vestibular-uem-prorroga-inscricoes-ate-19-de-novembro
    07-11-2024
    As inscrições para o Vestibular de Verão 2024 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foram prorrogadas até o dia 19 deste mês. Segundo a Comissão do Vestibular Unificado (CVU) os candidatos podem efetuar inscrição por meio do site ou do App Vestibular UEM. Para se inscrever, basta acessar o site ou o aplicativo, selecionar o concurso Vestibular de Verão 2024 e seguir com o preenchimento do formulário de inscrição. O período para pagamento da taxa de inscrição também foi expandido, até 21 de novembro.

    A decisão foi publicada no edital nº 031/2024-CVU equivale apenas ao Vestibular de Verão. De acordo com o previsto no cronograma inicial, o Processo de Avaliação Seriada (PAS) 2024 da UEM teve inscrições encerradas na última terça-feira. O pagamento da taxa de inscrição do PAS, contudo, ainda pode ser efetuado até hoje. A divulgação do edital com a relação de inscrições homologadas e não homologadas ocorre a partir do dia 12 de novembro.

    No total, o Vestibular de Verão e PAS somam 1.266 vagas para mais de 70 cursos de graduação presenciais e gratuitos da UEM, distribuídos entre o câmpus sede, em Maringá, e outros cinco câmpus regionais da instituição, como Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã e Umuarama. Os dois concursos preveem o ingresso dos aprovados em março de 2025, quando o calendário acadêmico da UEM voltará a coincidir com o calendário civil.

    Outra novidade é que os processos seletivos oferecem vagas para cinco novos cursos de graduação da UEM – Engenharia Têxtil e Serviço Social, no câmpus de Maringá; e Arquitetura e Urbanismo, Engenharia de Computação e Tecnologia em Gastronomia, no Câmpus Regional de Umuarama (CAU). Recém-aprovadas, as novas graduações receberão estudantes pela primeira vez.

    Além disso, cursos já ofertados pela instituição serão desenvolvidos em novos turnos, como o caso da graduação em Música, no câmpus Maringá, que terá aulas em período matutino. Já os cursos de Engenharia Ambiental e Engenharia de Alimentos, ambas do CAU, em Umuarama, passarão a ser ofertados no período noturno.

    uem-tera-orcamento-de-r-8697-milhoes-para-2025
    31-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) terá o maior orçamento para 2025, totalizando R$ 869,7 milhões. Dessa forma, as universidades estaduais do Paraná receberão um orçamento histórico para o próximo ano, totalizando R$ 3,6 bilhões para as sete instituições de Ensino Superior. Esse montante é o maior já registrado para a rede, conforme dados da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) e da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI). Em comparação com 2019, começo da atual gestão, os repasses aumentaram em 38,7%, o que equivale a um acréscimo de R$ 1 bilhão no orçamento no decorrer de seis anos.

    Esse valor será destinado tanto para o custeio quanto para investimentos nas universidades estaduais, incluindo a Universidade Estadual de Londrina (UEL), a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). No momento, há mais de 84,6 mil alunos matriculados em cursos presenciais e a distância, abrangendo graduação, mestrado, doutorado, além de programas de especialização e residência multiprofissional em todas as regiões do Paraná.

    O reflexo desse aumento no orçamento é a qualidade do ensino e das pesquisas feitas nas universidades estaduais paranaenses. A UEM foi eleita a quarta melhor instituição do Sul e a 24ª de todo o país na nova edição do Ranking Universitário da Folha de São Paulo (RUF).

    Segundo o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, a atenção ao Ensino Superior é algo que se reflete não somente na qualidade das instituições, mas também na maneira como esse conhecimento é devolvido à sociedade. “O Paraná tem um compromisso com as suas universidades para promover o desenvolvimento científico e tecnológico. É conhecimento que se transforma em inovação, em progresso e em qualidade de vida para todo o Estado.”

    O salto do orçamento no decorrer dos últimos é, de acordo com o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI), Aldo Bona, um claro reconhecimento do Governo do Estado da importância estratégica da pesquisa científica e das universidades no desenvolvimento estadual. “Desenvolver a pesquisa e a extensão, comprometidas com a região onde as universidades estão inseridas, ajuda o Estado a gerar emprego, renda, desenvolvimento econômico e social — e, portanto, ajuda a construir uma sociedade melhor”, diz.

