uem-na-midia
    21-03-2024
    O reitor da da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Leandro Vanalli, assinou, na manhã desta quinta-feira (21), no Gabinete da Reitoria (GRE), a ordem de serviço para a conclusão das obras do Bloco S-40, onde funcionará a Unidade de Reabilitação Física e Mental, dentro do complexo do Hospital Universitário de Maringá (HUM).

    “A assinatura desta ordem de serviço é muito especial não só pelo fato de concluirmos mais uma obra, mas também por se tratar do término de uma unidade que irá prestar atendimento de grande relevância para a comunidade de Maringá e região. A nossa gestão está empenhada e comprometida com a conclusão das obras paralisadas.”

    Segundo Vanalli, o projeto do Bloco S-40 foi idealizado pela professora Silvia Maria Tintori, chefe do Departamento de Medicina (DMD). Tintori está entusiasmada com a retomada das obras que beneficiarão pacientes de diversas enfermidades.

    “A unidade irá prestar atendimento aos pacientes do Hemocentro, os hemofílicos e, principalmente, falcêmicos, como também os doentes da reumatologia, que encontram bastante dificuldade em ter atendimento, sendo que o nosso ambulatório de reumatologia é um dos mais procurados. Poderá também atender os pacientes da ortopedia, que precisam de uma reabilitação mais rápida. Esperamos que ela seja finalizada o mais rápido possível. Agora, vamos precisar de recursos para a compra de equipamentos, para que quando a obra estiver concluída, já possamos dar início aos atendimentos.”

    Segundo ela, serão feitas parcerias com outros departamentos da universidade para uma atuação em conjunto no local, como as áreas de Educação Física e Psicologia.

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    A nova unidade compreende uma construção térrea, com área de 464,23 m², destinada ao atendimento individual e coletivo dos pacientes que necessitam de atenção em nível terciário no que se refere à reabilitação física e psicossocial, bem como a um grupo específico de psicopatologia que são os autistas. Além dos ambientes internos, há previsão de um espaço externo denominado Jardim Japonês, que servirá para tratamento, lazer, descanso dos pacientes e contemplação, concomitantemente com a Academia ao Ar Livre. A obra terá também aquecimento solar de água, sistema de aproveitamento de água de chuva e sistema de energia solar fotovoltaico.

    A empresa contratada para a concluir a obra em seis meses é a Batech Construção e Engenharia e o valor licitado para execução é R$ 2.301.599,98. “Temos um prazo apertado para executar o serviço, mas vamos nos empenhar muito para cumprir dentro do tempo determinado, pois entendemos a importância desta obra tanto para a Universidade quanto para toda a comunidade que vai ser atendida no local”, afirmou o engenheiro civil Carlos Henrique Salles, proprietário da construtora.

    O segundo representante da empresa, o engenheiro civil Antônio Carlos Alves Sampaio entende que apesar da obra ter uma certa complexidade, ela será executada dentro do prazo. “Mesmo sendo complexa, pois tem piscina, lago, sistemas de aquecimento de água, aproveitamento de energia, reaproveitamento de água, parte de externa e arborização, os projetos estão bem detalhados e a gente vai conseguir fazer a obra a contento.”

    A superintendente do HUM, Cremilde Radovanovic, fez questão de agradecer a todos os envolvidos neste projeto, desde a sua concepção até o presente momento, ressaltando o empenho do reitor da UEM para que a obra fosse retomada.

    “Como muitos já falaram, a obra não é feita para nós, mas sim para servirmos a comunidade, para que lá na ponta os usuários sejam beneficiados. Será um centro de reabilitação física e mental totalmente SUS, gratuito, e que sabemos que há uma demanda deste tipo de serviço em nossa região”, contextualiza.

    A expectativa é que a ampliação do espaço permita resultados mais efetivos na recuperação dos pacientes, provocando impacto positivo direto na oferta de leitos do HU.

    De acordo a prefeita do câmpus, Doralice Soares, a equipe da UEM responsável pela obra é formada pela servidora do HUM, Mirian Aparecida Micarelli Struet (gestora do contrato); e pelos servidores da Prefeitura do Câmpus (PCU); Gabriel Veloso Dzierwa (fiscal da obra); Roney Berti de Oliveira (diretor de obras e projetos); Ricardo Roberto Botter (coordenador da equipe de fiscalização e acompanhamento); Claudia dos Santos Belem (fiscal de obra suplente) e Geraldo José dos Santos (gestor do contrato suplente).

    O Bloco S-40 irá congregar, em sua infraestrutura, os seguintes setores:

    – Serviço de reabilitação e condicionamento físico: recepção, piscina de hidroterapia, sala de musculação, consultório multidisciplinar, vestiários e sanitários;

    – Serviço de Atendimento ao Autista: recepção, salas de atendimento individual, salas de atendimento em grupo, sanitários;

    – Academia ao Ar Livre: equipamentos de ginástica para adultos e crianças, jardim com bancos, espaço de descanso.

