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    15-02-2024
    Os candidatos que não foram chamados em primeira chamada nos vestibulares de Inverno e Verão e no Processo de Avaliação Seriada (PAS) 2023 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) têm até domingo (18) para manifestar interesse em participar da lista de espera para a matrícula. O processo é feito exclusivamente pela internet, no site da Diretoria de Assuntos Acadêmicos (DAA) da UEM (daa.uem.br).

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    A manifestação de interesse é obrigatória para quem quiser continuar concorrendo às vagas nas chamadas seguintes dos vestibulares e do PAS. A segunda chamada será divulgada no dia 20 de fevereiro, seguindo o cronograma definido pela DAA.

    Confira as datas das chamadas para matrícula dos candidatos em lista de espera:
    2ª Chamada: 20 a 22/02/2024
    3ª Chamada: 27 a 29/02/2024
    4ª Chamada: 5 a 7/03/2024
    5ª Chamada: 12 a 14/03/2024
    6ª Chamada: 19 a 21/03/2024
    7ª Chamada: 26 a 28/03/2024
    A DAA alerta que os cursos com candidatos em lista de espera só terão suas vagas disponíveis para o processo de vagas remanescentes depois que todas as pessoas que manifestaram interesse forem convocadas.

    Em caso de dúvidas ou questionamentos, os candidatos podem entrar em contato pelo site da DAA.

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    17-02-2024
    A vida e a obra do gênio italiano Leonardo da Vinci são o tema de uma exposição na Universidade Estadual de Maringá (UEM). O evento, que vai até o dia 02 de março, apresenta as invenções, os trabalhos anatômicos e as pinturas do artista, que se destacou em diversas áreas do conhecimento humano. Além disso, a mostra conta com releituras feitas por alunos de Artes Visuais da UEM.

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    A exposição é fruto de um trabalho multi e interdisciplinar coordenado pelo professor Marcos Cesar Danhoni Neves, com o apoio de três programas de pós-graduação e três instituições de ensino superior do estado. A mostra está aberta ao público no saguão da Biblioteca Central da UEM, de segunda a sábado, em horários variados.

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    21-02-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) vai oferecer, gratuitamente, nesta sexta-feira (23), o teste rápido para HIV/Aids para as comunidades interna e externa da instituição. O teste será realizado no Ambulatório Médico e de Enfermagem (AMB), bloco 1, câmpus sede da UEM.

    O resultado do teste sai em cerca de 15 minutos e é totalmente sigiloso. O atendimento será das 8 até as 12 horas, com a equipe médica do Centro de Testagem e Acolhimento (CTA) e da Secretaria de Saúde de Maringá. Além disso, também haverá autotestes para a pessoa fazer em casa. O método tem eficácia de 99,98% se feito de maneira correta.

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    Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil 92% das pessoas em tratamento já alcançaram a condição de estarem indetectáveis. Essa conquista se deve ao fortalecimento do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), para ampliar a oferta do melhor tratamento disponível para o HIV. Exemplo disso, é que o país adotou o dolutegravir como medicamento de primeira linha para tratar os pacientes.

    O prédio do Ambulatório fica perto da Reitoria, Bloco 1, próximo da agência da Caixa Econômica Federal.

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    05-03-2024
    Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) busca há 15 anos o melhoramento genético de tilápias do Nilo, a espécie de peixe mais produzida e de grande importância comercial no País. Recentemente, o Programa de Melhoramento Genético de Tilápias do Nilo (Tilamax), desenvolvido pelo grupo de Pesquisa PeixeGen da universidade, avançou com as teses de mestrado de duas pesquisadoras de Moçambique, Carla Finiosse e Nareta Figueiredo.

    As pesquisas promoveram um avanço nos estudos para o desenvolvimento de material genético que dispense a necessidade de reversão na produção. Atualmente, a forma mais utilizada para o cultivo desta espécie é o monosexo – apenas machos – porque o peso da fêmea oscila entre 70% a 75% do macho. O trabalho das pesquisadoras africanas indica redução da diferença de pesos entre os animais com uso do material genético no acasalamento: as fêmeas passaram de 72% do peso do macho para 82% em viveiros escavados e para 80% nos tanques-rede.

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    “Conseguimos aumentar dez pontos percentuais, o que indica que existe um caminho para diminuirmos a desigualdade”, afirma o orientador delas, Carlos Antonio Lopes Oliveira, docente da graduação e pós-graduação do Departamento de Zootecnia da UEM.

