uem-na-midia
    28-06-2023
    O Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) inaugurou na última segunda-feira (26) um local para descanso de acompanhantes na UTI Pediátrica 1. O espaço foi ampliado, completamente reformado e equipado.

    Dessa forma, o lugar possui dois quartos com guarda-roupas, além de sete camas. Conta também com chuveiro, banheiro, espaço para refeições, com micro-ondas e frigobar, sala com sofás e TV. O ambiente é equipado com aparelhos de ar condicionado e persianas nas janelas para oferecer maior conforto aos pais.

    Todos os itens foram obtidos por meio de doações realizadas por empresas e entidades cíveis à Associação dos Amigos do Hospital Universitário (AAHU) e repassadas ao HUM. Em média, são atendidos 15 internamentos na UTI Pediátrica por mês, que tem seis leitos.

    Segundo a médica coordenadora do setor, Daniela Grignani Linhares, o HUM foi o primeiro hospital de Maringá a permitir que as mães pudessem ficar 24 horas acompanhando os filhos. “Hoje nossa gratidão é imensa a todos aqueles que colaboraram na concretização desse nosso desejo tão antigo. Agora essas mães têm um lugar adequado para descansarem e fazerem suas refeições, garantindo o atendimento humanizado e o direito que a criança tem de ser acompanhado em toda sua internação”, diz.

    Conforme a diretora de assistência, Rita Cristina Cardoso Cestari, o HUM atende toda 15ª Regional de Saúde e por isso muitas mães são de outro município, que apresentam dificuldades no ir e vir da residência até o hospital. “Com este espaço elas poderão permanecer perto de seus filhos o tempo que precisarem. Ficamos muitos felizes por proporcionar uma assistência de qualidade em um momento tão delicado para a família.”

    Maynara Guapo
    Foto – Reprodução

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    26-08-2023
    O Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) recebeu na última quinta-feira (24) a visita do secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do estado do Paraná (Seti), Aldo Nelson Bona. Ele conheceu as obras do futuro bloco industrial do hospital e participou de uma reunião com a equipe diretiva no auditório do HUM.

    A superintendente, Cremilde Radovanovic, relatou sobre as principais demandas e dificuldades enfrentadas pelo hospital. “Nossa gestão está empenhada para garantir cada vez mais a qualidade do atendimento que prestamos para toda a região, e para isso todo apoio que pudermos contar é fundamental. Toda equipe diretiva está confiante que as nossas solicitações serão atendidas. Foi uma reunião muito produtiva e o Aldo se mostrou muito receptivo com nossas demandas”, diz.

    O secretário reconhece como o HUM é importante para toda região e realçou a atuação dos hospitais universitários no atendimento à saúde de todo Paraná. Ele também se colocou à disposição para poder comandar da melhor maneira possível a solução de todas as demandas e problemas que foram apresentados. “Estamos fazendo uma força tarefa no sentido de retomarmos todas as obras paradas da universidade e espero que minha próxima visita ao hospital seja para comemorar a inauguração quando estiverem prontas.”

    O secretário participou ainda de duas reuniões no Anfiteatro do Conselho Universitário (COU), no bloco Q-03, que contou com a presença do reitor Leandro Vanalli e da vice-reitora Gisele Mendes: a primeira, com os diretores dos câmpus regionais, pró-reitores e diretores e a segunda, com o Conselho de Administração.

    Os diretores falaram de suas necessidades e demandas de cada câmpus, em contrapartida o secretário informou “que estamos vivendo um momento, de um conjunto de oportunidades importantes, propiciando uma série de construções dialogadas em quatro anos de gestão, que estão surtindo efeitos agora, temos um momento muito favorável na disponibilidade de recursos para investimentos em programas e projetos de ciência e tecnologia, isso tudo nos dá uma perspectiva de impulsionarmos cada vez mais o que a gente tem em possibilidades nos ativos tecnológicos nas nossas universidades”.

    O secretário afirmou que, “a UEM é hoje a nossa maior referência, entre as universidades do estado, é a instituição que tem os melhores indicadores na área de ciência e tecnologia, e que, portanto, também tem maior potencial de contribuição para o desenvolvimento do Paraná, a partir da ciência e da tecnologia. E nós (governo) estamos focando a destinação dos recursos onde realmente possa produzir os melhores resultados.”

    Maynara Guapo
    Foto – Reprodução

    uem-na-midia
    25-11-2023
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) abriu sete processos licitatórios de obras e serviços de engenharia neste final de ano. Com isso, são editais que pretendem finalizar obras paralisadas, executando reformas em prédios do câmpus sede, do Câmpus Regional do Vale do Ivaí, em Ivaiporã, e do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM).

    A retomada das obras era um dos compromissos de campanha da atual administração da UEM. O reitor Leandro Vanalli recapitulou que o reinício dos trabalhos para o término do Bloco I24, por exemplo, era aguardado há 12 anos. A finalização da obra, agora em processo de licitação, é bastante esperada pela população, principalmente pelos estudantes e professores vinculados aos departamentos de História e Ciências Sociais.

    Vanalli ressaltou ainda sobre a execução de obras fora do câmpus sede, como a construção de um posto de vigilância e a instalação de iluminação pública no Câmpus Regional do Vale do Ivaí, em que o edital de licitação foi publicado no mês passado. De acordo com ele, “o lançamento dos processos licitatórios de obras e serviços, neste final de ano, abre um novo ciclo de retomada das obras que estão paralisadas”.

