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    12-08-2024
    Encontros serão realizados quinzenalmente às quarta-feiras, das 9h às 10h30, na Unidade de Psicologia Aplicada
    Para proporcionar um espaço seguro para que mães que criam seus filhos sozinhas possam expressar e compartilhar vivências sobre a jornada da maternidade solo, o Departamento de Psicologia (DPI), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), está com as inscrições abertas para compor o Ísis: Grupo de Acolhimento e Convivência de Mães Solo.

    O nome do grupo, Ísis, faz referência à deusa da religiosidade egípcia, amplamente associada à maternidade e à realeza. Considerada a mãe dos deuses e dos faraós, Ísis foi uma das divindades mais veneradas na Antiguidade egípcia.O atendimento de terapia em grupo é gratuito e aberto à comunidade acadêmica e também à externa de Maringá e região. Os encontros do grupo serão realizados quinzenalmente às quartas-feiras, das 9h às 10h30, na Unidade de Psicologia Aplicada. O grupo será mediado por estagiárias do 5º ano de Psicologia da UEM, sob a orientação do professor Marcos Klipan.

    Além do atendimento às mães solo, será disponibilizada uma sala infantil com supervisão adulta, para as mães que precisam trazer os filhos ao encontro.

    As mães solo interessadas devem se inscrever preenchendo o formulário on-line (veja link abaixo). A data de início dos encontros será informada, assim que o grupo estiver formado.Serviço

    Ísis: Grupo de Acolhimento e Convivência de Mães Solo

    Quando: quinzenalmente, às quarta-feiras, das 9 às 10h30


    Onde: Unidade de Psicologia Aplicada (UEM) – Av. Mandacarú, n° 1.690 – Maringá (PR)

    Inscrições: https://forms.gle/fSRJ3kAm4CS8Lgwy7

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    19-07-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM), por meio da Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários (PRH), abriu concurso público com salários que podem chegar a R$ 16.565,27. São 82 vagas de professores para o quadro de servidores da instituição.

    As inscrições começam no dia 16 de agosto e prosseguem até 13 de setembro. As remunerações variam de R$ 3.982,70 a R$ 16.565,27, dependendo da classe (assistente ou adjunto) e do regime de carga horária (integral com dedicação exclusiva ou parcial).


    As oportunidades de cargo efetivo abrangem 77 áreas de conhecimento de todos os centros de ensino da instituição. O Centro de Ciências Agrárias (CCA) está ofertando 13 vagas; o de Ciências Biológicas (CCB), quatro; os de Ciências Exatas (CCE) e de Humanas, Letras e Artes (CCH), nove cada; o da Saúde (CCS), 21; o de Sociais Aplicadas (CSA), duas; e o de Tecnologia (CTC), 24.

    O pró-reitor da PRH, José Maria de Oliveira Marques, destaca a importância da abertura do edital para a comunidade universitária e relembra que, pelo segundo ano consecutivo, a UEM lança um concurso público para contratar mais professores efetivos.

    “Em 2023 foi aberto um concurso para contratar 152 professores efetivos. Este ano, estamos abrindo mais 82 vagas. Antes de 2023, a contratação de docentes efetivos era uma reivindicação de sete anos, pois o último concurso público havia sido realizado em 2016, com poucos nomeados”, disse. “Entendemos que a contratação de professores efetivos é essencial para manter a qualidade do ensino já consolidada da UEM, que é uma das melhores universidades públicas do Brasil, além de trazer maior segurança aos novos contratados”.


    De acordo com o edital, serão reservadas 13 vagas para pessoas com deficiência (PcD), sendo cinco referentes à reserva de 5% do total das vagas ofertadas neste edital e oito à compensação da mesma reserva nos concursos públicos para docente lançados em 2023, que não foram providas no sorteio realizado em abril de 2024. Aos candidatos afrodescendentes (pretos ou pardos) serão reservadas 22 vagas, sendo oito relacionadas à reserva de 10% do total de vagas neste edital e 14 vagas de reserva também não providas em abril de 2024.

    O número de vagas reservadas para PcD e para afrodescendentes será distribuído entre as áreas de conhecimento especificadas no edital, por meio de sorteio no dia 30 de julho, às 9h, presencialmente no Núcleo de Educação a Distância (Nead) e transmitido ao vivo na página do Núcleo no YouTube.

    O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 483,56, deve ser efetuado até 16 de setembro de 2024 em qualquer agência do Banco do Brasil ou pagamento via pix. De acordo com o edital, embora o pagamento da taxa de inscrição possa ser feito até três dias após o término das inscrições, o boleto bancário, gerado no momento da inscrição, fica disponível para download ou impressão apenas até o último dia de inscrição (13 de setembro).