    Os mestrados das moçambicanas foram estudos complementares dentro da Pesquisa PeixeGen. Nareta Figueiredo pesquisou o “Dimorfismo sexual para o peso corporal de tilápias do Nilo” e conseguiu aprimorar a metodologia para o processo de seleção de famílias reprodutoras, reduzindo a diferença entre macho e fêmea. Já Carla Finiosse estudou uma “Avaliação do dimorfismo sexual para a velocidade de crescimento em tilápia do Nilo em dois sistemas de produção”. Ela testou o material genético em tanques-rede e viveiro escavado, com elevação do peso das fêmeas.

    As pesquisadoras são funcionárias do Centro de Pesquisa em Aquicultura (Cepaq), em Chókwè, Moçambique, que produz tilápias da espécie Moçambicana e da espécie Nilótica (a mesma produzida no Brasil). Finiosse chefia a Unidade de Alevinagem de tilápias do Nilo e Figueiredo é técnica no setor de melhoramento genético de tilápia Moçambicana. Oliveira lembra que a parceria foi impulsionada pelo zootecnista Humberto Todesco, egresso da UEM, que atua como consultor no Cepaq.

    “Para mim, esta pesquisa foi muito boa porque praticamente eu só tinha a experiência de onde eu trabalhava. Na prática, a gente aprende mais, consegue ver os problemas e as soluções, além de ter um grande professor ao nosso lado. Volto para o meu país com uma boa bagagem de melhoramento genético”, afirma Carla.

    “Eu já tinha uma bagagem de tecnologia de produção, mas era com tilápia de Moçambique. Aqui pude ampliar meus conhecimentos ao trabalhar com tilápia Nilótica e vários sistemas de produção. Vou levar essa experiência para o meu país e aplicar as novas tecnologias de produção que aprendi aqui. Estou extremamente satisfeita por ter feito parte dessa instituição, desse programa de pós-graduação e também por ter sido orientada pelo professor Carlos Oliveira”, diz Nareta.

    A parceria de transferência de tecnologia entre os dois países começou há dois anos, em fevereiro de 2022, quando foi assinado um acordo de cooperação internacional entre o Programa de Pós-Graduação em Zootecnia (PPZ) da UEM e a organização norueguesa não governamental Norges Vel, por meio do Escritório de Cooperação Internacional (ECI). A vinda e manutenção delas foi mantida pela ONG e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que concedeu bolsas de estudos no último ano.

    Figueiredo e Finiosse concluíram o mestrado e retornaram a Moçambique na última semana, levando o material genético desenvolvido na UEM para distribuição pelo Cepaq aos alevinocultores e piscicultores do país africano.

    TILAMAX

    O programa Tilamax foi desenvolvido há mais de quinze anos na Estação Experimental de Piscicultura da UEM, que executa desde 1996 uma importante função na pesquisa de excelência para a piscicultura brasileira, envolvendo estudantes da graduação, mestrado e doutorado. Localizada no distrito de Floriano, a 20 quilômetros de Maringá, no Noroeste do Paraná, a Estação abriga o primeiro centro público da América Latina de pesquisa sobre melhoramento genético de tilápias do Nilo.

    São 20 tanques de 6m³, onde são avaliados anualmente representantes de 50 a 90 famílias, resultando em aproximadamente 3 mil peixes. De cada grupo familiar são selecionadas as quatro melhores fêmeas e os dois melhores machos, que serão os pais da próxima geração.

    AEN

    Foto: UEM

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    06-03-2024
    As universidades estaduais de Maringá (UEM), de Londrina (UEL), de Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) estão entre as 100 melhores instituições de pesquisa do Brasil e entre as 200 da América Latina. A classificação está na edição de 2024 do ranking internacional Alper-Doger Scientific Index, que também destacou os pesquisadores ligados a essas instituições.

    Ao todo, foram ranqueadas 1.830 organizações, públicas e privadas, na região latino-americana, sendo 576 brasileiras, entre universidades, institutos, hospitais e empresas.

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    O sistema de classificação e análise Alper-Doger se baseia no desempenho científico e no valor agregado da produtividade científica de cientistas de forma individual. O índice considera, entre outros fatores, o número de citações por publicação dos pesquisadores como métrica de avaliação das instituições.

    Intuito é evidenciar profissionais com trabalhos relevantes, assim como universidades e institutos com capacidade de atrair cientistas de excelência.

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