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    29-09-2023
    O Paraná receberá R$ 1,2 milhão do Governo Federal para implantar espaços de lazer associados à ciência nas cidades de Maringá, Foz do Iguaçu e Toledo. Um dos projetos aprovados na chamada pública, no valor de cerca de R$ 300 mil, é da Universidade Estadual de Maringá (UEM) para a construção de uma praça de observação astronômica e um novo planetário no câmpus-sede da instituição.

    O novo espaço científico será construído entre o Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi) e a Estação Meteorológica. No local, será possível observar, com telescópios e a olho nu, planetas, estrelas e outros corpos celestes, como asteroides, meteoroides, cometas e satélites naturais. O novo planetário terá cúpula com sete metros de diâmetro, projeção digital e acomodação para até 80 pessoas. A estrutura do planetário atual tem cúpula de seis metros de diâmetro e projeção analógica.

    Os recursos deste edital vêm do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e são reservados ao programa Praças da Ciência, coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em parceria com a Finep, Financiadora de Estudos e Projetos.

    De acordo com o coordenador do projeto, professor Marcos Cesar Danhoni Neves, do Departamento de Física da UEM, o espaço vai ajudar na divulgação científica. “Além de tudo, a divulgação cientifica é uma atividade que ajuda a divulgar conhecimento cientifico e tecnológico, acessível e compreensível para o grande público estimulando interesse, curiosidade e a ciência”, explica.

    A expectativa é que as obras comecem no início de 2024. A previsão para conclusão dos serviços é de um ano, com inauguração prevista para 2025.

    Além da UEM, foram selecionados projetos da UTFPR, em Toledo; do Parque Tecnológico Itaipu e do Instituto de Tecnologia Aplicada e Inovação, ambos em Foz do Iguaçu. O objetivo é disponibilizar para a população espaços interativos de lazer e cultura, que explorem temas relacionados às diferentes áreas do conhecimento.

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    25-09-2023
    A comemoração se espalhou pela cidade. Mesmo com a lista de aprovados sendo divulgada online e podendo ser acessada de qualquer lugar, muitos preferiram se reunir nos colégios e cursinhos onde se prepararam para a prova e estar ao lado dos amigos nesse momento importante. É o caso da Camila Mamura, que passou em oitavo lugar em Engenharia Química. Aos 17 anos, ela comemora o ingresso na Universidade e diz que todo esforço valeu a pena.

    “Eu gabaritei a redação e fiquei com 241,1 no caderno total. Chorei com a minha mãe agora porque foi um esforço muito grande ficar pagando a escola, ficar estudando durante três anos, foi muito esforço, foi muito difícil. Fiz o PAS 1, fiz o PAS 2 e foi tudo muito esforço mesmo, foi muito cansativo e eu fico muito feliz de ter dado certo agora”, disse Camila.

    O primeiro lugar geral na pontuação total da prova do Vestibular de Inverno da Universidade Estadual de Maringá foi de Guilherme Zanoni Rodrigues. Aprovado em medicina, ele já tinha tentado entrar no curso por quatro vezes. Dessa vez, deu certo e o primeiro lugar foi surpreendente.

    “Sim, foi inacreditável. Eu estava com os meus pais, não consegui abrir a lista, mas meus amigos conseguiram, me ligaram. Eu estava num restaurante, comecei a gritar lá, foi maravilhoso, sério. Nossa, muita gratificação pelo todo o esforço que eu fiz, muita felicidade porque, nossa, foi inacreditável. Foi bem puxado, assim. Eu achava que eu estava fazendo pouco ainda, mas minha coordenadora falava que minha rotina era fora do comum, assim, eu estudava da 7h da manhã até as 8h da noite”, explicou Guilherme.

    Greisiane Zanoni, mãe do primeiro colocado, como tantos pais nesta segunda-feira, 25, se emociona com a conquista do filho.

    “Não tem coração, parou de bater já há 10 minutos atrás. Foi muita luta, foi muita luta ver ele dedicando 10 horas de estudo por dia e ter certeza de que ele fez a parte dele. E aquilo que faltou foi Deus que fez. A gente também colocou diante do Senhor em oração. Então foi a parte dele, humana, e a parte de Deus que fez o impossível. A gente queria que ele passasse, importasse a colocação. Esse primeiro lugar foi assim, presente mesmo, pra coroar toda a luta dele”, contou Greisiane ao se emocionar.

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    25-09-2023
    A Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), da Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgou nesta segunda-feira, 25, o resultado com a relação dos aprovados no Vestibular de Inverno 2023.

    A lista dos aprovados está disponível para consulta desde 10h desta segunda-feira, 25, no site da (CVU) e também no APP Vestibular UEM.

    Ao todo, 12.332 candidatos disputaram as 1.170 vagas ofertadas em mais de 70 cursos de graduação, distribuídas nos seis campus da instituição (Maringá, Cianorte, Cidade Gaúcha, Ivaiporã, Goioerê e Umuarama).

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    15-12-2021
    Produto desenvolvido por pesquisadores da UEM e da PUC vai facilitar a vida dos profissionais no tratamento do ingurgitamento mamário lactacional, conhecido como leite empedrado
    Foto: UEM
    Um produto desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná, que pode ser utilizado separadamente como sutiã, massageador ou ordenhadeira, ou de modo integrado e simultâneo, vai facilitar a vida dos profissionais no tratamento do ingurgitamento mamário lactacional, conhecido como leite empedrado, proporcionando conforto e alívio às pacientes.

