-feira (14) a partir das 8h na Casa da Amizade, sede do Rotary Club.

    A previsão é que sejam atendidos 90 doadores, além de realizar o cadastro para aqueles que querem doar medula óssea. Atualmente o Hemocentro realiza até duas coletas externas por mês. Essa modalidade é importante, pois possibilita que moradores de outras cidades possam fazer a doação, contribuindo para fidelização e manutenção dos estoques de sangue.

    As coletas são organizadas a partir das solicitações de prefeituras e secretarias municipais de saúde, associações de doadores, sindicatos, entidades não governamentais e empresas privadas que são corresponsáveis pela organização e sucesso das campanhas. Para solicitar uma coleta externa é necessário realizar o contato e articulação com a equipe de Captação do Hemocentro por meio do telefone 3011-9151.

    Em 2022 o Hemocentro realizou 17 coletas externas de sangue e esteve em 13 municípios da região atendendo aproximadamente 1400 doadores, coletando mais de 1300 bolsas de sangue. Para doar é necessário ter entre 16 e 69 anos (menores de idade devem estar acompanhados dos pais), ter mais de 50 kg, apresentar documento de identificação, além de estar em boas condições de saúde, bem descansado e alimentado.

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    19-12-2023
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) promoveu no sábado (16) uma ação de limpeza das áreas verdes do câmpus sede, com o objetivo de eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras doenças. Cerca de 15 voluntários da comunidade interna participaram do mutirão, que recolheu dois containers de lixo, principalmente de materiais plásticos e metálicos que acumulam água.

    A prefeita do câmpus sede, Doralice Aparecida Favaro Soares, destacou a importância da iniciativa para a saúde e a conscientização da comunidade. “Não encontramos larvas do mosquito, mas precisamos manter o câmpus limpo e evitar que ele se torne um foco de proliferação”, disse.

    A ação foi realizada pela Prefeitura do Campus Universitário (PCU) e o Comitê Gestor Ambiental (CGA), com o apoio do Projeto de Revitalização da UEM, que visa contribuir para a redução dos casos de dengue em Maringá, a segunda cidade com mais diagnósticos confirmados no Paraná, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

    A professora Adriana Pinto, vice-presidente da Associação dos Docentes da UEM (Aduem) e coordenadora do Projeto de Revitalização, ressaltou o empenho dos voluntários e a necessidade de prevenção contínua. “Cada um deve fazer a sua parte para combater a dengue, que é um problema grave de saúde pública”, afirmou.

    O professor Rodrigo Camilo, do Departamento de Meio Ambiente e presidente do CGA, também enfatizou a relevância da ação para a gestão adequada dos resíduos e o exemplo que a UEM deve dar à comunidade. “A dengue é um passivo ambiental que exige medidas preventivas constantes, e a UEM tem que ser referência nesse sentido”, disse.

    A PCU e o CGA reforçam a importância da conscientização e da participação de toda a comunidade acadêmica na prevenção da dengue, eliminando recipientes que possam acumular água parada. A ação de limpeza do câmpus sede é mais uma iniciativa que reforça o compromisso da universidade com a saúde e o bem-estar de seus estudantes, professores e funcionários. A prevenção da dengue é uma responsabilidade de todos, e a participação ativa da comunidade acadêmica é essencial para garantir um ambiente seguro e saudável no câmpus. As ações devem ser retomadas no próximo ano, após o recesso do ano letivo.

    Essa reescrita reduz o tamanho da notícia original, eliminando algumas informações repetitivas ou desnecessárias, e organiza o texto em parágrafos mais curtos e claros. O título também é mais conciso e atrativo, destacando o tema principal da notícia, que é o mutirão de limpeza contra a dengue.

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    13-12-2021
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) figura na 10ª posição entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil em 2021, na área de extensão. A informação consta na quarta edição do Ranking de Universidades Empreendedoras (RUE), publicado na última semana pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior). Os resultados da classificação foram divulgados em sessão solene, no plenário da Câmara dos Deputados, no Congresso Nacional, em Brasília.

    Conforme os critérios do ranking, a extensão abrange a percepção acerca de ações empreendidas pelas universidades para promover um ambiente favorável ao desenvolvimento de pesquisas compartilhadas com a sociedade. Esse indicador pontuou o número relativo à quantidade de ações extensionistas registradas nas instituições, dividido pelo número de alunos das respectivas universidades.

    Para o reitor Júlio César Damasceno, o resultado reflete, principalmente, o apoio da UEM para o fortalecimento das empresas juniores nos vários câmpus da instituição. “Podemos dizer que a UEM se consolida como uma universidade comprometida com a cultura empreendedora. E os alunos, por iniciativa própria, vêm se engajando, cada vez mais, em projetos conectados com a sociedade e o mercado”, afirma.

    A pró-reitora de Extensão e Cultura da UEM, professora Débora de Mello Gonçalves Sant’Ana, destaca a influência de ações extensionistas no fomento da cultura empreendedora entre os estudantes. “Nesse cenário, há uma participação muito significativa dos alunos envolvidos nas iniciativas de empresas juniores, o que reforça o peso das ações de extensão paralelas às atividades de ensino e pesquisa”, salienta.

    Atualmente, a UEM dispõe de 31 empresas juniores (EJs) ligadas a todas as áreas do conhecimento. O câmpus sede, em Maringá, reúne 27 EJs, enquanto o restante está distribuído entre os câmpus de Cianorte, Goioerê e Umuarama. A primeira EJ da UEM foi fundada em 1991, quando o Movimento Empresa Júnior (MEJ) ainda era uma novidade no Brasil. Uma nova EJ está em fase de implantação na instituição, vinculada ao curso de Medicina.

    Resultados
    O RUE avaliou seis dimensões: cultura empreendedora, internacionalização, infraestrutura, inovação, capital financeiro e a extensão. Na classificação geral, a UEM aparece na 27ª colocação nacional e em nono lugar entre as universidades do Sul do Brasil. Considerando somente as instituições estaduais, a UEM figura na primeira posição na região. Ao todo, foram ranqueadas 34 instituições dos três estados do Sul, sendo sete estaduais.

    Além da UEM, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) também se destacou no ranking, posicionada no 10º lugar geral e na primeira colocação entre as instituições da Região Sul.

    Desde 2016, o Movimento Empresa Júnior (MEJ), representado pela Brasil Júnior, organiza essa pesquisa de universidades mais empreendedoras. O levantamento já é considerado o maior relatório brasileiro sobre o tema e o maior ranking feito por estudantes...

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    14-12-2021
    Em deliberação na tarde desta terla-feira, 13, o Conselho Universitário (COU) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) manteve-se oficialmente contra o projeto de lei (PL) estadual 728/21 de autoria do governo, que prevê a Lei Geral das Universidades (LGU). A discussão da comunidade acadêmica sobre o assunto teve início há uma semana.

    O Projeto de Lei da LGU, que tramita em regime de urgência na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e que estava previsto para ser votado ontem, foi retirado da pauta. Todas as informações sobre a LGU estão sendo publicadas em uma página especial que a UEM colocou na internet e pode ser acessada por este LINK.

    Ao mesmo tempo em que a sessão plenária ocorria em Curitiba-PR, no Auditório da Biblioteca Central (BCE) da UEM em Maringá, o vice-reitor Ricardo Dias Silva abria a reunião do Conselho Universitário lendo um documento que atesta posicionamento contrário ao PL, assinado no último dia 10 pelo reitor, Julio César Damasceno, que esteve ontem na capital para entregá-lo ao deputado estadual Ademar Traiano, presidente da Assembleia Legislativa.

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