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    25-01-2024
    A Universidade Estadual de Maringá divulga hoje a lista de aprovados no Vestibular de Verão 2023 e do Processo de Avaliação Seriada (PAS) – pelo qual o estudante é avaliado desde o primeiro ano do ensino médio. Os resultados dos dois concursos estarão disponíveis a partir das 10h, no site da Comissão Central do Vestibular Unificado e no aplicativo Vestibular UEM.
    A partir das 9h30, o perfil oficial da UEM no Instagram (@oficialuem) terá uma live com informações e orientações aos candidatos.

    As provas do Vestibular de Verão foram aplicadas em 10 de dezembro de 2023 para quase 7 mil estudantes. Os candidatos concorrem a 1.211 vagas para mais de 70 cursos de graduação, desenvolvidos em Maringá e outros cinco câmpus regionais da UEM – Arenito (Cidade Gaúcha), Cianorte, Goioerê, Umuarama e Vale do Ivaí (Ivaiporã). Desse total, 441 vagas são destinadas a concorrência universal; 386 para cotas sociais; 210 para cotas sociais para negros; 95 para cotas para negros e 79 para Pessoas com Deficiência (PcD).
    Os cursos mais concorridos desta edição foram Medicina (466,16 candidatos por vaga na concorrência universal), Ciência da Computação (59,16), Psicologia (50,36) e Odontologia (50).

    No caso do PAS, mais de 21 mil estudantes de primeiro, segundo e terceiro anos do Ensino Médio fizeram a avaliação em 19 de novembro de 2023. O concurso oferta 754 vagas aos candidatos da terceira etapa do processo, ou seja, aqueles que cursam o último ano do Ensino Médio. 735 oportunidades têm concorrência universal, enquanto 19 vagas são reservadas a PcD.
    A Secretaria Virtual da CVU/UEM estará disponível para tirar dúvidas pelo telefone e WhatsApp (44) 3011-5700. Também é possível enviar os questionamentos aos endereços de e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. (AEN)

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    21-02-2024
    Mostra, aberta no início do mês, traz trabalhos interativos que levam o público a conhecer melhor a obra do grande gênio italiano

    A exposição “O gênio de Leonardo da Vinci”, no saguão da Biblioteca Central da Universidade Estadual de Maringá, permanecerá aberta ao público até 2 de março, das 8h30 às 22h (dias de semana) e das 8h30 às 12h45 (sábados), com fechamento aos domingos. Idealizada pelo professor Marcos Cesar Danhoni, ela deve retornar entre 15 de julho e 31 de agosto.

    A apresentação contou com a participação uma equipe multi e interdisciplinar, composta por seus dois curadores, os professores Marcos Cesar Danhoni Neves e Josie Agatha Parrilha da Silva, além de alunos da disciplina Diálogos Interdisciplinares Arte-Ciência, do curso de Licenciatura em Artes Visuais, e do grupo do Programa de Educação Tutorial, da Física.
    A ideia da exposição é mostrar o homem e a obra do grande gênio italiano Leonardo da Vinci. São apresentadas diversas obras do autor, como a bicicleta, a máquina voadora, o paraquedas, as anamorfoses, a música, os relógios, a bombarda múltipla, os trabalhos anatômicos, a ponte, a caligrafia invertida, e as pinturas.

    São apresentados também diversos trabalhos de releitura da obra de Da Vinci, elaborados pelos alunos de Artes Visuais, numa Mostra dinâmica, interativa e que mergulha os visitantes no intricado mundo de um personagem único na história do conhecimento humano.
    Há iniciativas interativas na exposição envolvendo a construção da ponte leonardesca, as anamorfoses cilíndricas especulares, a decifração da caligrafia invertida e a “vestimenta” da Mona Lisa aos visitantes mais curiosos.

    A exposição conta com o apoio de diversas instituições de forma direta ou indireta (envolvendo 3 programas de pós-graduação em três instituições de ensino superior do estado: UEM, Universidade Estadual de Ponta Grossa e Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
    Quem foi Da Vinci – Nascido na República de Florença, atual Itália, em 1.452, Leonardo da Vinci é lembrado por ser um dos maiores gênios da história da humanidade. Morreu em 1519, na França, aos 67 anos. As contribuições dele perpassaram o segmento das artes e suas obras, como A Última Ceia e Mona Lisa, são algumas das pinturas mais famosas e reproduzidas de todos os tempos.