    A homologação das inscrições da primeira etapa será divulgada por meio de edital no dia 20 de setembro e as provas devem ser realizadas até o dia 30 de novembro, prazo que pode ser prorrogado por 30 dias, caso haja necessidade. Cada departamento irá estabelecer a data, o horário e o local da prova escrita, por meio de edital a ser publicado com antecedência mínima de 15 dias corridos antes da data. O resultado final do concurso será publicado no dia 13 de dezembro.

    A seleção será feita em quatro etapas. Além da prova escrita, os inscritos vão passar por prova didática, prova prática e/ou projeto de atividades acadêmicas (optativas) e avaliação de títulos e currículo. O concurso terá validade de dois anos, contados a partir da data de homologação. Esse prazo poderá ser prorrogado por igual período.

    Serviço:


    Concurso Público UEM para professores efetivos

    Inscrição: 16 de agosto a 13 de setembro

    Remuneração: de R$ 3.982,70 a R$ 16.565,27


    Mais informações: Edital n.º 252/2024-PRH

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    13-06-2024
    As propostas podem ser enviadas pelas universidades até 30 de junho
    Implantar novas metodologias de ensino nos cursos de graduação e atualizar a infraestrutura de pesquisa nos cursos de pós-graduação das sete universidades estaduais do Paraná. Esse são os objetivos de duas chamadas públicas lançadas neste mês pelo Governo do Estado, que somam R$ 10,5 milhões, destinado às instituições de ensino superior.

    Os recursos são assegurados pelo Fundo Paraná de fomento científico e tecnológico, dotação orçamentária administrada pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). As propostas podem ser enviadas pelas universidades até 30 de junho.O objetivo do primeiro edital, no valor de R$ 5,5 milhões, é incentivar o uso de técnicas inovadoras nas aulas para melhorar o processo de aprendizagem dos universitários. Entre as novas metodologias estão a gamificação, que envolve desafios para incentivar a participação dos estudantes; o ensino personalizado, que adapta o aprendizado de acordo com o perfil individual de cada aluno; e o ensino invertido, cujo conteúdo teórico é estudado em casa pelos universitários e o tempo em sala de aula é utilizado para a realização de atividades práticas.

    O segundo edital, que prevê um montante de R$ 5 milhões, tem como foco promover uma melhoria no desenvolvimento de projetos de pesquisas, a partir da aquisição de equipamentos, da modernização de ambientes acadêmicos e do pagamento de bolsas de estudo.
    A ação irá beneficiar os cursos de mestrado e doutorado de programas de pós-graduação das sete universidades estaduais, em diferentes áreas do conhecimento.

    Em ambos os editais, as propostas devem ser apresentadas nas cinco áreas prioritárias e transversais do Fundo Paraná, definidas pelo Conselho Paranaense de Ciência e Tecnologia. Entre as áreas estão: agricultura e agronegócios; biotecnologia e saúde; energias sustentáveis e renováveis; cidades inteligentes; e sociedade, educação e economia. Os projetos também devem levar em consideração o desenvolvimento sustentável e a transformação digital.

    O intuito é que essas medidas de incentivo governamental contribuam para a produção de conhecimento, no âmbito do Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, considerando as demandas da sociedade. Juntas, as sete universidades ligadas ao Governo do Paraná ofertam vagas em 464 cursos de graduação, entre bacharelados, licenciaturas e de tecnologia, 206 cursos de mestrado e 100 de doutorado.
    Para o diretor de Ensino Superior da Seti, Osmar Ambrosio de Souza, o investimento em ciência reflete diretamente no desenvolvimento socioeconômico sustentável. “A ciência é um dos pilares do progresso social, econômico e ambiental e um fator essencial para o incremento de novas tecnologias e soluções inovadoras que podem ser aplicadas em diversos segmentos da sociedade”, afirma. “O avanço científico impulsiona os setores da economia, com impacto no desenvolvimento de novos produtos e serviços para o mercado e na produtividade e competitividade empresarial”.

    MEDICINA – A primeira chamada pública prevê um apoio específico para iniciativas voltadas para a prática clínica nos cursos de medicina das universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro). Do montante total previsto, R$ 1,2 milhão será aplicado nessas ações, sendo que parte desse recurso, R$ 360 mil, será destinada para o custeio de bolsas-auxílio.

    Nessa categoria do edital podem ser apresentadas propostas com várias metodologias de ensino, como, por exemplo, a orientação e o acompanhamento de estudantes em atividades diárias com os médicos; a simulação clínica com uso de manequins e equipamentos em procedimentos de treinamento de habilidades para tomada de decisão; e a aprendizagem baseada na proposição de soluções para casos complexos.

