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    19-07-2024
    O CMEI Monteiro Lobato, em Sarandi, vai passar por uma transformação neste fim de semana. Trata-se do Trote Solidário envolvendo os calouros do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

    O tradicional trote foi criado pelos alunos do curso há mais de 20 anos. “O objetivo é mostrar aos calouros como a arquitetura também pode transformar os espaços físicos e a vida das pessoas”, sintetiza Beatriz Fleury, professora adjunta do departamento.

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    Anualmente, junto com professores e veteranos, os calouros fazem uma intervenção em um equipamento público promovendo melhorias como pinturas e paisagismos.

    “Muita gente pensa que a arquitetura é focada apenas nas classes média e alta da sociedade. O Trote Solidário, promovido pelos alunos do 2º ano, mostra que o alcance é muito maior, permitindo o trabalho em equipe e a sensibilização para o trabalho social do arquiteto urbanista”, acrescentou.

    Serviço

    Neste sábado (20) e domingo (21), entre as 8h e 18h, a intervenção será no CMEI Monteiro Lobato, na rua Estrela Dalva, 126 – Jardim Universal, em Sarandi. Os alunos também fazem gincana para arrecadar livros e brinquedos para a escola.

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    22-07-2024
    Marcelo Escudeiro Hernandes, do Departamento de Matemática (DMA) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), está entre os finalistas da primeira edição do Prêmio Jabuti Acadêmico 2024. Ele concorre na categoria Matemática, Probabilidade e Estatística com o livro “Um primeiro contato com Bases de Gröbner e suas aplicações”.

    O livro aborda as Bases de Gröbner, um método matemático que resolve problemas algébricos relacionados a polinômios. Segundo Hernandes, a obra ilustra como essa ferramenta pode ser aplicada em diversas situações práticas, como modelagem de controle de tráfego ferroviário, coloração de mapas, sudoku, verificação de teoremas em Geometria Euclidiana e validação de construções com origami.

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    O resultado do Prêmio Jabuti Acadêmico será anunciado em 6 de agosto durante uma cerimônia no Teatro Sergio Cardoso, em São Paulo. A premiação, que reconhece obras de excelência nas áreas científicas, técnicas e profissionais, conta com 29 categorias divididas entre Ciência e Cultura e Prêmios Especiais. Cada vencedor receberá R$ 5 mil e uma estatueta. Ao todo, foram inscritas 1.953 obras nesta primeira edição.

    Além da entrega dos prêmios, a cerimônia incluirá uma homenagem à Professora Silvia Pimentel, escolhida como Personalidade Acadêmica desta edição inaugural do Prêmio Jabuti Acadêmico. Reconhecida internacionalmente por seu trabalho como professora, advogada e ativista pelos estudos de igualdade de gênero, Pimentel receberá uma honra especial aos 84 anos de idade.

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    20-07-2024
    A Diretoria de Cultura da Universidade Estadual de Maringá (UEM) promove o Arraiá da UEM com diversas atrações neste sábado (20) , a partir das 17h. A festa vai contar com muitas comidas típicas e shows ao vivo com Clube das Quina e Cumadre Sebastiana.

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    A Festa Julhina será no estacionamento entre o Restaurante Universitário e a Biblioteca Central (BCE). Artistas e entidades estudantis estarão numa feirinha expondo seu trabalho com diversos produtos. Na gastronomia, além das comidas típicas, o Arraiá contará com a presença de Food Trucks.

    O evento é uma atividade cultural que integra o Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia (ENEP) que ocorre na UEM entre os dias 17 e 21 de julho.

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    Um dos realizadores do evento, Antônio Nascimento, presidente da Executiva Nacional, prevê um bom publico pois o ENEP conta com mais de 400 estudantes de diversas regiões do País. “Mas é um evento para todos. Os portões estarão abertos pra comunidade”, observou.

    Serviço:
    Arraiá da UEM 2024 – Sábado, 20 de julho, das 17h às 22h no estacionamento entre o Restaurante Universitário e a Biblioteca Central (BCE). Entrada gratuita.

    O evento é uma promoção da Universidade Estadual de Maringá, juntamente com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Cultura (PEC), Diretoria de Cultura (DCU) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE). Saiba mais em:

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    16-07-2024
    A escolha da violência política de gênero como tema da redação do vestibular de inverno aplicado no último dia 14 de julho pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) é oportuna em vários sentidos. A proximidade do processo eleitoral que acontece nos mais de 5.500 municípios brasileiros é apenas o mais óbvio dos motivos que a fazem tão adequada ao momento.

    Os textos de apoio adotados pela prova fizeram referência à existência da lei 14.192 de 4 de agosto de 2021, sugerindo, acertadamente, certo subdesenvolvimento de suas potencialidades.

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    Um dos textos aponta, nesse sentido, o registro de 7 casos mensais de humilhações, constrangimentos e ameaças visando impedir ou dificultar o exercício dos direitos políticos ativos, como candidatas ou exercentes de mandato, por parte de mulheres em todo o país. Não é mesmo de duvidar.

