uem-na-midia
    05-07-2024
    A horta comunitária implantada sob linhas de alta tensão da Copel na Vila Esperança, em Maringá, recebeu nesta semana uma visita técnica internacional. Um grupo formado por engenheiros agrônomos, ambientais e zootecnistas peruanos, que está cursando a distância o mestrado em Agroecologia ofertado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), esteve no local.

    Eles conheceram os canteiros e trocaram experiências sobre o cultivo e o modelo de organização estabelecido pelo programa Cultivar Energia, realizado pela Copel em parceria com as prefeituras e comunidades locais.

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    Uma das primeiras participantes do Cultivar Energia, a horta da Vila Esperança é considerada um modelo por sua organização e produtividade alcançada com métodos naturais de cultivo. Nela, aproximadamente 10 mil metros quadrados de área foram cedidos para o plantio, que hoje tem a participação de 42 horticultores voluntários.

    Eles produzem verduras, legumes e frutas para o consumo próprio e a comercialização ou doação do excedente. Além desses especialistas em manter os canteiros do local sempre verdes, a comitiva peruana foi recepcionada pela coordenação do programa da Copel e a gerência das hortas comunitárias de Maringá. Também participaram do encontro engenheiros agrônomos do Centro de Referência em Agricultura Urbana e Periurbana da UEM que prestam consultoria aos produtores.

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    O acompanhamento foi feito por profissionais do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR) e professores da universidade.

    INTERCÂMBIO – O grupo já havia recebido a visita de professores do mestrado em Maringá na Universidade Nacional de San Martín, ao norte da capital Lima, com a qual este intercâmbio está sendo formado. Ao longo da semana, foi a vez de os profissionais peruanos conhecerem de perto as práticas de agroecologia em Maringá e região. Os profissionais peruanos atuam em diversas áreas e levarão como referência os casos apresentados durante a programação no Noroeste paranaense.

    SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE – O agrônomo, doutor em Economia Aplicada e professor da UEM Alexandre Florindo Alves explica que essa troca de experiências é importante para a formação dos estudantes do mestrado, que já está na segunda turma em convênio com a instituição peruana. “Eles têm uma preocupação com as questões ambientais na produção agrícola, por isso o interesse na agroecologia”, comenta.

    Alexandre esclarece, ainda, que a horta da Vila Esperança integrou a programação de atividades do grupo porque, além de estar em um ambiente urbano com práticas agroecológicas, o espaço exemplifica a adoção de boas políticas públicas. “Foi montada uma programação para que eles conheçam diferentes instrumentos de comercialização, que nós chamamos de equipamentos de comercialização, para que levem não só informações sobre a prática de cultivo, mas também essas experiências de organização econômica e social”, detalha.

    CULTIVAR ENERGIA – O programa que incentiva a implantação de hortas comunitárias sob as linhas de alta tensão da Copel está presente em oito municípios paranaenses. Além de Maringá, há duas dezenas de áreas cultivadas em Cascavel, Curitiba, Francisco Beltrão, Londrina, Ponta Grossa, Siqueira Campos e Umuarama. A iniciativa está se expandindo, com novas hortas em diferentes fases de implantação: uma unidade em Almirante Tamandaré, duas novas unidades em Londrina, duas em São José dos Pinhais, três em Ponta Grossa e uma em Foz do Iguaçu.

    A Copel cede o uso das faixas, providencia o cercamento das áreas e dá orientações às famílias participantes sobre a segurança no uso do espaço. Os municípios oferecem a assessoria técnica para a agricultura urbana, fazem a preparação da terra, dos canteiros e são responsáveis pelo cadastro e acompanhamento das famílias.

    Assim, o Cultivar Energia fortalece um conjunto de ações em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização Mundial das Nações Unidas – ONU, especialmente nas áreas de combate à fome e promoção de agricultura sustentável (ODS 2); redução das desigualdades (ODS 10) e o reforço dos meios de implementação e revitalização de parcerias para o desenvolvimento sustentável (ODS 17).

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    03-07-2024
    O evento visa oferecer aos alunos do ensino médio uma oportunidade de conhecer melhor como funcionam os cursos na UEM.

