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    10-10-2024
    Câmara de Maringá homenageou nesta quinta-feira (10) o Colégio de Aplicação Pedagógica (CAP) com o Título de Consagração Pública Municipal. A iniciativa é um reconhecimento pelos 50 anos de educação e ensino prestados à comunidade maringaense.

    O CAP está localizado no campus da UEM, tendo por mantenedor o Governo do Estado. Desde sua fundação, em 1974, abrigou diferentes níveis de educação básica e profissional. Atualmente disponibiliza o ensino fundamental e médio. O colégio se destaca como espaço para formação e atualização de professores da educação básica, principalmente dos cursos de licenciatura da universidade.

    A vereadora Ana Lúcia Rodrigues, propositora da homenagem, enfatizou que a data é um marco para a educação no município, pois celebra o jubileu de ouro de uma instituição que se traduz em “imemoráveis conquistas e incontáveis histórias de sucesso de cidadãos que passaram pelo colégio”.

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    09-10-2024
    Maringá tem uma nova atração cultural e científica. Foi inaugurado nesta terça-feira, 8, o Planetário Professor Carlos Alfredo Argüello, dentro do campus da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no primeiro dia do Paraná Faz Ciência 2024. A partir de agora, toda a comunidade poderá embarcar numa experiência única para conhecer o espaço, a história e o universo das constelações.

    Foi um sonho de 32 anos realizado pelo responsável pelo projeto, professor Marcos César Danhoni Neves. Até então, a UEM contava com um outro planetário, o “Circus Stellarium”, mas totalmente analógico. O novo conta com tecnologia de última geração. Agora, a UEM é a única universidade brasileira com dois planetários funcionais, um analógico e um digital.

    “É um sonho parcialmente realizado”, confessa o professor. Ainda falta a criação da Praça do Céu, que será basicamente uma releitura do observatório astronômico pré-histórico chamado Stonehenge (Inglaterra), feito com pedras que marcam as posições dos solstícios e equinócios.

    Porém, o sonho de Danhoni pode estar bem perto. O reitor da UEM, Leandro Vanalli, recebeu a confirmação de que já há recursos do Governo do Estado para a “Praça do Céu”. “Agora vamos apresentar o projeto para garantir mais essa obra de grande importância científica para a comunidade”, comemorou.

    Sob a responsabilidade do Programa de Pós-Graduação em Educação para Ciência, do Programa de Educação Tutorial (PET) Física e do Departamento de Física da UEM, o planetário é chancelado pelo Centro de Ciências Exatas (CCE). Será uma ferramenta importante para a formação dos estudantes e para despertar o interesse do público pela ciência. As escolas e outras instituições podem visitar a partir de agendamentos.

    REAÇÕES

    “Vale a pena você que é cidadão não só de Maringá, mas da região, visitar o planetário. Traga seus filhos, pois é sem dúvida uma imersão, é um aprendizado muito grande, e você fica realmente extasiado. Essa é mais uma bela conquista aqui da nossa UEM”, Alex Canziani, Secretário Estadual da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI).

    “É um ambiente propício de um grande instrumento de popularização da ciência. Conhecer sobre o universo desperta a curiosidade de adultos e imaginação nas crianças. Então, sem dúvida nenhuma, a gente tem aí uma importante ferramenta para a UEM para mostrar como a ciência atrai e cativa, desperta a curiosidade. É a curiosidade que leva as perguntas e são as perguntas que levam ao conhecimento científico”,Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná,Aldo Nelson Bona.

    O PLANETÁRIO

    O novo planetário possui 7 metros de diâmetro e capacidade para 35 pessoas, equipado com poltronas reclináveis e ar condicionado. Serão exibidos filmes curtos sobre astronomia, cosmologia, física e outros temas científicos.