    Por outro lado, uma sondagem feita nos diversos tribunais eleitorais do Brasil, que são os que têm competência para o julgamento do crime violência política de gênero incluído pela já mencionada lei de 2021 no art 326-B do Código Eleitoral, revela um número muito limitado de precedentes.

    Medidas importantes têm sido adotadas para incrementar a efetividade das previsões legais já existentes. Elas se inspiram também nos vários tratados e outros documentos internacionais preocupados não só em promover a igualdade de gênero – Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) n. 5 da ONU – mas especificamente voltados a prevenir, punir e até erradicar o assédio político contra mulheres que ousam acessar os espaços de poder e decisão política.

    Em nível local, é justo apontar a existência do Protocolo para Atuação Conjunta no Enfrentamento da Violência Política contra a Mulher para a região de Maringá. Concebido e proposto pela vereadora e procuradora da mulher da Câmara Municipal de Maringá, Professora Ana Lúcia, a iniciativa é expressão de toda uma confluência de legítimos anseios das autoridades competentes da região no sentido de assegurar efetividade ao combate à violência política de gênero, em especial por meio do registro, apuração e processamento das denúncias trazidas pelas vítimas.

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    Nossa experiência com o tema em alguns casos concretos tem mostrado, contudo, certa incompreensão quanto aos contornos assumidos pela criminalização existente no art 326-B justamente por parte de quem compete aplicá-la.

    Em mais de um caso identificamos, a despeito do reconhecimento da existência da ofensa, uma inclinação precoce, por delegados, membros do Ministério Público e juízes, antes mesmo dos mais elementares atos de investigação, em excluir a finalidade de atingir o gênero feminino.

    Em geral, tem-se confundido motivo – algo que precede a ação de discriminar -, com o fim mesmo de tal conduta, que é o de impedir ou dificultar o exercício dos direitos políticos pelas mulheres. Tal tendência é sintomática da mudança cultural que nossos sistemas político e social precisam experimentar.

    A proposta de emenda constitucional n. 9/2023 que tem por objetivo anistiar os partidos políticos que não cumpriram com as cotas raciais e de gênero na aplicação dos recursos financeiros em campanhas eleitorais passadas – a chamada PEC da Anistia, hoje em rápida tramitação no Congresso Nacional – caminha no sentido diametralmente contrário à transformação estrutural de que tanto precisamos. A UEM e seu vestibular sabem disso.

    [1] Advogado e professor. Atualmente atua como pesquisador no Observatório das Metrópoles – núcleo Maringá e no Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais (IPDMS). (marcoalexandre.com).

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    15-07-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é vice-campeã da 63ª edição dos Jogos Universitários do Paraná (Jups), sendo a melhor classificada entre as universidades públicas do estado. Os jogos tiveram início em 6 de julho e terminaram na última quinta-feira (11), na cidade de Guarapuava.

    A delegação da UEM foi composta por 233 atletas e 15 treinadores. Os professores coordenadores são o coordenador geral da Coordenadoria de Desporto e Recreação (CDR), Adolpho Cardoso Amorim, o coordenador adjunto da CDR, Alexandre Miyaki da Silveira, e o técnico administrativo, Ricardo Henrique Bim.

    A equipe da CDR compartilha sua felicidade e satisfação com o desempenho dos acadêmicos, que disputaram todas as competições individuais e coletivas com muita garra e disciplina, honrando a instituição. De um total de 19 universidades que participaram dos Jups 2024, o Centro Universitário de Maringá (Unicesumar) ficou em primeiro lugar (553 pontos), a UEM em segundo (452 pontos) e a Universidade Federal do Paraná (Ufpr) em terceiro (292 pontos).

    As modalidades que conquistaram o 1º lugar são: xadrez masculino e feminino; tênis de mesa masculino e feminino; acadêmico masculino; tênis de campo feminino; e vôlei de praia feminino. Os atletas agora competirão na 72ª edição dos Jogos Universitários Brasileiros de 2024 (JUBs), em Brasília, entre 8 e 19 de outubro.

    As posições alcançadas nas demais modalidades são: 2° lugar – atletismo masculino; 2° lugar – atletismo feminino; 2° lugar – badminton masculino; 2° lugar – judô masculino; 2° lugar – tênis masculino; 2° lugar – vôlei de praia masculino; 3° lugar – basquetebol feminino; 3° lugar – judô feminino; 3° lugar – karatê masculino; 3° lugar – natação masculina; 4° lugar – basquete 3×3 feminino; 4° lugar – basquetebol masculino; 5° lugar – badminton feminino; 5° lugar – basquete 3×3 masculino; 5° lugar – futsal masculino; 5° lugar – handebol feminino; 5° lugar – karatê feminino; 5° lugar – natação feminina; 5° lugar – voleibol masculino; 6° lugar – handebol masculino; 8° lugar – futsal feminino; e 9° voleibol feminino.

    (Ana Laura Correa/UEM)

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