    Diversos grupos do Programa de Educação Tutorial (PET), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), promoverão, nesta quinta-feira (4), no Colégio Estadual Doutor Gastão Vidigal (Zona 7), em Maringá, uma de suas mais relevantes ações extensionistas, o “PET nas Escolas”.

    Previstas para ocorrerem das 8h às 11h 45min, com alunos do ensino médio, as ações incluirão, por exemplo, dinâmicas, quizz, atividades lúdicas, demonstração de experimentos, para estabelecer um contato extensionista com o público escolhido, concretizando uma das atribuições que constitui a essência do PET e um dos pilares de atuação da universidade.

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    Como esses alunos, em geral, preparam-se para o ingresso na universidade, as atividades que os grupos PET irão oferecer representam oportunidades para conhecer um pouco do que vários cursos e grupos desenvolvem no ambiente universitário.

    Para os organizadores do evento, será um momento de grande interação entre os universitários, os professores tutores e os alunos do ensino médio, tão desejável para a difusão de conhecimentos e para o desenvolvimento de habilidades e aptidões.
    Desde 1991, o PET tem desenvolvido na UEM um trabalho de inovação científica, por meio da formação de futuros profissionais e pesquisadores, pautado na excelência e acompanhamento tutorial, para mais de 180 bolsistas e voluntários envolvidos.

    O “PET nas Escolas” está sendo retomado após uma pausa devido à pandemia da Covid-19. Participam 15
    grupos do Programa na universidade, integrantes da União dos Grupos PET (UniPET), representando os cursos de Agronomia, Economia, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Civil, Engenharia Química, Engenharia Têxtil, Farmácia, Física, Informática, Matemática, Odontologia, Pedagogia, Química e Zootecnia.

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    26-06-2024
    A Prefeitura de Sarandi, por meio da Secretaria de Assistência Social, promoveu nesta quarta, 26, passeio com atendidos do Centro Integrado de Ações Pedagógico e Social (Ciaps) ao Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi), da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

    O passeio reuniu 56 crianças e adolescentes numa manhã de cultura, aprendizado e muita diversão.

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    Os atendidos passaram pelas alas de biologia e química, aprendendo sobre biomas brasileiros, tipos de insetos e diversos animais silvestres empalhados. No laboratório, observaram experimentos químicos com diferentes ativos, que despertaram curiosidade, provocaram interesse e promoveram aprendizado.

    Lucas Martins Walter, de 11, é atendido pelo Ciaps há mais de 5 anos. Mesmo não sendo a primeira visita ao museu, ele conta que a emoção é sempre a mesma.

    “É a terceira vez que venho aqui e ainda não consegui ver tudo. É muita coisa nova para aprender”, afirma. Os experimentos químicos é a parte que mais gosta de visitar.O Ciaps atende, semanalmente, cerca de 170 crianças e adolescentes, divididos por faixas-etárias.

    “Nosso desafio é sempre trazer novas atividades para os atendidos, que estimulem o aprendizado, e desenvolvimento de repertório cultural e boa convivência” afirma Elena Silva, coordenadora do Ciaps. O atendimento é feito no contra turno escolar.

    O Museu Dinâmico Interdisciplinar atua, desde 1985, na integração da universidade com o ensino fundamental, médio e comunidade em geral. Criado a partir de Projeto de Extensão e o Centro Interdisciplinar de Ciências (CIC), o museu recebe pessoas de diferentes partes do Brasil. O objetivo é facilitar o acesso da população aos conhecimentos científicos.

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    25-06-2024
    Os mais de 10,8 mil candidatos aos vestibulares de Inverno e EaD 2024 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) já sabem onde prestarão os concursos no dia 14 de julho. Os locais de prova foram divulgados pela Comissão do Vestibular Unificado (CVU) na tarde desta segunda-feira (24).

    Para conferir o local de prova, os vestibulandos que tiveram suas inscrições homologadas devem acessar o Menu do Candidato do respectivo concurso, por meio do site da CVU ou do App Vestibular UEM. Serão necessários o número de inscrição e a senha criada pelo candidato. Além do endereço, é importante conferir os números do bloco e da sala de aplicação.