    A construção do novo planetário só foi possível graças aos recursos obtidos através de um edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

    O nome do novo planetário é uma homenagem ao Professor Carlos Alfredo Argüello, cientista da Unicamp falecido em 2020, aos 82 anos e orientador de mestrado do professor Danhoni. Foi um dos principais cientistas que ajudou a fundar o Instituto de Física da Unicamp e reconhecido como um grande cientista, educador para a ciência, indigenista, freiriano e astrônomo. Foi ainda marinheiro: ele atravessou o Atlântico praticamente sozinho e um barco construído por ele.

    Paraná Faz Ciência

    Esta é a 4ª edição do Paraná Faz Ciência, maior evento de ciência e tecnologia do Paraná. Esse ano será sediado pela Universidade Estadual de Maringá entre os dias 7 a 11 de outubro. A instituição está realizando a grande feira em conjunto com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI) e Fundação Araucária. Além de contar com a participação de 30 instituições paranaenses de ensino e inovação.

    Os eventos do Paraná Faz Ciência estão sendo transmitidos on line pela UEM TV, Youtube e Instagram da PEC.

    As informações são da ASC UEM.

    semana-parana-faz-ciencia-comeca-com-anuncio-de-r-20-milhoes-e-nova-rede-de-pesquisa
    08-10-2024
    Com o objetivo de popularizar a ciência por meio de diversas atividades que envolvem toda a comunidade científica e a sociedade, a Semana Paraná Faz Ciência já começou. A cerimônia de abertura foi nesta segunda-feira, 7, no Teatro Calil Haddad, em Maringá. O evento será realizado até 11 de outubro no câmpus da Universidade Estadual de Maringá (UEM), como parte da 21ª Semana Nacional da Ciência e Tecnologia (SNCT 2024).

    A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), a Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), a Fundação Araucária (FA) e a UEM. A solenidade de abertura contou com a presença de autoridades municipais, estaduais e federais, incluindo os principais atores da comunidade científica, e foi marcada por um anúncio de investimento de R$ 20 milhões em redes e núcleos de pesquisa e implementação da “Rede Paraná Faz Ciência”.

    O encontro reúne estudantes, professores, pesquisadores, profissionais de diversas áreas e o público em geral interessado em ciência, cultura, tecnologia e sustentabilidade. A expectativa é que 35 mil pessoas, incluindo 10 mil alunos do ensino fundamental e médio, participem da programação. As atividades englobam debates, palestras, workshops, visitas técnicas, oficinas práticas, mostra de profissões, exposições de projetos científicos e apresentações culturais.

    A programação está dividida em seis eixos temáticos: Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade; Mostra Interativa de Ciência, Tecnologia e Inovação; Visitas Técnicas; Oficinas; Cultura e Arte; Eventos Acadêmicos.

    “O Governo do Estado desenvolve diversas ações para promover a popularização da ciência e uma delas é o Paraná Faz Ciência. Parcerias e trabalho conjunto são prioridades que fazem com que possamos entender a real necessidade de cada área da ciência, tecnologia e inovação, e a partir disso, obter êxito com iniciativas acertadas e efetivas”, destacou o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.

    “Neste evento estão reunidas as melhores ações e competências para mostrar o quanto o Paraná investe e se desenvolve em CT&I. É o compromisso com a ciência e com a sociedade, é o estímulo e mobilização de ações benéficas voltadas à população”, disse o secretário da Inovação, Modernização e Transformação Digital, Alex Canziani.

    “Será uma honra receber estudantes, professores, a população em geral e toda a comunidade científica nesta semana, que será de troca e produção de conhecimento. Sintam-se à vontade para desfrutar de todas atividades disponibilizadas no Encontro e divulguem as ações expostas para que mais pessoas possam ter a oportunidade de conhecê-las”, convidou o reitor da UEM, Leandro Vanalli.

    NOVA PARCERIA E GRANDE ANÚNCIO

    Na abertura da Semana Paraná Faz Ciência foi assinado um termo de cooperação técnica entre o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Fundação Araucária. Esse termo tem como objetivo a implementação de uma rede de divulgação e popularização científica denominada “Rede Paraná Faz Ciência”, a exemplo do que o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação Paraná Faz Ciência já promove.