    Da Vinci é uma das figuras mais importantes da época do Renascimento (movimento de ordem artística, cultural e científica que ocorreu na Europa na passagem da Idade Média para a Idade Moderna, séculos XIV, XV e XVI). Cientista e inventor, foi um homem à frente do seu tempo e desenvolveu consideráveis estudos nas áreas de anatomia humana, escultura, óptica, matemática, arquitetura, engenharia civil, entre outras.
    Uma curiosidade é que Da Vinci não é o sobrenome de Leonardo. Usa-se essa denominação em razão de “Vinci” ser o nome do vilarejo onde ele nasceu, ou seja, é como se fosse “Leonardo da Vila da Vinci”.
    Autodidata, registrava tudo em seus cadernos: rascunhos, pensamentos, emoções, planos e demais reflexões. Em algumas anotações, ele usava códigos. Tinha especial habilidade para mesclar arte com ciência. Ele era, ao mesmo tempo, perfeccionista e procrastinador. Era vegetariano, por razões humanitárias.(C/ ASC/UEM)

    18-03-2024
    Evento reúne apresentações teatrais, debates e oficinas de forma gratuita, de 19 a 26 próximos

    De amanhã, 19, até o dia 26 o curso de Artes Cênicas – Licenciatura em Teatro da Universidade Estadual de Maringá realiza mais uma edição da Mostra Integrada da Licenciatura em Teatro da UEM (MILTe), evento que reúne apresentações de espetáculos teatrais, debates e oficinas de forma gratuita e aberta à comunidade. A programação acontece no Teatro Universitário da UEM (Campus Sede, bloco O-08) e no Teatro do Sesc Maringá (avenida Duque de Caxias, 1.517).

    A MILTe é realizada semestralmente com o objetivo de compartilhar com a comunidade interna e externa os resultados artísticos e acadêmicos das pesquisas desenvolvidas nas disciplinas da graduação, além de promover encontros com pesquisadores da área das Artes Cênicas. A edição atual é referente ao segundo semestre letivo de 2023 e traz espetáculos com temáticas variadas, mesclando dramaturgias produzidas pelos próprios estudantes, textos clássicos e contemporâneos.
    Dentre as atrações, está o espetáculo “O Rinoceronte”, criado por estudantes do último ano de Artes Cênicas a partir da dramaturgia de mesmo título do autor Eugène Ionesco, que retrata uma “epidemia” na qual os habitantes de uma cidade se transformam em rinocerontes. Na versão dirigida pelo professor Wagner Monthero, os estudantes buscaram levar as situações dramáticas da peça de Ionesco ao absurdo e ao insólito, fazendo-as perder seu caráter de representação, discutindo e criticando o desempenho de papéis no meio social. De acordo com Monthero, “a encenação questiona a oposição entre animalesco e humano, buscando questionar a civilidade dos comportamentos sociais”. A peça será apresentada nos dias 21, 22 e 23, às 19h30, no Teatro Sesc Maringá. Confira aqui.

    Para assistir às apresentações, basta retirar os ingressos no teatro com 30 minutos de antecedência. Os espaços estão sujeitos à lotação. O evento conta com apoio da Diretoria de Cultura da UEM e do Sesc Maringá.

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    11-12-2023
    O ensino superior do Paraná foi reconhecido nesta semana entre os mais sustentáveis do mundo em dois rankings internacionais. Os resultados do UI GreenMetric World University Ranking 2023 e do QS Sustainability University Ranking 2024 destacam a Universidade Estadual de Maringá (UEM) em primeiro lugar no Estado no desenvolvimento de ações para a sustentabilidade ambiental e pesquisas relacionadas ao tema. Os rankings também destacam as universidades estaduais do Norte do Paraná (UENP) e de Londrina (UEL), respectivamente.

    Promovido pela Universidade da Indonésia (UI), o GreenMetric 2023 foi divulgado na 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), que acontece até esta terça-feira (12), em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Essa avaliação universitária considera 39 indicadores e seis critérios: ambiente e infraestrutura, energia e mudanças climáticas, resíduos, água, transporte e educação.

    A UEM e a UENP figuram em 16º e 30º lugar nacional do ranking entre 43 universidades do Brasil avaliadas. No mundo, as duas estaduais paranaenses estão nas posições 499 e 762, entre 1.183 instituições de 85 países.

    A Quacquarelli Symonds, consultoria britânica especializada em análises universitárias mundiais, é a responsável pelo QS Sustainability 2024. Esse levantamento avalia o desempenho institucional em três grupos de indicadores: impacto ambiental, impacto social e governança. Os critérios consideram empregabilidade de estudantes, igualdade social e de gênero, transferência de conhecimento, inserção de temas sobre sustentabilidade no ensino, comprometimento ambiental da instituição e pesquisas no campo da sustentabilidade.