    A Unidade de Reabilitação Física e Mental fica localizada na Av. Mandacaru nº 1590.

    Foto: UEM

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    25-03-2024
    Uma doença que tem vacina, tratamento e cura ainda mata milhares de pessoas por ano no mundo: a tuberculose. Na região Noroeste do Paraná, o trabalho para prevenção e conscientização sobre o tema passa pelo Laboratório de Ensino, Pesquisa e Análises Clínicas (Lepac) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), que é referência no diagnóstico da doença.

    Localizado no câmpus sede da universidade e vinculado ao Centro de Ciências da Saúde (CCS), o Lepac tem convênio com o Governo do Estado para atendimento aos 30 municípios da 15ª Regional de Saúde. Em casos suspeitos de tuberculose, no entanto, o laboratório faz exames para toda a macrorregião, que totaliza 115 municípios. Somente em 2023 o Lepac fez 1.604 Testes Rápidos Moleculares (TRM). Quase 10% do total – 149 casos – tiveram resultado positivo.

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    O tratamento aos positivados ocorre em outra frente de atuação da UEM no combate à tuberculose – o Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM). Referência no tratamento de diversas infecções, o hospital atendeu 119 casos suspeitos de tuberculose em 2023. Destes, 27 foram inicialmente confirmados e 19 tiveram alta, além de dois abandonos, um óbito e cinco mudanças de diagnóstico.

    Segundo a professora do Departamento de Medicina (DMD) e médica infectologista Maria Emilia Avelar Machado, a precocidade do diagnóstico é uma das principais medidas no combate à doença, alerta importante neste Dia Mundial de Combate à Tuberculose. “Quanto mais cedo se faz o diagnóstico, melhor para o paciente e menor o risco de infectar outras pessoas, e principalmente as pessoas mais próximas. Tuberculose tem tratamento e tem cura”, afirma.

    Outra preocupação dos profissionais do HUM é garantir que o tratamento seja correto e completo. A melhora nos sintomas durante os primeiros dias de medicação pode levar pacientes a interromperem o tratamento de forma precipitada. Essa atitude pode aumentar a resistência das bactérias, diminuindo as chances de cura.

    O Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NVE) do HUM prepara, a cada ano, um boletim com dados oficiais e um levantamento dos municípios e bairros de origem dos pacientes tuberculosos. Também são levantados fatores socioeconômicos, como idade, renda e hábitos de consumo, além de outros fatores de risco associados à infecção, o que permite um melhor mapeamento da doença na região. Os dados de 2023 já foram coletados, e o novo documento já está em confecção.

    TESTES

    O TRM, aplicado no HUM, é capaz de detectar o DNA da bactéria causadora da doença diretamente na amostra de escarro do paciente. O resultado fica pronto em cerca de duas horas. No Lepac, a amostra é analisada pelo GeneXpert, equipamento cedido ao laboratório pelo Ministério da Saúde, em 2018. O dispositivo oferece alta sensibilidade para detecção da tuberculose, bem como maior rapidez na liberação do resultado em comparação com o exame de baciloscopia – visualização da bactéria no microscópio –, que é utilizado há mais de 100 anos.

    Segundo a professora do Departamento de Análises Clínicas e Biomedicina (DAB) e coordenadora do Lepac, Regiane Bertin de Lima Scodro, o laboratório também faz a cultura da amostra clínica do paciente e o teste de susceptibilidade aos fármacos aplicados no tratamento da doença. Os procedimentos ajudam a identificar se a bactéria detectada possui resistência aos antibióticos mais usados no combate à tuberculose.

    O equipamento usado para esse processo é o BD BACTEC MIGT, sistema presente em apenas dois laboratórios do Paraná – além do Lepac, no Laboratório Central do Estado (Lacen), em São José dos Pinhais. “O método automatizado apresenta mais sensibilidade quando comparado ao exame manual. Esse sistema de cultura, que possibilita o crescimento da bactéria, garante um exame de alta qualidade e de maior rapidez para atender as necessidades dos pacientes com tuberculose”, destacou a coordenadora.

    Um desafio para os profissionais do laboratório são os casos assintomáticos da doença. Segundo a coordenadora, muitas pessoas podem estar infectadas mesmo sem apresentarem sintomas, em quadro chamado de “tuberculose infecção”.

    Para esses casos, o Lepac implantou, em 2022, o exame IGRA, teste realizado no sangue do paciente. O método identifica o componente da resposta imunológica do organismo infectado e, por isso, permite maior precisão no diagnóstico dos casos assintomáticos. O teste pode ser usado em pessoas que tiveram contato com doentes ou que, por outro motivo, tenham suspeita de infecção. Os exames de alta qualidade realizados pelo Lepac são, em sua maioria, subsidiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como forma de apoio à saúde pública.

