maringa-tera-exibicoes-gratuitas-de-filmes-do-mafua--de-28-a-30-10-na-uem
    23-10-2024
    O Dia Internacional da Animação (DIA) é uma Mostra de curtas-metragens de animação com exibições que acontecem em várias cidades de norte a sul do Brasil. A Mostra Oficial é composta por uma hora de curtas brasileiro (Mostra Nacional) e uma hora de curtas estrangeiros (Mostra Internacional) e é exibida simultaneamente – a Mostra Infantil e Mostra Ambiental – ambas compostas por filmes brasileiros em todas as cidades participantes do circuito, no dia 28 de Outubro, com entrada franca.

    Em Maringá, o DIA integra as ações da “MAFUÁ!”, a Mostra do Filme Universitário, Amador e Independente acontece nos dias 28, 29 e 30 de outubro às 19h30 na Universidade Estadual de Maringá no Bloco C67.
    Complementando a exibição dos curtas nacionais e internacionais haverá uma palestra com o professor Tiago Lenartovicz

    uem-estuda-uso-de-composto-na-propolis-para-tratamento-de-cancer-de-mama
    24-10-2024
    Um projeto desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), apoiado pelo Programa de Pesquisa Universal (Básica e Aplicada) da Fundação Araucária, estuda o uso de um composto de origem natural encontrado na própolis brasileira para o tratamento de câncer de mama. O composto avaliado é o artepillin C, isolado em laboratório, já analisado em outras pesquisas que mostraram atividade anticâncer em linhagens celulares de câncer de próstata, fígado, cólon, pulmão, renal, oral, cervical, gástrico e na leucemia, com resultados promissores.
    A coordenadora do projeto e professora do Departamento de Análises Clínicas e Biomedicina (DAB) da UEM, Vânia Ramos Sela da Silva, explica que estudos científicos mostram que o artepillin C apresenta importantes efeitos benéficos como ação antioxidante e anti-inflamatória, e por isso o seu efeito anticâncer também tem sido investigado.

    “Há poucos estudos sobre os efeitos do artepillin C em câncer de mama. Em nossa pesquisa usamos um modelo de cultura de células 3D, que é o modelo in vitro muito importante a ser utilizado nas pesquisas envolvendo o câncer, pois consegue representar maiores semelhanças com o tumor no organismo”, diz.

    Ela destaca que outras substâncias naturais e seus derivados são utilizados atualmente como agentes quimioterápicos. Além disso, alguns compostos naturais podem ajudar no tratamento de quimioterapia e radioterapia limitando os efeitos mais severos da terapia anticancerígena.

    “O artepillin C tem demonstrado promissora atividade em vários tipos de câncer e o nosso estudo tem mostrado atividade anticâncer deste composto também em células de câncer de mama. No entanto, estes resultados são ainda preliminares, e para ser usado efetivamente no tratamento para o câncer ele precisa passar por estudos clínicos, que serão essenciais para comprovar sua ação no organismo”, enfatiza Vânia.

    Sendo o câncer de mama o tipo mais comum da doença entre as mulheres em todo o mundo, sem considerar o câncer de pele não melanoma, é um importante problema de saúde pública que, segundo a coordenadora do projeto, requer a busca de novas estratégias de tratamento. “Por ser uma doença com tratamento limitado, com muitos efeitos adversos, e que nem sempre se obtém êxito, é de extrema importância a busca por novas estratégias que possam ser possíveis opções terapêuticas ou adjuvantes no seu tratamento”, afirma.

    PESQUISA EM BENEFÍCIO DA SOCIEDADE

    A Fundação Araucária já fomentou 78 projetos relacionados à temática do câncer em vários de seus programas. Os recursos investidos nas últimas edições do Programa Institucional de Pesquisa Universal (Básica e Aplicada), que fomentou o projeto sobre o uso do artepillin C no tratamento do câncer de mama, vêm aumentado consideravelmente.
    Em 2021 foram destinados ao programa R$ 8 milhões, e na última chamada, lançada este ano, estão sendo investidos R$ 30 milhões pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e pela Fundação Araucária.

    “Este investimento é essencial para que as instituições de ciência e tecnologia do Paraná continuem a desempenhar um papel de protagonismo no cenário científico nacional, gerando conhecimento e inovação que impulsionam diretamente o desenvolvimento do nosso estado e refletem em benefícios para a população”, afirmou a gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação Araucária, Fátima Padoan. ASC/UEM

    (Com informações da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Seti)

    ranking-da-folha-posiciona-uem-como-melhor-estadual-da-regiao-sul
    23-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é a melhor universidade estadual da região Sul e está entre as cinco melhores do Brasil pelo segundo ano consecutivo. A avaliação é do Ranking Universitário Folha (RUF) 2024, publicado nesta segunda-feira (21) pela Folha de S.Paulo.