    Nessa classificação, que está na segunda edição, o Paraná é segundo estado com o ensino superior mais sustentável do Brasil, atrás somente de São Paulo e empatado com Minas Gerais. A UEM e a UEL aparecem em 13º e 17º lugar nacional das 34 universidades brasileiras avaliadas. Na América Latina, as instituições figuram como 36ª e 43ª mais bem avaliadas entre 101 universidades. No mundo, as duas instituições ligadas ao Governo do Paraná estão nas faixas 801-820 e 961-980 num grupo de 1.403 universidades.

    Entre 2020 e 2023, pesquisadores da UEM publicaram 2.520 artigos científicos relacionados à sustentabilidade, resultado que contribui diretamente para elevar a vantagem da estadual paranaense perante outras universidades públicas e privadas de todo o Brasil.

    AÇÕES – As universidades estaduais do Paraná desenvolvem uma série de iniciativas no campo da sustentabilidade que contribuem para os resultados alcançados nos rankings internacionais. As instituições contam com programas para a redução da emissão dos gases de efeito estufa, a partir da produção de energia renovável, do tratamento de resíduos orgânicos, da coleta seletiva e do incentivo à utilização de meios de transporte não poluentes.

    Na UEM, os 70 cursos de graduação incluem sustentabilidade nos conteúdos de ensino, sendo Engenharia Ambiental e Tecnologia em Meio Ambiente específicos da área, além de um curso de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade. A instituição também incentiva a gestão de resíduos, separação de materiais recicláveis, descarte correto de pilhas e baterias, tratamento de materiais orgânicos e destinação correta de produtos químicos.

    O programa UEM Recicla promove orientação para cidadãos e comunidade universitária sobre responsabilidade ambiental, como separação de resíduos, substituição de copos descartáveis e economia de papel em atividades administrativas. Atualmente, 95% das instalações do câmpus-sede são equipadas com lâmpadas eficientes e as máquinas de ar-condicionado estão sendo substituídas pelo tipo inverter, uma tecnologia que reduz o consumo energético.

    A UENP conta com um assessoria de gestão de políticas de sustentabilidade vinculada à Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação. Um dos projetos, denominado UENP Sustentável, atua para reduzir o impacto ambiental e preservar os recursos naturais. Entre as ações propostas, estão o fim do uso de copos descartáveis e coleta seletiva solidária, que destina material coletado nos campus para cooperativas e associações de catadores de resíduos recicláveis.

    ENERGIA SOLAR – Entre 2019 e 2020, a UEL e a UEM foram as primeiras universidades da rede estadual a implantar usinas fotovoltaicas nos câmpus universitários. Juntas, as duas instituições somam uma estrutura de 2.460 módulos de placas solares instalados em uma área de 4,8 mil metros quadrados.

    Na UEL, o sistema de captação de incidência solar assegura uma produção de 489,6 megawatt-hora, com capacidade para gerar energia suficiente para manter aproximadamente 250 residências médias pelo período de um ano.

    Na UEM, o sistema representa até 10% do consumo anual do câmpus-sede, o que equivale a uma economia de R$ 200 mil. Essa produção poderia abastecer cerca de 300 residências com consumo médio de 200 quilowatt-hora por mês, ao longo de 12 meses. Essa energia gerada pelos painéis solares é distribuída e consumida entre nove blocos acadêmicos.

    Confira o desempenho das universidades estaduais no UI GreenMetric 2023 e no QS Sustainability 2024.

    Foto: Arquivo

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    29-08-2023
    A entrega do título de doutor honoris causa ao professor Basílio Baccarin, ontem à tarde no auditório do Biblioteca Central da Universidade Estadual de Maringá, foi uma das mais prestigiadas de todos os tempos e reuniu sete ex-reitores da instituição. Além do atual, compareceram à cerimônia Neumar Adélio Godoy, Paulo Roberto Pereira de Souza, Décio Sperandio, Luiz Antonio de Souza, Neusa Altoé, Gilberto Cesar Pavanelli e Julio Santiago Prates Filho.

    O título foi outorgado por sua relevante contribuição para a criação, reconhecimento e estruturação da UEM. Foi o sétimo título concedido até hoje pela instituição, destinado a personalidades consideradas eminentes, que se destacaram por sua virtude, mérito ou serviços prestados. O professor Baccarin teve envolvimento direto na criação da universidade e de alguns dos primeiros cursos.
    O local ficou lotado, e teve a presença de sete ex-reitores da instituição

    Formado em História Natural e em Farmácia e Bioquímica, o professor foi uma das pessoas mais influentes dos primeiros anos da universidade e sugeriu a criação de alguns dos primeiros cursos, como os de Farmácia e Bioquímica, Educação Física, Zootecnia e Agronomia.