    CURSOS

    Além das ações do Lepac e do HUM, a UEM oferta cursos de graduação e programas de pós-graduação nas áreas de Biociências, Biotecnologia, Ciências Farmacêuticas, Enfermagem e Medicina, que promovem a formação de profissionais com alta qualificação para atuarem no combate à tuberculose e outras doenças infecciosas.

    Os estudantes e docentes da Universidade, incluindo os colaboradores do Lepac e do HUM, realizam, com frequência, ações de conscientização à população sobre a tuberculose. Já foram promovidas iniciativas em locais como a Feira do Produtor, o Parque do Ingá e a Exposição Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Maringá (Expoingá).

    Colaboradores da UEM também participaram de atualizações técnicas para profissionais de saúde em municípios da 15ª Regional de Saúde do Paraná, com o objetivo de orientá-los sobre a prevenção e o correto tratamento da tuberculose.

    No âmbito da pesquisa, professores e alunos de pós-graduação desenvolvem diversos projetos com foco em prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Muitas das ações contam com apoio financeiro de agências de fomento à pesquisa, como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Araucária. São estudos de novas substâncias que apresentem atividade contra a bactéria e que, no futuro, possam ser utilizados como novo medicamento.

    DIA MUNDIAL DE COMBATE À TUBERCULOSE

    A escolha da data para o Dia Mundial de Combate à Tuberculose é emblemática. Há exatos 142 anos, também em um 24 de março, o médico alemão Robert Koch anunciava a descoberta da bactéria causadora da doença, batizada em sua homenagem.

    Mais de um século depois, o bacilo de Koch, de nome científico Mycobacterium tuberculosis, ainda intriga e preocupa médicos e pesquisadores por todo o mundo. De acordo com o Relatório Global sobre Tuberculose, da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em 2023, quase 10,6 milhões de pessoas tiveram tuberculose em 2022. Dessas, 1,3 milhão morreram devido à doença.

    Serviço:

    Hospital Universitário Regional de Maringá – Avenida Mandacaru, 1.590, no Parque das Laranjeiras, em Maringá, com funcionamento 24 horas por dia. É possível contatar o HUM pelo telefone (44) 3011-9100.

    Lepac – Bloco K-10 do câmpus sede da UEM, com atendimentos de segunda a sexta-feira, entre 7h20 e 11h30 e 13h e 17h. O telefone do laboratório é o (44) 3011-4317.

    AEN

    Foto: Regiane Bertin de Lima Scodro/Lepac/UEM

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    01-04-2024
    A Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários (PRH), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), anunciou a data e o local do sorteio da distribuição de vagas reservadas a Pessoas com Deficiência (PcD) e afrodescendentes nos concursos públicos em andamento para a contratação de docentes.

    Com transmissão ao vivo pelo YouTube, o sorteio será realizado na próxima terça-feira (2), a partir das 8h, no Núcleo de Educação à Distância (Nead), localizado no Bloco H-01 do câmpus sede da Universidade. Os interessados também podem acompanhar de forma presencial a realização do sorteio, organizado pela Divisão de Recrutamento e Seleção (RES), da Diretoria de Recursos Humanos (DRH), vinculada à PRH.

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    Em cumprimento à instrução normativa nº 002/2024-PRH, os percentuais previstos na legislação para reserva de vagas a PcD e afrodescendentes – pretos ou pardos – serão calculados sobre a soma do número de vagas ofertadas nos editais de número 185, 186, 187, 208, 209, 229 e 230/2024-PRH. Os sete editais totalizam 152 vagas.

    Assim, serão reservadas oito vagas para PcD e 15 para afrodescendentes, conforme a legislação estadual vigente, que determina o percentual mínimo de vagas reservado a cada categoria – 5% para PcD e 10% para afrodescendentes. O sorteio de terça-feira (2) definirá quais áreas do conhecimento terão vagas reservadas aos candidatos cotistas.

    Caso não haja candidatos aprovados ou habilitados às vagas reservadas a PcD ou afrodescendentes, as vagas serão preenchidas pelos demais candidatos de ampla concorrência, conforme a ordem geral de classificação. Nesse caso, segundo a PRH, o quantitativo de vagas reservadas a cotas será somado ao percentual do próximo concurso de contratação docente aberto pela UEM.

    O edital nº 106/2024-PRH, que contém as retificações da metodologia aplicada, e a instrução normativa nº 002/2024-PRH podem ser consultados no site oficial da RES. No mesmo endereço, encontram-se os editais referentes aos concursos públicos em andamento.

    Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato com a RES pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone e Whatsapp (44) 3011-4352.

    Foto: UEM

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    01-04-2024
    O Restaurante Universitário (RU), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), começa hoje (1º), a aceitar pagamento em PIX na compra dos tickets de alimentação. As operações serão realizadas por meio da leitura do QR code, emitido pelo caixa do RU, utilizando o aplicativo de qualquer instituição bancária. Assim que o pagamento for efetuado, o caixa é notificado e entrega o ticket ao comprador.

    Não será necessário enviar qualquer comprovante, pois é identificado o pagamento imediatamente e registrado no sistema financeiro da UEM.

    Uma novidade é o baixo custo da operação, visto que as tarifas para movimentações via PIX são bem inferiores quando comparadas com uso dos cartões de débito e crédito.

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    O sistema foi desenvolvido em parceria entre a Reitoria, Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD), a Pró-Reitoria de Administração (PAD), a Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários (PRH), o Escritório de Projetos e Processos (EPP), a Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU) e o Banco do Brasil. Os profissionais de T.I. envolvidos no projeto são: o assessor de Tecnologia da Informação, Giancarlo Lucca (PLD), que também é membro da CVU; o assessor de Desenvolvimento de Sistemas, Walter Marcondes Filho (PLD), e a prestadora de serviços, Giovanna Cristina de Souza Bettin.

    O coordenador técnico do EPP, Sidinei Silvério da Silva, comenta que o Escritório tem contribuído em várias ações, projetos, melhorias e inovações no RU, visando um ambiente moderno e eficiente, que proporciona ainda mais comodidade para a comunidade acadêmica. “A opção de pagamento por PIX torna mais fácil e rápido as refeições dos alunos e funcionários. Queremos parabenizar ao chefe do RU, Fábio José Kelmer, sua equipe de colaboradores e a atual gestão, que estão sempre em busca de melhorias e modernizações para a experiência dos usuários no Restaurante”, fala Silva.

    Vale ressaltar que houve um esforço conjunto entre os envolvidos para obter isenção das taxas bancárias nos primeiros 60 dias do serviço. Posteriormente, um valor simbólico será cobrado, proporcionando uma economia financeira para a UEM.

    Foto: UEM

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    04-04-2024
    Atenderá pessoas de baixa renda (até três salários mínimos mensais), auxiliando-os no preenchimento da declaração

    A Universidade Estadual de Maringá (UEM), por meio do Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF), projeto de extensão do Departamento de Ciências Contábeis (DCC), realizará diversas ações de orientação sobre o Imposto de Renda Pessoa Física.

    Uma dessas ações é o plantão em locais públicos. Haverá plantões nos dias 11 e 18 de maio, no Shopping Terminal em Maringá. No sábado (11), das 9h às 18h, e no sábado (18), das 9h às 14h. Este plantão também ocorrerá no dia 4 de maio, na cidade de Cianorte.

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    Outra ação é o atendimento no Bloco B12, no câmpus da Universidade Estadual de Maringá, em Maringá. Para isso, o interessado deve agendar seu atendimento pelo WhatsApp 3011-3769 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    O NAF atende pessoas de baixa renda (até três salários mínimos mensais), auxiliando-os no preenchimento da declaração de IRPF de 2024, cujo prazo para envio é até 31 de maio. Contribuintes com rendimento superior a três salários mínimos mensais podem procurar o NAF para tirar dúvidas e receber orientações.

    A professora do DCC e orientadora no NAF, Mara Cristina Piovesan Cortezia, diz que “é comum os contribuintes terem dúvidas se estão obrigados ou não a enviar sua declaração de imposto de renda ou dúvidas no seu preenchimento, documentos necessários, modelo de declaração, uso do gov.br e declaração pré-preenchida, por exemplo”. Essas ações do NAF são justamente para orientar os contribuintes sobre essas dúvidas e evitar que a declaração entre em malha fina, fazendo com que o CPF do contribuinte fique irregular.

    Outro aspecto importante, ressalta a professora e coordenadora do NAF, Simone Leticia Raimundini Sanches, é a possibilidade do contribuinte que faz a declaração no modelo completo destinar parte do seu imposto de renda devido para o Fundo para Infância e Adolescência e/ou para o Fundo do Idoso. De acordo com a professora, “poucos contribuintes sabem dessa possibilidade”. O NAF também orienta como fazer essa destinação do imposto de renda e esclarece como é possível contribuir com projetos sociais que atendem crianças, adolescentes e idosos a partir do imposto de renda que já foi pago ou tem a pagar pelo contribuinte. “É um exercício de cidadania fiscal pelo contribuinte”, diz a professora”.

    As ações e orientações do NAF são gratuitas, com a participação de professores e alunos de Ciências Contábeis da UEM.

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