    “Dentro da ideia da literacia da ciência, que é evidenciada na Semana Paraná Faz Ciência, a assinatura deste acordo com o MCTI comprova o quanto o Paraná tem se destacado no desenvolvimento e evolução da pesquisa e da inovação no Estado. É mais uma iniciativa apresentada neste encontro que tem como um dos principais objetivos tornar público os investimentos em CT&I e mostrar o quanto esses recursos podem ser revertidos em riqueza e bem-estar à sociedade”, afirmou o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa.

    Outra iniciativa também se destacou na noite: o anúncio do lançamento da chamada pública de pesquisa básica (universal). Esse edital possui como uma das suas prioridades o impulsionamento das Instituições Científicas e de Inovação Tecnológica (ICTs) do Paraná e consolidação de redes e núcleos de pesquisa. A chamada pública é uma parceria entre a Araucária e a Seti e engloba o recurso de R$ 20 milhões.

    “O Paraná, neste momento, é destaque na ciência no Brasil. Além disso, o Estado não mede esforços para angariar parcerias e investimentos para a CT&I, exemplo disso é o acordo que acabamos de assinar com a Araucária. Para o MCTI é um orgulho fazer parte disso e aproveito a oportunidade para parabenizar a todos os envolvidos na organização desta iniciativa que é a Semana Paraná Faz Ciência”, ressaltou o secretário de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Inácio Arruda.

    LIVRO E PRIME

    A solenidade de abertura também contou com o lançamento do livro “Integração Entre Teoria e Prática: o caso do programa Restec no estado do Paraná”, do Programa de Residência Técnica em Gestão Pública, organizado pela professora Eliane Rauski que também é coordenadora dessa Restec. Por fim, foram anunciados os finalistas do Prime 2024 que receberam R$ 200 mil cada para investir no desenvolvimento de suas pesquisas.

    Confira a programação da Semana em https://paranafazciencia.uem.br/.

    uem-lanca-fundo-patrimonial-como-nova-era-de-sustentabilidade-e-autonomia
    08-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) dá um passo estratégico em sua trajetória ao lançar nesta terça-feira, 8, às 15h, no auditório da Biblioteca Central (BCE), o Fundo Patrimonial da UEM. A iniciativa visa garantir a sustentabilidade financeira da instituição e ampliar seu impacto acadêmico e social. O fundo foi criado em parceria com a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico da UEM (FADEC).

    Inspirado em modelos internacionais de sucesso, como os das universidades de Harvard e Stanford, o Fundo Patrimonial da UEM tem como objetivo preservar o capital doado e utilizar os rendimentos gerados por investimentos para apoiar projetos estratégicos, como a oferta de bolsas de estudo, a modernização de laboratórios e o fomento à pesquisa científica e tecnológica.

    O reitor da UEM, Leandro Vanalli, destaca a importância deste fundo para a universidade. “O lançamento do Fundo Patrimonial da UEM é um marco na história da Universidade. Além de assegurar uma fonte contínua e estável de recursos, o fundo fortalece o sentimento de pertencimento entre nossa comunidade, especialmente os egressos. Eles se orgulham de fazer parte da UEM e reconhecem o impacto da universidade em suas vidas. Este vínculo é essencial para fortalecer a identidade institucional e garantir que nossa universidade continue crescendo com sustentabilidade e inovação.”

    A criação do fundo segue as diretrizes da Lei Federal nº 13.800/2019 e da Lei Estadual nº 20.537/2021, que regulamentam a relação entre as Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) e as Fundações de Apoio no Paraná.