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    Trata-se da “Ordenhadeira Massageadora para o Manejo Clínico do Ingurgitamento Mamário na Lactação”. A invenção acaba de ser patenteada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e o produto está, em termos de desenvolvimento de tecnologia, parcialmente desenvolvido, podendo ser levado ao mercado com um investimento financeiro razoável.

    Produto para ser aplicado na área de saúde humana, ele foi desenvolvido pelos pesquisadores Anita Batista dos Santos Herbele, Mariana Pereira Margato, Percy Nohama, Cristina do Carmo berrehil el Kattel e Marcelo do Carmo Camargo Gaiotto.

    Com exceção de Mariana, que à época era graduanda do curso de Design da UEM, os demais são doutores. Anita é enfermeira, mas atua como técnica em Enfermagem no Banco de Leite Humano do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), Percy é professor no programa de Pós-graduação em Tecnologia em Saúde da PUC/PR, Cristina é docente do curso de Design da UEM e Marcelo dá aulas na PUC/PR.

    Como diferenciais, a invenção oferece tecnologia adicional ao tratamento do ingurgitamento mamário puerperal, possibilidade de proporcionar a integração da massagem com a ordenha eletromecânica, ergonomia facilitadora para as lactantes e os profissionais envolvidos, formato anatômico composto por alças largas com ombreira (fabricado em Neoprene, facilitando a higienização e se ajustando melhor ao corpo), e materiais flexíveis, confortáveis, de baixa toxicidade e resistentes à corrosão, além de isolantes térmicos.

    Leite “empedrado”

    O ingurgitamento mamário, popularmente conhecido como leite “empedrado”, é uma condição caracterizada pelo acúmulo de leite nas mamas, causando dor e aumento do volume das mamas por causa do acúmulo excessivo de leite, que fica mais viscoso e não consegue fluir corretamente.

    Esta condição pode acontecer em qualquer fase da amamentação, mas ocorre com mais frequência nos primeiros dias após o nascimento do bebê, sendo principalmente consequência da realização de técnica incorreta de amamentação, uso de suplementos ou sucção ineficaz do bebê.

    O tratamento para ingurgitamento mamário deve ser iniciado assim que forem notados os primeiros sinais e sintomas e normalmente é feito por meio de massagens, e ordenha manual ou com bomba eletromecânica, visando aliviar os sintomas [continua...]

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    11-12-2021
    UEM se destaca entre as universidades mais empreendedoras do Brasil
    Foto: UEM
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) figura na 10ª posição entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil em 2021, na área de extensão. A informação consta na quarta edição do Ranking de Universidades Empreendedoras (RUE), publicado nesta semana pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior). Os resultados da classificação foram divulgados em sessão solene, no plenário da Câmara dos Deputados, no Congresso Nacional, em Brasília.

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    Conforme os critérios do ranking, a extensão abrange a percepção acerca de ações empreendidas pelas universidades para promover um ambiente favorável ao desenvolvimento de pesquisas compartilhadas com a sociedade. Esse indicador pontuou o número relativo à quantidade de ações extensionistas registradas nas instituições, dividido pelo número de alunos das respectivas universidades.

    Para o reitor Júlio César Damasceno, o resultado reflete, principalmente, o apoio da UEM para o fortalecimento das empresas juniores nos vários câmpus da instituição. “Podemos dizer que a UEM se consolida como uma universidade comprometida com a cultura empreendedora. E os alunos, por iniciativa própria, vêm se engajando, cada vez mais, em projetos conectados com a sociedade e o mercado”, afirma.

    Pesquisadores da UEM desenvolvem programa capaz de identificar novos genes
    A pró-reitora de Extensão e Cultura da UEM, professora Débora de Mello Gonçalves Sant’Ana, destaca a influência de ações extensionistas no fomento da cultura empreendedora entre os estudantes. “Nesse cenário, há uma participação muito significativa dos alunos envolvidos nas iniciativas de empresas juniores, o que reforça o peso das ações de extensão paralelas às atividades de ensino e pesquisa”, salienta.

    Atualmente, a UEM dispõe de 31 empresas juniores (EJs) ligadas a todas as áreas do conhecimento. O câmpus sede, em Maringá, reúne 27 EJs, enquanto o restante está distribuído entre os câmpus de Cianorte, Goioerê e Umuarama. A primeira EJ da UEM foi fundada em 1991, quando o Movimento Empresa Júnior (MEJ) ainda era uma novidade no Brasil. Uma nova EJ está em fase de implantação na instituição, vinculada ao curso de Medicina.

    RESULTADOS
    O RUE avaliou seis dimensões: cultura empreendedora, internacionalização, infraestrutura, inovação, capital financeiro e a extensão. Na classificação geral, a UEM aparece na 27ª colocação nacional e em nono lugar entre as universidades do Sul do Brasil. Considerando somente as instituições estaduais, a UEM figura na primeira posição na região. Ao todo, foram ranqueadas 34 instituições dos três estados do Sul, sendo sete estaduais.

    Além da UEM, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) também se destacou no ranking, posicionada no 10º lugar geral e na primeira colocação entre as instituições da Região Sul.

    Desde 2016, [continua...]

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