    Conforme o ranqueamento, a UEM recebeu 83,35 pontos – de 100 possíveis na avaliação geral – e está entre as 24 melhores universidades do país. Dentre as 39 universidades estaduais ranqueadas, apenas as estaduais paulistas e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) ficam à frente da UEM. Ao todo, o ranking analisou 204 Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas, oriundas dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal.

    De acordo com o reitor da UEM, Leandro Vanalli, o bom resultado da instituição no RUF 2024 reflete o esforço diário da comunidade acadêmica. “Todas as conquistas que alcançamos, como o desempenho neste ranking, são fruto do trabalho intenso de nossos docentes, agentes universitários e estudantes para a consolidação de nossas ações de ensino, pesquisa e extensão”, afirmou.

    Assim como em 2023, a UEM figura em segundo lugar entre todas as instituições paranaenses, atrás somente da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e lidera no sistema estadual de ensino – também foram ranqueadas as universidades estaduais de Londrina (UEL), de Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Centro-Oeste (Unicentro), do Norte do Paraná (Uenp) e do Paraná (Unespar). A publicação analisou, ao todo, 17 instituições públicas e privadas do estado.

    uem-esta-entre-quatro-universidades-estaduais-do-pais-que-mais-pesquisam-biodiversidade
    21-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) figura entre as principais universidades latino-americanas que mais publicam pesquisas sobre biodiversidade. O reconhecimento vem do Top 30 das instituições de ensino superior da América Latina que mais produzem sobre o tema. O relatório foi publicado na última terça-feira (15) pela renomada editora acadêmica holandesa Elsevier, especializada em publicação científica mundial. Dentre as brasileiras da lista, apenas duas são paranaenses: UEM e Universidade Federal do Paraná (UFPR).

    De acordo com o ranking, o Brasil se destaca entre os países latino-americanos. Das 30 universidades listadas, 22 são brasileiras, das quais 18 são federais e quatro estaduais. O ranking é formado também por universidades da Argentina, Chile, Colômbia e México.



    Entre as universidades estaduais brasileiras, a UEM é a quarta instituição a entrar no ranking. Antes dela, estão a Universidade de São Paulo (USP), no topo da lista; a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em terceiro lugar; e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em quinto. A UEM figura na 21ª posição entre as brasileiras e 28ª das latino-americanas.



    O reitor da UEM, Leandro Vanalli, afirma que a inclusão da Universidade no ranking demonstra o importante papel da UEM na produção do conhecimento científico. “Estar ao lado de universidades de renome é uma conquista que reflete o empenho de nossa comunidade acadêmica, composta por docentes, pesquisadores e estudantes dedicados a produzir ciência de impacto global, especialmente em um tema tão relevante para a preservação da vida, o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. Este resultado nos incentiva a continuar investindo na pesquisa e na inovação, contribuindo para a preservação de nossa rica biodiversidade e para o avanço da ciência no Brasil. Nossa posição no ranking é, acima de tudo, uma vitória coletiva, e agradeço a todos que se empenham diariamente para o crescimento e a consolidação da UEM.”

    Para o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Maurício Reinert do Nascimento, o recente destaque da UEM neste ranking reflete o trabalho contínuo de seus grupos de pesquisa, como o Nupelia (Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura) e as iniciativas em agroecologia. Segundo ele, o relatório mostra como o Brasil está fazendo investimentos estratégicos em áreas fundamentais para o País, como a biodiversidade. “O Brasil é referência nessa área de pesquisa, e isso se deve, em grande parte, à nossa rica biodiversidade, que é uma parte importante de nossa identidade”, destaca.



    O pró-reitor ressalta ainda o fato da UEM, como uma universidade do interior do Paraná, se destacar ao lado de instituições relevantes no País e na América Latina. “O Nupelia, por exemplo, é uma referência não apenas no País, mas no mundo, e segue recebendo investimentos para expandir e aprofundar o conhecimento gerado aqui na UEM.”

    O vice-coordenador do Nupelia, Luiz Felipe Velho, também enfatiza que este ranking coloca a UEM entre as mais famosas universidades estaduais e as principais federais do País, evidenciando sua produção científica na área de biodiversidade. “Tirando as três famosas universidades paulistas, a UEM é a única e a quarta universidade estadual do Brasil classificada, todas as demais são federais. Temos vários grupos de pesquisa na UEM trabalhando com biodiversidade, mas, sem dúvida nenhuma, as quatro décadas de produção científica do Nupelia e as três décadas do PEA (Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais) têm contribuído enormemente para o estudo da biodiversidade, não só no Paraná, como também no Brasil e são os principais responsáveis por esse destaque da UEM nesta área.”



