teste-seletivo-0403
    04-03-2022
    A Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários da Universidade Estadual de Maringá divulga dois editais para processos seletivos simplificados voltados a contratações de até 124 docentes temporários em cinco câmpus. As inscrições vão de 7 a 17 de março.
    Clique aqui para ler o edital com as vagas de diversas áreas; o edital para professores de Medicina está disponível nesta página. É necessário preencher um formulário em um dos respectivos links: inscrição para diversas áreas; inscrição para Medicina. Também é obrigatório anexar, em formato digital, a Cédula de Identidade (RG) e os demais documentos exigidos. Os valores dos vencimentos mensais para cada cargo são informados nos editais e os futuros contratos poderão ter prazo máximo de duração de dois anos.

    A taxa de inscrição para o docente interessado é de R$ 181,77 e a relação das inscrições homologadas será publicada na página de processos seletivos docentes da UEM no dia 25. Os candidatos serão submetidos a uma prova didática (somente para diversas áreas, entre 25 e 29 de abril) e posterior avaliação de títulos e currículo (para todos os cargos). Os resultados finais serão divulgados em 11 de maio (Medicina) e 26 de maio (diversas áreas).

    Confira as vagas disponíveis

    Centro de Ciências Agrárias
    Departamento de Ciências Agronômicas: 2 vagas – Umuarama.
    Departamento de Medicina Veterinária: 7 vagas – Umuarama.

    Centro de Ciências Biológicas
    Departamento de Biologia: 1 vaga – Maringá.
    Departamento de Biotecnologia Genética e Biologia Celular: 4 vagas – Maringá.
    Departamento de Bioquímica: 1 vaga – Maringá.
    Departamento de Ciências Morfológicas: 1 vaga – Maringá.


    Centro de Ciências da Saúde
    Departamento de Análises Clínicas e Biomedicina: 5 vagas – Maringá.
    Departamento de Ciências Básicas da Saúde: 7 vagas – Maringá.
    Departamento de Ciências do Movimento Humano: 1 vaga – Ivaiporã.
    Departamento de Enfermagem: 1 vaga – Maringá.
    Departamento de Farmácia: 10 vagas (sendo 3 para cadastro de reserva) – Maringá.
    Departamento de Farmacologia e Terapêutica: 2 vagas – Maringá.
    Departamento de Medicina: 24 vagas (sendo 10 para cadastro de reserva) – Maringá.
    Departamento de Odontologia: 1 vaga – Maringá.

    Centro de Ciências Exatas
    Departamento de Ciências: 6 vagas (sendo 4 para cadastro de reserva) – Goioerê.
    Departamento de Física: 1 vaga para cadastro de reserva – Maringá.
    Departamento de Química: 2 vagas para cadastro de reserva – Maringá.

    Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
    Departamento de Ciências Sociais: 4 vagas – Maringá; 1 vaga para cadastro de reserva – Ivaiporã.
    Departamento de Filosofia: 1 vaga para cadastro de reserva – Maringá.
    Departamento de Geografia: 3 vagas – Maringá.
    Departamento de Letras Modernas: 1 vaga – Maringá.
    Departamento de Língua Portuguesa: 3 vagas – Cianorte e Maringá.
    Departamento de Música e Artes Cênicas: 6 vagas – Maringá; 2 vagas – Cianorte e Maringá.
    Departamento de Teoria e Prática da Educação: 4 vagas – Maringá.
    [...]

    hada-maller-2610
    26-10-2022
    Dois maringaenses estão entre os 200 escritores brasileiros finalistas do Prêmio Jabuti, o mais importante da literatura brasileira. Além de Laurentino Gomes, jornalista nascido em Maringá e que por anos trabalhou na Veja, e que coleciona alguns Jabutis, Hada Maller, formada em Comunicação e Multimeios na Universidade Estadual de Maringá, foi incluída entre os 10 selecionados na categoria Contos.

    São 20 categorias, em quatro eixos (Literatura, Não-Ficção, Produção Editorial e Inovação). Enquanto Gomes concorre com “Escravidão – Volume II” (Editora Globo), pela categoria Biografia e Reportagem, Maller participa com o livro “A Ilha dos Sentimentos Perdidos”, uma obra independente, lançada na Festa Literária Internacional de Maringá (Flim) de 2021, resultado de um trabalho de conclusão de curso orientado pelo professor Thiago Ranieri. Além de Laurentino, o romance “Nihonjin”, do maringaense Oscar Nakasato, venceu o Prêmio Jabuti em 2012, e Marcos Peres, autor de “O Evangelho Segundo Hitler”, foi finalista em 2014. O Prêmio Jabuti celebra há mais de 60 anos reconhece trabalhos do mercado editorial, o que o levou a se tornar o mais tradicional e prestigiado prêmio do livro no país. Maller foi entrevistada por Victor Faria no site HojeMais Maringá e comentou a respeito de ser uma das finalistas. Confira a lista completa dos finalistas aqui.