    Já os inscritos que pagaram a taxa de inscrição após o dia 14 de junho ou que pagarão até o dia 6 de julho, conforme prazo reaberto pela CVU, terão suas inscrições homologadas em 10 de julho – no mesmo dia, os locais de prova para esses candidatos serão disponibilizados no Menu do Candidato.
    Em Maringá, as provas serão realizadas no câmpus sede da UEM e na UniCesumar. Também haverá aplicações em outras 11 cidades do Paraná – Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Curitiba, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa e Umuarama. Confira, ao fim da matéria, os endereços de todos os locais de aplicação.

    As provas ocorrem entre 13h50 e 19h do dia 14 de julho, com entrada permitida nas salas de aula a partir das 13h20. Conforme a CVU, os candidatos devem sair de casa cedo – a recomendação é chegar ao local de prova com, no mínimo, uma hora de antecedência em relação ao início do teste. Os resultados dos concursos serão publicados no dia 9 de agosto.

    Durante as cinco horas de exame, os concorrentes deverão responder a 50 questões objetivas, no estilo somatória, além de uma redação com, no mínimo, 15 linhas. Orientações e conteúdos programáticos das provas podem ser consultados nos manuais do candidato do Vestibular de Inverno e do Vestibular EaD 2024.O concurso de Inverno oferta, ao todo, 1.108 vagas para os mais de 70 cursos da UEM. As graduações estão distribuídas entre seis câmpus da instituição – Maringá, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã e Umuarama. Todas as oportunidades reservam vagas para cotas sociais, para negros, ou para Pessoas com Deficiência (PcD).

    Devido à eliminação da prova de conhecimentos específicos, promovida pela CVU no ano passado, cada candidato pôde selecionar até três opções de cursos, não necessariamente da mesma área. Desde os últimos concursos, a novidade tem impactado positivamente no aproveitamento das vagas oferecidas – no Vestibular de Verão 2023, por exemplo, 94,8% das vagas foram preenchidas.

    O Vestibular EaD 2024 disponibiliza 755 vagas para as graduações em Ciências Biológicas, Física, História, Letras Português/Inglês e Pedagogia, distribuídas nos 21 polos EaD da instituição.

    Bancas de heteroidentificação
    A CVU também publicou, nesta segunda-feira (24), edital com procedimentos para a verificação da condição autodeclarada na inscrição para acesso à políticas de cotas para negros (pretos e pardos) do Vestibular de Inverno 2024 e do Vestibular EaD 2024.

    Conforme o documento, as bancas de heteroidentificação ocorrerão logo após a realização das provas, em 14 de julho. Ao deixar a sala de aplicação, o candidato será encaminhado ao local de realização da entrevista. O concorrente deverá portar documento de identificação com foto – o mesmo utilizado para ingresso na sala de prova.

    Segundo a CVU, a presença na banca de heteroidentificação é obrigatória para a concorrência a vagas via política de cotas da UEM. O resultado das bancas será publicado no dia 17 de julho de 2024, às 17h, no site da CVU. Demais orientações são encontradas no edital.

    Mais informações sobre os vestibulares de Inverno e EaD podem ser consultadas no site da CVU. Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato com a CVU/UEM pelo WhatsApp (44) 3011-5705 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    Locais de prova
    – Maringá: UEM (Câmpus Sede) – Av. Colombo, 5790.

    – Maringá: UniCesumar – Av. Guedner, 1610 – Bloco 8.

    – Apucarana: Unespar – Av. Minas Gerais, 5021.

    – Campo Mourão: Centro Universitário Integrado – Unidade Câmpus – R. Lauro de Oliveira Souza, 440.

    – Cascavel: Unioeste – R. Universitária, 2069.

    – Cianorte: UEM (Câmpus Regional de Cianorte) – R. Dom Pedro II, s/n.

    – Curitiba: Universidade Tuiuti do Paraná – R. Padre Ladislau Kula, 395.

    – Goioerê: UEM (Câmpus Regional de Goioerê) – Av. Reitor Zeferino Vaz, s/n.