    Segundo ele, o PEA é um curso de pós-graduação em Ecologia com nota 7 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que tem focado seus estudos na Planície de Inundação do Alto Rio Paraná, e mais especificamente ainda sobre a biodiversidade desse ecossistema. O vice-coordenador do Nupelia, ainda citou o Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (PBC) e o programa de Pós-Graduação em Biologia Comparada (PGB) que realizam pesquisas em biodiversidade e colaboram para o posicionamento da UEM neste ranking.

    A coordenadora do Nupelia, Susicley Jati, avalia que o bom posicionamento da UEM na área é motivo de orgulho para os pesquisadores do Nupelia e destacou vários projetos, inclusive dois longevos. “Um deles é o Projeto de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (Peld), financiado pelo CNPq, que está sendo desenvolvido há 23 anos. Além dele, outro que existe há mais tempo é o Monitoramento de Macrófitas Aquáticas, mantido em parceria com a Itaipu Binacional, que inspeciona os principais braços do reservatório no lado brasileiro desde 1995.”



    Jati acrescentou que, em rede com outras instituições do Estado, os pesquisadores do Nupelia estão coordenando três estudos do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI): o de Serviços Ecossistêmicos, Taxonline e Emergência Climática. “Existem ainda outros projetos de biodiversidade que foram firmados diretamente com os pesquisadores, entre eles o Amazônia +10, da professora Evanilde Benedito e o projeto Biocar, que relaciona biodiversidade com a produção de carbono do professor Roger Paulo Mormul.”

    parana-faz-ciencia-2024-na-uem-atrai-38-mil-visitantes
    14-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi palco de um espetáculo de conhecimento e inovação com a 4ª edição do Paraná Faz Ciência (PRFC), realizada de 7 a 11 de outubro. Superando todas as expectativas, o evento se consolidou como o maior do gênero no Sul do Brasil, atraindo um público de 38 mil pessoas, entre visitantes e expositores, ao longo dos cinco dias de programação.

    A diversidade de atividades e a participação massiva de escolas fizeram a diferença. Mais de 130 escolas de Maringá e região levaram 13.100 alunos do ensino fundamental e médio para explorar os 52 estandes da mostra interativa de ciência, tecnologia e inovação, formada por 24 instituições parceiras e organismos da UEM. Ao todo, pessoas de 48 municípios prestigiaram o Paraná Faz Ciência, tornando a feira uma verdadeira vitrine do conhecimento.

    A programação foi desenhada para fascinar o público de todas as idades. Entre as atrações, estavam o Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi) da UEM e o ônibus interativo da Expedição do Conhecimento, equipado com uma série de recursos didáticos, como maquetes e painéis interativos – uma iniciativa da Itaipu Parquetec e Itaipu Binacional. Além disso, 53 ações de cursos de graduação da UEM participaram da Mostra de Profissões, sem contar a inauguração do novo Planetário Digital Professor Carlos Alfredo Argüello, que foi uma das grandes sensações, batendo recorde de visitações.

    A arte ganhou um espaço inédito e exclusivo. A Tenda Cultural reuniu cerca de 30 apresentações artísticas e culturais trazidas por instituições paranaenses. Foi também o local escolhido para o Show de Encerramento Brazuca Sound, comandado pelo ex-aluno da UEM, Paulinho Schoffen e banda.

    Saberes, diversidade, cultura, inovação e sustentabilidade

    O Paraná Faz Ciência 2024 contou com a participação de mais de 1.400 expositores e apresentou 190 projetos que demonstraram o impacto direto das universidades nas comunidades. Desses, mais de 46% das iniciativas foram de extensão, envolvendo contato com a sociedade, saúde e ações artísticas; 16,32% focaram em inovação e 15,79% em pesquisa.

    A 4ª edição promoveu ainda 232 ações educativas por meio de oficinas, palestras e visitas técnicas. As áreas de Ciências da Saúde e Ciências Exatas e da Terra foram as que mais se destacaram, cada uma com 33 projetos apresentados. Ciências Aplicadas contribuiu com 27 trabalhos, completando o rico mosaico de pesquisas paranaenses.

    Os eventos acadêmicos, como Encontro Anual de Extensão Universitária (EAEX), Encontro Anual de Ensino de Graduação (EAEG) e o Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC e EAIC JR), juntos apresentaram os resultados de mais de 1 mil pesquisas de estudantes do ensino médio, graduação e pós-graduação.

    Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ODS/ONU) pautaram a programação, mostrando o compromisso do Paraná Faz Ciência com o desenvolvimento social e ambiental. Entre os ODS mais presentes estavam a Educação de Qualidade (ODS 4), com 71 projetos; Saúde e Bem-Estar (ODS 3), com 50 projetos; e Indústria, Inovação e Infraestrutura (ODS 9), com 20 iniciativas.