    Em quase 60 anos de profissão, ele foi professor e diretor do primeiro colégio da cidade, o Gastão Vidigal, onde se juntou a outros professores pioneiros para, em 1967, lançar as bases da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Maringá, criada com intenção de formar professores para os ginásios e colégios de Maringá e região, que acabou perpetrando papel fundamental na criação da UEM. Participaram ainda da formação da universidade as faculdades de Direito, criada em 1965, e de Ciências Econômicas e Contábeis, criada em 1959.

    Professor Baccarin foi um dos principais responsáveis por mudanças significativas na profissão, trabalhando exaustivamente para que o farmacêutico assumisse o seu papel, por meio de sua permanência nos estabelecimentos farmacêuticos. Ele foi determinante para os rumos da profissão farmacêutica no estado do Paraná e definitiva para firmar o Conselho Regional de Farmácia, como referência em fiscalização no país.

    Em forma de poesia, a vice-reitora Gisele Mendes fez um pronunciamento homenageando o professor. “De tanta labuta junto a visionários, empenhou-se sem cessar na fundação do que é hoje a Universidade Estadual de Maringá, mais tarde criava, enquanto crescia a UEM, Agronomia, Zootecnia e dizia: ainda irá ter veterinária também. Formava futuros doutores durante a repressão, mas a ditadura não calava seu coração. Estudioso, mestre de sempre, amigo dos alunos, enfim, um grande docente. Grande mestre, símbolo de perseverança, pessoa amada por todos, e que sempre trouxe esperança, que receba agora de nossas mãos o merecido título, que nunca teve sobre nenhuma orientação, com extrema alegria, a UEM resolve assim, conceder hoje o título de doutor honoris causa ao mestre Baccarin”.
    Baccarin com o título, concedido a poucas pessoas até hoje

    O reitor Leandro Vanalli cumprimentou todos os presentes, e citou um versículo que aborda os heróis da fé, “a nossa universidade tem heróis e um herói partiu uma vez sem saber para onde ir, mas partiu mesmo assim, e essa é a história de cada um de nós aqui na UEM, pois a UEM precisa de nós, e então partamos, e tenhamos a coragem de fazer coisas novas, tanto na comunidade externa quanto aqui na instituição, sempre obedecendo às regras que devem ser seguidas, mas aqui há espaço para coragem e para o crescimento. E hoje, ao homenagear o professor Baccarin, nós temos que resgatar esse papel, que o líder nunca encerra o seu projeto, porque tudo nasce de uma boa ideia”.

    O Professor Baccarin, muito emocionado com a homenagem, agradeceu a todos os presentes e contou um pouco de sua jornada na educação e na academia. E finalizou, “eu quero agradecer profundamente todos que participaram da minha iniciativa e do processo dessa significativa homenagem, ao longo dos meus 88 anos jamais esperava ser agraciado pelo mais importante título desta universidade, que eternamente será residência em meu coração”. Foi aplaudido em pé por todos os presentes. Baccarin, ex-vereador (1997-2000), também é fundador e presidente da Amecom – Associação dos Moradores Ecologicamente Corretos de Maringá.

    Compuseram a mesa de honra o reitor, Leandro Vanalli, a vice-reitora, Gisele Mendes de Carvalho, a chefe de gabinete da reitoria, Maria Luísa Furlan Costa, a diretora do Centro de Ciências Agrárias, Adriana Aparecida Pinto, a chefe do Departamento de Agronomia, Maria Celeste Gonçalves Vidigal e o professor e proponente da homenagem, William Mário de Carvalho Nunes.

    Também estiveram presentes o diretor do gabinete do prefeito de Maringá, Luiz Neto; representando o prefeito de Maringá, a secretária de Educação, Nayara Caruzo; a presidência da Câmara Municipal, a vereadora Ana Lúcia Rodrigues; o diretor do Colégio Gastão Vidigal, Sérgio Martinhago; Cido Lopes, representando o coordenadcor regional da Casa Civil em Maringá, Dr. Batista; reitores das gestões anteriores, Neumar Adélio Godoy, Paulo Roberto Pereira de Souza, Décio Sperandio, Luiz Antonio de Souza, Neusa Altoé, Gilberto Cesar Pavanelli e Julio Santiago Prates Filho; diretores dos Centros de Ensino que compõem o Conselho de Administração, pró-reitores; diretores dos câmpus regionais; diretores administrativos; assessores, chefes; prefeita do câmpus; procurador geral; chefes de departamento; coordenadores dos cursos de graduação e de pós-graduação; agentes universitários; familiares, amigos e amigas do homenageado e demais convidados. (C/ Francisco Dias Neto/ASC/UEM)]

    Fotos: ASC/UEM

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