    img7513
    02-11-2022
    Leandro Vanalli, reitor da Universidade Estadual de Maringá, estará hoje no RCC News, na Jovem Pan Maringá (101,3 FM). O programa, com jornalismo informativo e opinativo, será comandado pelo jornalista Victor Faria e traz uma bancada de comentaristas, das 7h às 8h; ele ainda apresenta o RCC News 18h até às 19h. Acompanhe também pelas redes sociais.

    uem-1508
    15-08-2022
    Na semana passada o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Evaldo Ferreira Vilela, autorizou as atividades de coleta e de remessa de material biológico, com a participação de pesquisadores estrangeiros, no âmbito do projeto Burrowing Owls in the Americas, coordenado pela dra. Priscilla Esclarski, da Universidade Estadual de Maringá. As atividades de coleta com finalidade científica são autorizadas para a localidade de Maringá, Mostardas (RS), Lagoa do Peixe (RS), Uberlândia (MG), Boa Vista (RR0, Campo Grande (MS), Brasília (DF) e Manaus (AM).

    Já Carla Simone Pavanelli, do Núcleo de Pesquisas, Limnologia, Ictiologia e Aquicultura da Universidade Estadual de Maringá, através de portaria do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), passou a integrar como convidada um dos Grupos de Assessoramento Técnico dos Planos de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção. Ela integra o grupo do Baixo Iguaçu, unto com representantes do Consórcio Empreendedor Baixo Iguaçu, Unioeste, YUEPG, IAT e Museu de História Natural Capão da Imbuia.


    Hoje foi a vez da diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Meiruze Souza Freitas, incluir Andrea Diniz e Frederico Severino Martins, da Universidade Estadual de Maringá, no Grupo de Trabalho na Anvisa para discussão das melhores práticas científicas regulatórias para avaliação de aplicações biofarmacêuticas de modelagem farmacocinética baseada em fisiologia. Entre as competências do grupo está capacitar os servidores envolvidos a realizar análises técnicas de modelos PBBM submetidos oficialmente à Gerência-Geral de Medicamentos da Anvisa. Entre os 17 componentes, há pesquisadores da Anvisa, e representantes da Universidade Federal do Pampa e University of Florida.

    maringa-de-todos-os-santos
    21-10-2022
    A Editora da Universidade Estadual de Maringá (Eduem) está lançando “Maringá de todos os santos? – Orixás, voduns, inquices e guias”, de autoria do professor Eronildo José da Silva, que aborda a presença de religiões africanas na cidade. O livro tem prefácio do ativista político, cultural e ambiental Itamar Pereira de Aguiar, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, ex-secretário municipal de Vitória da Conquista e Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira, outorgado pela Assembleia Legislativa da Bahia.

    O autor, que tem graduação em História, Ciências Sociais (doutor no curso pela PUC-SP) e tecnólogo em Gestão Pública, coloca no livro um precioso levantamento sobre a cultura dos africanos no Brasil, em especial em Maringá, relacionados os espaços sagrados, conhecidos como terreiros, roças ou outras denominações, trazidos por etnias angolas, benguelas, moçambiques, macaus, congos e yorubana, entre outras. A negação da existência de escravidão, segundo ele, está no enraizada no imaginário paranaense e também se faz presente na construção da história local.

    “A ausência de referências na historiografia oficial maringaense sobre a atuação e importância dos negros na constituição da cidade é um fato. A cidade foi reconhecida oficialmente a partir de 1947 e não contou, em sua fase anterior de existência, com o uso de mão de obra escrava. Os negros chegaram posteriormente, com o processo de migração de trabalhadores de outros estados brasileiros. É comum ouvir frases como “[…] em Maringá não tem negro […]”, “[…] não existem religiões afro-brasileiras em Maringá […]”, e tais afirmações revelam marcas de equívocos históricos, visto que, de fato, são reproduzidas porque consideram que a cidade não tem negros porque a escravidão foi pouco expressiva no estado do Paraná e, em Maringá especificamente, a mão de obra escrava não foi utilizada de alguma forma. Desse modo, o entendimento da ausência dessa população se dá pela lógica perversa de se associar o negro à escravidão”, diz trecho da obra. Cinco casas locais (terreiros de Candomblé, Tambor de Mina, Omolokô e dois de Umbanda) foram selecionadas para o levantamento dos dados apresentados no livro, que tem capa com artes de Cássio Viotto, Ana Paula Donaton e Marcos Kazuyoshi Sassaka (arte final).

    Ilustração: Eduem

    Página 6 de 6

    Login Form

    DENUNCIEUEM SEM ASSÉDIO

    © 2026 ASC • Assessoria de Comunicação Social • Universidade Estadual de Maringá

    Please publish modules in offcanvas position.