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    17-05-2024
    A publicação foi divulgada recentemente pelo Center for World University Rankings (CWUR), de 2022-2023, elaborada por intermédio da organização de pesquisa e consultoria dos Emirados Árabes Unidos. O World University Rankings é divulgado a cada ano para avaliar as instituições de ensino superior, a partir de dados sobre os seus desempenhos internacionais.

    A classificação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) atingiu desta vez a 1.283ª, no ranking geral, subindo três posições em relação à pesquisa anterior (2021), e é apontada a 34ª no ranking brasileiro. Comparativamente, entre as universidades estaduais, a UEM é a primeira colocada.

    Segundo a organização, a pesquisa não coleta informações diretamente das instituições de ensino. A metodologia aplicada segue quatro critérios: qualidade da educação, empregabilidade dos alunos, qualidade da universidade e desempenho na pesquisa.

    Nos indicadores de qualidade da educação e da instituição foram calculados, respectivamente, pela quantidade de alunos e professores que receberam prêmios de destaque internacional. Para a empregabilidade dos alunos, o levantamento estatístico se refere à quantidade de alunos e ex-alunos que atuam em funções de direção nas maiores empresas do mundo, de acordo com ranking da revista Forbes. E o critério de desempenho na pesquisa, avalia a quantidade de artigos científicos publicados por meio da instituição e citações por outros pesquisadores.

    De acordo o chefe da Divisão de Planos e Informações da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD), que também é professor do curso de graduação em Administração da UEM, Márcio Noveli, este resultado da classificação da UEM, no quesito geral e de qualidade de suas pesquisas científicas nestas pontuações é significativo para a instituição já que a metodologia exposta pelo CWUR considera um grande número de universidades do mundo todo.
    A lista completa do ranking CWUR pode ser consultada no link.

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    07-07-2023
    As universidades estaduais de Maringá (UEM), de Londrina (UEL), de Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) estão novamente entre as melhores instituições de ensino superior da América Latina, segundo o Latin America University Rankings 2023. O ranking foi publicado na quarta-feira (5) pela Times Higher Education (THE), revista do Reino Unido, especializada no desempenho global da educação superior.Nesta oitava edição do levantamento, pela primeira vez a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) está classificada entre as principais instituições latino-americanas de ensino superior. Em 2023, foram avaliadas 197 instituições, de 15 países da América Latina e do Caribe, sendo o Brasil o mais representado, com 65 universidades classificadas.

    Na 28ª colocação nacional, a UEM lidera a classificação entre as universidades ligadas ao Governo do Paraná. No extrato latino-americano, a instituição ocupa a posição 50. Na sequência, a UEL aparece como 29ª melhor universidade do Brasil e 51ª da América Latina. A UEPG e a Unioeste estão classificadas no 42º e 45º lugar, entre as brasileiras, e nas posições 99 e 101-125 no bloco latino-americano, respectivamente. A UENP figura no 64º lugar, no Brasil, e na faixa 151+ da América Latina.

    Esse ranking é reconhecido com um dos mais importantes índices educacionais do globo, e utiliza 13 indicadores para atribuir notas para as instituições de ensino. Os dados avaliados nesta edição são relativos a resultados acadêmicos obtidos em 2021.Os critérios de desempenho são agrupados em cinco áreas: ensino (ambiente de aprendizagem), com de peso de 36%; pesquisa (volume, investimento e reputação), que equivale a 34% da nota; citações (influência da pesquisa), com peso de 20%; inovação (transferência de conhecimento), com 2,5% de peso; e internacionalização (pesquisas e mobilidade de professores), que corresponde a 7,5% da nota.

    O coordenador de Ensino Superior, Pesquisa e Extensão, da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fabiano Gonçalves Costa, comentou sobre a boa performance das universidades estaduais num ranking de reconhecimento internacional. Ele avaliou de forma positiva a classificação das instituições entre as melhores do continente e destaca o trabalho desenvolvido no campo acadêmico, em nível estadual.

    “Os resultados dos rankings acadêmicos proporcionam uma visibilidade externa para as várias atividades desenvolvidas no campo do ensino, da pesquisa e da extensão, servindo também como parâmetros para o planejamento e aperfeiçoamento de ações e projetos institucionais nas diferentes unidades acadêmicas das universidades. Essa nova classificação das universidades estaduais entre as melhores da América Latina comprova o impacto positivo do trabalho que vem sendo desenvolvido no Paraná, com foco no fomento científico e tecnológico”, afirma.Além das estaduais, o ranking com as melhores instituições de ensino superior da américa latina de 2023 destaca a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

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