    A prefeita do câmpus, Doralice Aparecida Favaro Soares, revelou que o término das obras terá resultado positivo na rotina da comunidade acadêmica. “A entrega das obras não só proporcionará condições mais adequadas para alunos, técnicos e professores, como também contribuirá para a melhoria dos serviços prestados à comunidade externa. Isso é crucial, não apenas para o bom funcionamento da instituição, mas também para fortalecer a relação entre a Universidade e a sociedade ao seu redor.”

    Os valores para as licitações foram conquistados pela administração da UEM juntamente do governo estadual, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Segundo a reitoria, a obtenção dos recursos ocorreu depois de várias tratativas políticas nos últimos meses, em Curitiba.

    Da Redação
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    21-09-2023
    A equipe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) publicou recentemente a análise dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) registrados no hospital no período de 2020 a agosto deste ano.

    Entre 2020 a agosto de 2023 foram 2.803 notificações, sendo que 1.875 pessoas não precisaram de internação e 928 ficaram internadas. No quesito evolução final, 2.145 pessoas tiveram cura, 374 óbitos foram registrados, 175 óbitos foram decorrentes de outras causas, 103 ignorados e seis em andamento.

    Em 2020 foram 244 casos de SARS-CoV-2, em 2021 foram 585 notificações, no ano passado foram 304 casos e esse ano foram 25 casos. No que se refere à idade: 64 pacientes tinham menos de um mês, 170 entre um e seis meses, 90 pacientes com idade entre sete e 12 meses, 337 pessoas com idade entre um a cinco anos, 73 casos com pacientes entre seis e 10 anos, 77 de 11 a 20 anos, 172 atendidos com idades entre 21 a 30 anos, 195 pacientes de 31 a 40 anos, 344 pacientes entre 51 e 60 anos e 1.028 pacientes acima de 60 anos. Dentre as notificações, 1.268 foram mulheres e 1.535 homens.

    O HUM participa como Unidade Sentinela da SRAG, por meio de convênio feito com as administrações municipais, estaduais e nacionais, tendo como responsabilidade o monitoramento dos vírus respiratórios que circulam através da coleta de exames realizados ou enviados ao Laboratório de Epidemiologia do Estado do Paraná (Lacen).

    O principal intuito na implantação destas rotinas é monitorar a ocorrência de doenças respiratórias graves nos pacientes atendidos no HUM e identificar possíveis surtos, epidemias ou situações de saúde pública que necessitam de intervenções específicas.

    A análise dos casos de SRAG permite detectar de antemão crescimentos incomuns na quantia de internações e óbitos por doenças respiratórias, o que pode apontar a circulação de patógenos emergentes, como novos vírus da gripe ou outros agentes infecciosos. Além disso, essa análise ajuda a monitorar a eficiência das normas de prevenção e o controle adotadas, assim como avaliar a resposta do sistema de saúde perante surtos e a detecção dos vírus respiratórios circulantes e a atualização anual da composição da vacina da Influenza.

    COLETA

    A coleta de dados é feita pela equipe multiprofissional do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NVEH), formada por enfermeiros, técnicos de enfermagem, médico, docentes, alunos do curso técnico em enfermagem, da graduação e de residência, técnicos administrativos, estatístico e voluntários. Os dados são adquiridos de modo sistemático, com base nas internações realizadas no hospital.

    A partir dos dados coletados no decorrer da busca ativa diária, os dados são inseridos no Sistema de Informação Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), do Ministério da Saúde, o que permite o acesso por parte da administração municipal, estadual e nacional em tempo real. Estes dados são então fortalecidos e analisados para identificar tendências, padrões sazonais e possíveis picos de incidência. Eles são compartilhados com a gestão local e profissionais de saúde do HUM, com o propósito de informar e embasar decisões estratégicas e a preparação da resposta à situação epidemiológica segundo as necessidades identificadas.

    No sistema são inseridas informações de perfil sociodemográfico e clínico do paciente, resultados dos exames coletados e dados de encerramento, alegando o motivo da insuficiência respiratória apresentada.

    Maynara Guapo
    Foto – Reprodução

    uem-na-midia
    20-12-2023
    O Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) terá mais 10 leitos obstétricos para realização de partos. A unidade faz aproximadamente 90 partos por mês e, com o aumento, a quantia pode chegar a 180 procedimentos mensais.

    A ampliação foi confirmada ao longo de uma reunião entre a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa), a 15ª Regional de Saúde de Maringá e o Hospital Universitário Regional.

    De acordo com o secretário estadual da Saúde, Beto Preto a medida faz parte da estratégia do Governo do Estado de regionalizar o atendimento, aproximando os serviços da casa das pessoas, em todas as fases da vida. “A ampliação dos leitos obstétricos é uma garantia que provê o devido cuidado no momento tão especial para as mães e seus filhos, proporcionando mais segurança, estrutura e qualidade no atendimento materno-infantil dos paranaenses.”

    A medida tem como intuito expandir o serviço na região, o que engloba absorver a demanda da maternidade do Hospital Metropolitano de Sarandi que deverá encerrar a prestação deste tipo de serviço no fim deste mês.

    Os novos leitos se somam aos outros 191 oferecidos no HUM, entre Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), enfermarias e leitos médicos cirúrgicos, oferecendo atendimento a pacientes das cidades de abrangência da 15ª RS.

    “Ficamos felizes em poder contar com o apoio do Estado nessa importante ampliação, que confirma a atuação do HUM como referência ambulatorial e hospitalar para o atendimento de gestantes e crianças até dois anos de idade, de risco habitual, intermediário e alto risco”, afirma o reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Leandro Vanalli.

    Da Redação
    Foto – Reprodução

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