    Os R$ 3,6 bilhões destinados para as universidades representam a maior parte do orçamento previsto da SETI, que gerencia essas instituições. Dos R$ 4,3 bilhões planejados para o próximo ano, 83,4% serão voltados especificamente para ao custeio e investimentos na área.

    HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS

    O papel das universidades estaduais não se delimita somente ao ensino e às pesquisas, já que várias dessas instituições administram também hospitais universitários (HU) que atendem a população de respectivas regiões. Desse modo, parte dos R$ 3,6 bilhões descritos no orçamento de 2025 é destinado para a gestão dos HUs da UEL, UEPG, UEM e Unioeste. São 6% desse montante, totalizando R$ 226,4 milhões.

    Como o custeio dessas unidades é compartilhado entre SETI e a Secretaria de Estado da Saúde (SESA), o orçamento dos HUs é dividido entre as duas pastas. Para o ano que vem, os hospitais vão receber um total de R$ 1,3 bilhão.

    couro-de-tilapia-produzido-na-fazenda-experimental-e-destaque-em-desfiles-de-moda
    29-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) participou de dois importantes desfiles de moda no Brasil: a 58ª edição do São Paulo Fashion Week (SPFW) e a 2ª edição do Santa Catarina Fashion Week (SCFW). Durante esses eventos, duas marcas apresentaram peças confeccionadas com couro de tilápia, proveniente da Fazenda Experimental de Iguatemi (FEI/UEM).

    A zootecnista Amanda Hoch, ex-orientanda da professora Maria Luiza Rodrigues de Souza, do Departamento de Zootecnia (DZO/UEM), representou a instituição. Hoch é a fundadora de uma empresa que vende couros de tilápia, utilizados na fabricação de tênis, sapatos, bolsas e, recentemente, roupas. Sua empresa recebeu o convite para fornecer couros para o desfile do SPFW.

    Hoch então estendeu o convite à professora Maria Luiza de Souza, coordenadora do Laboratório de Processamento de Peles de Pequenos e Médios Animais, vinculado à FEI/UEM, e do Grupo de Estudos de Produtos de Origem Animal (Gepoa), ambos do DZO. Firmada a parceria entre as duas, os couros de tilápia foram produzidos e enviados para as estilistas confeccionarem as roupas.

    As peças se destacaram nos dois desfiles, pois somente as duas marcas se destacaram como as únicas com couro de tilápia entre todas as coleções apresentadas. “Unimos a produção e a moda”, diz Souza.

    A noite do desfile na SPFW contou com a presença de Maria Luiza de Souza; da professora do Departamento de Medicina Veterinária (DMV), Adriana Aparecida Pinto, e da professora do Departamento de Design e Moda (DDM), Natani Aparecida do Bem. A participação foi importante para a integração entre os cursos de Zootecnia e Moda, com o apoio do CCA e do Centro de Tecnologia (CTC).

    LABORATÓRIO

    O laboratório de Processamento de Peles de Pequenos e Médios Animais é visto como uma referência na produção e em pesquisas a respeito da transformação da pele do peixe em couro. São aplicadas diferentes técnicas de curtimento nas várias espécies de peles animais (peixes de água doce e marinha, rã, coelho, peles de caprinos, jacaré, avestruz, além do rúmen e retículo de bovino e ovino, pé de frango, entre outras), feitas análises de resistência dos diferentes couros processados no laboratório, testes físico-químicos e físico-mecânicos, assim como realizado análise de histologia e microscopia eletrônica de varredura em parceria com outros laboratórios da UEM.

    Além disso, o laboratório é usado para as aulas práticas da disciplina de “Tecnologia de produção de peles e couros”, no curso de graduação em Zootecnia, e “Tecnologia de peles e couros” na pós-graduação em Zootecnia. As técnicas e trabalhos de curtimento tem sido apresentadas em muitos eventos nacionais e internacionais, inclusive com palestras e cursos em instituições de ensino na Colômbia, Equador, México, Itália e Argentina.

    uem-e-destaque-em-ranking-universitario-da-folha
    28-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) tem o melhor ensino do Estado, ocupando o quarto lugar na Região Sul, segundo a nova edição do Ranking Universitário da Folha de São Paulo (RUF), divulgado nesta semana. O ranking analisou 203 universidades de todo o Brasil, sendo 112 instituições públicas. No top 50 da classificação a UEM está na 24ª posição.