    – Ivaiporã: UEM (Câmpus Regional do Vale do Ivaí) – Av. Espanha, s/n (próximo ao fórum).

    – Paranavaí: Unespar – Av. Gabriel Esperidião, s/n.

    – Pato Branco: UTFPR – Via do Conhecimento, s/n – Km 01.

    – Ponta Grossa: UniCesumar – R. Desembargador Westphalen, 60-B.

    – Umuarama: UEM (Câmpus Regional de Umuarama) – Av. Doutor Ângelo M. da Fonseca, 1800.

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    24-06-2024
    Responsabilidade social, sustentabilidade e segurança alimentar caminham lado a lado em um projeto de extensão da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Vinculada ao Departamento de Agronomia da instituição estadual de ensino superior, a iniciativa mantém hortas comunitárias em casas de recuperação que atendem pessoas em situação de rua ou em tratamento da dependência de substâncias químicas no distrito de Iguatemi, na zona rural de Maringá, região Noroeste do Paraná.

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    O projeto conta com o apoio do Governo do Estado, por meio do Fundo Paraná, uma dotação orçamentária para o fomento científico, administrada pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). As atividades são desenvolvidas como extensão universitária, no âmbito do programa Universidade Sem Fronteiras (USF), considerado uma política pública de estado, com amparo Lei n.º 16.643/2010.

    As produções de hortaliças ficam próximas da Fazenda Experimental da UEM, em comunidades terapêuticas como o Projeto Vida e o Recanto Mundo Jovem. Na Casa de Acolhida Coração Imaculado há, ainda, criações de suínos, ovinos e aves. Todas as culturas são mantidas com o trabalho voluntário de cerca de 80 internos das casas de recuperação, que enxergam, no projeto, uma oportunidade de aprendizado, trabalho e ressocialização.

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    Com a coordenação do professor José Gilberto Catunda Sales, uma equipe de estudantes de graduação e profissionais formados pela UEM é responsável pela implantação e o suporte técnico às hortas e às criações de animais. Os estudantes participantes recebem bolsas de extensão universitária.

    Para o diretor-geral da Seti, Jamil Abdanur Júnior, a extensão universitária tem papel fundamental na integração da universidade com a sociedade.

    “Esses projetos trazem retorno social e posicionam a ciência e a universidade a serviço das pessoas”, afirma. “Visitar iniciativas como essa é importante, pois conseguimos verificar, in loco, que os recursos estão sendo, de fato, bem investidos e trazendo resultados significativos para a sociedade”.

    Esse projeto de extensão da UEM acontece desde 2018 voltado para a ressocialização de pessoas em recuperação. A iniciativa já passou por formatos variados e envolveu outras organizações de Maringá.

    PRODUÇÃO ALIMENTAR – As hortas comunitárias abastecem as cozinhas das próprias casas de recuperação e o excedente é comercializado com estabelecimentos da região, como forma de geração de renda aos participantes. Há cultivos de alface, repolho, brócolis, couve, acelga, chuchu, abobrinha, salsinha, cebolinha, manjericão e outros. Já o manejo de animais envolve as criações de coelhos, ovelhas, patos e porcos. Livre de agrotóxicos, a produção garante a segurança alimentar dos internos e agrega conhecimento prático à formação dos universitários.

    O professor Gilberto Catunda Sales destaca que o propósito principal é o impacto social. “Os internos observam que as plantas cultivadas por eles mesmos na horta agora estão produzindo e isso é prazeroso para as pessoas que estão em recuperação, pois é uma forma de laborterapia voluntária”, salienta. “Se conseguirmos passar o senso de responsabilidade social para os estudantes, tenho certeza que eles viverão em uma sociedade mais solidária e comprometida com o futuro”.

    EXTENSÃO – O Programa Universidade Sem Fronteiras (USF) incentiva o cumprimento da função social das instituições de ensino superior públicas e privadas do Paraná, com o envolvimento de organizações da sociedade civil. As ações financiadas pelo programa buscam o desenvolvimento da extensão universitária, articulada ao ensino e à pesquisa, com foco na qualidade de vida da população.

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