    SERVIÇO
    Data: 8/10/2024 (terça-feira)
    Horário: 15h
    Local: Auditório da Biblioteca Central da UEM (BCE) – Universidade Estadual de Maringá
    Av. Colombo, 5.790 – Câmpus Sede • Maringá • PR

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    04-10-2024
    As universidades estaduais de Maringá (UEM), de Londrina (UEL), de Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro) estão mais uma vez entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil. É o que aponta a nova edição de um ranking universitário, divulgado nesta quinta-feira, 3, pela empresa britânica Quacquarelli Symonds (QS), especializada em consultoria educacional e classificações acadêmicas. O levantamento abrange 437 universidades de 23 países da América Latina e Caribe, sendo 96 instituições do Brasil.

    Com duas classificações no top 50 do ranking, as universidades ligadas ao Governo do Paraná mantiveram posições de destaque no ensino superior do bloco latino-americano, reconhecidas pela qualidade acadêmica e excelência em pesquisa. Neste ano, as estaduais paranaenses obtiveram melhores resultados em praticamente todos os critérios avaliados pelo ranking, principalmente nos aspectos referentes à capacidade de produção de conhecimento, por meio das atividades de pesquisa.

    A UEM figura como a 27ª instituição de ensino superior mais bem avaliada entre as brasileiras, seguida pela UEL e UEPG nas posições 34 e 56, respectivamente. No estrato regional da América Latina, as três estaduais estão nas posições 101, 119 e na faixa 201-250, nessa ordem. A Unioeste conquistou uma posição no desempenho geral, saltando do 59º para o 58º lugar nacional do ranking e se mantendo na faixa 201-250 das universidades latino-americanas. Na sequência, a Unicentro ocupa a posição 82 entre as brasileiras e a faixa 301-350 da esfera regional.

    O reitor da UEM, Leandro Vanalli, destaca o reconhecimento da universidade em rankings que medem sua influência na sociedade, na produção científica e na formação de estudantes. “A UEM se posiciona muito bem em nível estadual, nacional e internacional em rankings que avaliam a influência da universidade na sociedade, na produção científica e na formação dos estudantes”, afirma. “O bom desempenho da UEM é resultado de investimentos no ensino superior e da qualidade dos servidores e estudantes que estão sempre em busca da excelência acadêmica”.

    Os resultados desse ranking da Quacquarelli Symonds refletem o comprometimento das universidades estaduais do Paraná com a educação e a pesquisa de qualidade, e confirmam a capacidade de inovação das instituições. Considerada uma das principais classificações internacionais do ensino superior, o levantamento contempla critérios abrangentes, como a reputação acadêmica, o impacto da pesquisa e a proporção entre professores e estudantes e a percepção da empregabilidade dos profissionais egressos.

    Segundo a metodologia, as instituições são avaliadas com base em oito quesitos: reputação acadêmica, que mede a percepção das universidades entre especialistas; artigos e citações por professor, que indicam a produção e o impacto da pesquisa; proporção entre alunos e docentes, que reflete o suporte ao aprendizado; porcentagem de professores com doutorado, que avalia a qualificação do corpo docente; internacionalização da pesquisa, que considera colaborações acadêmicas; impacto na web, que mede a visibilidade online; e reputação do empregador, que reflete as habilidades e competências dos profissionais graduados.

    OUTRAS INSTITUIÇÕES
    Além das estaduais, outras instituições públicas de ensino superior também estão no ranking, como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), classificada em 12º lugar nacional; a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), na posição 36; e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná (IFPR), na 53ª colocação. A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), ocupa a 21ª posição, entre as brasileiras.

    REFERÊNCIA
    A cada ano, essa classificação auxilia estudantes de ensino médio na decisão pelas universidades mais bem avaliadas. Fundada em 1990, a Quacquarelli Symonds também organiza feiras de educação e fornece informações sobre cursos e programas acadêmicos, para além da realização de análises de instituições de ensino superior ao redor do globo. A empresa conta com escritórios em vários continentes, como Singapura, no Sudeste da Ásia; Nova Délhi, na Índia; Bangalore, na Índia; e São Paulo, no Brasil.

    Com informaçõés da Agência Estadual de Notícias.

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