    Entre as 16 universidades paranaenses, públicas e privadas, listadas no RUF 2024, a UEM está na segunda posição, entre as mais melhores avaliadas nos indicadores que analisam as iniciativas de pesquisa científica.

    De acordo com o reitor UEM, Leandro Vanalli, o investimento em ciência tem relação direta com o desempenho das universidades nos diferentes rankings. “Os resultados dos rankings comprovam a importância dos investimentos que vem sendo realizados pelo Governo do Estado nas universidades em projetos com impacto regional e de transformação social, e também evidencia a excelência dos professores e servidores, além da capacidade dos estudantes.”

    METODOLOGIA

    A metodologia engloba aspectos que integram a atuação das instituições de ensino superior, atribuindo pesos diferentes em cinco categorias, sendo a pesquisa e o ensino as mais influentes. Entre os fatores que compõem a pontuação estão a qualidade da formação acadêmica de professores e a quantia de publicações científicas e de pesquisas desenvolvidas em parceria com cientistas estrangeiros.

    O pró-reitor de Ensino da UEM, Marcos Vinícius Francisco explica que esse reconhecimento é resultado de ações institucionais que reforçam as técnicas pedagógicas. “Os resultados desses rankings universitários evidenciam uma atuação da universidade, a partir de uma relação natural entre o ensino, a pesquisa e a extensão e do trabalho desenvolvido por professores e estudantes, em articulação com as demandas da comunidade.”

    O RUF também usa os resultados de duas pesquisas de opinião feitas pelo Datafolha, um instituto independente de pesquisas do Grupo Folha, em que o jornal Folha de São Paulo faz parte. Essas pesquisas levaram em conta a percepção de docentes a respeito do ensino e de empregadores sobre preferências de contratação.

    CURSOS

    A rede estadual de ensino superior do Paraná também se destaca no ranking das 40 carreiras avaliadas pelo RUF 2024, somando 34 cursos no top 20, nas diferentes áreas do conhecimento. O curso de Agronomia da UEM é reconhecido como um dos mais bem avaliados do Brasil, em 8º lugar. Já o curso de Zootecnia fica em 11ª colocação.

    A UEM reúne outras seis graduações entre as melhores avaliadas do país: Ciências Contábeis (19°); Educação Física (17°); Engenharia Química (11°); Matemática (17°); Medicina veterinária (19°); Odontologia (10°). A Unioeste conta com cinco curso no top 20: Ciências Contábeis (20°); Educação Física (19°); Farmácia (16°); Fisioterapia (17°); e Geografia (17°). A UEPG fecha a lista com duas graduações: Agronomia (17°) e Serviço Social (18°).

    uem-na-midia
    24-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) fez um estudo que mostra quais são os alimentos mais prejudiciais que os adolescentes que estão acima do peso estão consumindo. Também revela em quais ambientes acontece o consumo.

    Foram entrevistados 150 adolescentes do município, com jovens de aproximadamente 16 anos. Os adolescentes foram entrevistados no Hospital Universitário (HU) e dentro do Núcleo de Estudos Multiprofissionais da Obesidade (Nemo).

    Segundo o levantamento, os adolescentes acima do peso consomem em média 32 alimentos diferentes em uma semana. Dessa forma, os pesquisadores identificaram que 27% de tudo o que é consumido não é saudável. A lista de produtos não saudáveis inclui em 65,7% refrigerantes, 33,6% doces e 0,7% salgadinhos. Além disso, 87,7% consomem os alimentos em casa, 6,7% na escola e 5,6% em restaurantes.

    Login Form

    DENUNCIEUEM SEM ASSÉDIO

    © 2026 ASC • Assessoria de Comunicação Social • Universidade Estadual de Maringá

    Please publish modules in offcanvas position.