    Rafael da Silva, organizador do evento e pró-reitor de Extensão e Cultura da UEM, comemora os resultados. “O Paraná Faz Ciência 2024 foi um sucesso absoluto. Batemos todas as nossas metas, de público geral e de estudantes. Eu só consigo agradecer a todos que ajudaram a construir o maior evento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do Sul do Brasil e um dos maiores do país”, enfatiza.

    Celebração do conhecimento e da inovação científica

    O reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Leandro Vanalli, expressa grande satisfação com o impacto do Paraná Faz Ciência, realizado na instituição. “Esse evento é uma verdadeira celebração do conhecimento e da inovação científica no nosso Estado. Foi uma oportunidade valiosa para aproximarmos ainda mais a Universidade da sociedade e mostrarmos como a ciência, a tecnologia e a extensão transformam a vida das pessoas”, afirma o reitor.

    Vanalli destaca a relevância do evento não apenas para a UEM, mas para todo o ecossistema de ensino superior e pesquisa do Paraná. “A união entre as nossas universidades estaduais, em um evento desta magnitude, fortalece a cooperação entre as instituições e amplia a visibilidade das iniciativas científicas. Mais do que nunca, as universidades precisam caminhar juntas, enfrentando desafios e construindo soluções para as demandas sociais”, enfatiza.

    O reitor também agradeceu o empenho de toda a comunidade universitária e das instituições parceiras que contribuíram para o sucesso da edição. “Esse evento mostrou a capacidade das universidades em liderar processos inovadores e revelou o desejo da população em conhecer mais de perto o trabalho que realizamos. Precisamos intensificar a promoção de ações que consolidem nosso relacionamento com a comunidade regional e impulsionem nossas iniciativas de ciência e tecnologia”, completa Vanalli.

    Para o reitor, o Paraná Faz Ciência é uma amostra concreta do compromisso da UEM com o desenvolvimento social e econômico do Estado. “Esse evento sintetiza nossa missão: produzir conhecimento relevante e aplicável, fomentar o desenvolvimento sustentável e promover o bem comum. Estamos muito felizes por sediar esse encontro e já vislumbramos novas oportunidades de relacionamento com a sociedade a partir desta experiência exitosa”, conclui.

    Mega estrutura

    Com uma estrutura cuidadosamente planejada, o evento proporcionou segurança e conforto para todos os participantes. A organização mobilizou 243 monitores voluntários, 105 seguranças, 60 brigadistas e uma equipe de limpeza com 60 profissionais. Além disso, uma ambulância equipada ficou disponível 24 horas por dia.

    Para aqueles que vieram de outras cidades, o evento ofereceu alojamento com segurança e serviços de limpeza, proporcionando um ambiente confortável para todos, além de transporte para escolas visitantes. O Restaurante Universitário (RU) serviu mais de 1.500 refeições gratuitamente, entre café da manhã, almoço e jantar.

    A estrutura climatizada também incluiu espaços especiais, como a sala de amamentação e a “sala da calma”, pensados para atender às necessidades de diferentes públicos com conforto e tranquilidade.

    A ampla logística envolveu servidores de todos os setores da UEM e contou com o suporte de 30 bolsistas, que ajudaram a garantir que tudo corresse de forma eficiente. O Paraná Faz Ciência 2024 mostrou que, além do conteúdo científico e cultural, a estrutura foi fundamental para o sucesso, proporcionando uma experiência segura, confortável e acolhedora para todos.

    Monitoramento em tempo real

    Todos os números apresentados nesta matéria foram coletados e disponibilizados em tempo real pela plataforma WebGIS Unioeste, que permite criar, gerenciar, analisar e mapear todos os tipos de dados por meio da tecnologia de geolocalização. Os painéis com os gráficos foram instalados na Estação Ciência e ficaram acessíveis ao público nos cinco dias de feira.

    O projeto de extensão desenvolvido pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) é uma ferramenta que facilita o gerenciamento e a análise dos dados. Essa capacidade de monitorar informações instantaneamente, como a quantidade de participantes e a distribuição de visitantes por áreas, proporcionou à organização do evento uma visão detalhada do fluxo de pessoas e do impacto das atividades.

    A coordenadora do WebGIS, Elaiz Buffon, conta que a semana foi muito significativa. “O Paraná Faz Ciência nos ofereceu uma oportunidade incrível de aplicar nossa tecnologia em um grande evento técnico-científico. Foi uma experiência inovadora, pois conseguimos monitorar tudo em tempo real, gerando mapas e indicadores que mostraram a movimentação e a participação de forma precisa”, reforça.

    No período pré-evento, o grupo coletou 1,5 milhão de dados; ao final dos cinco dias, esse número subiu para 8 milhões de informações. O sucesso do Paraná Faz Ciência 2024 surpreendeu até mesmo a equipe do projeto: “Mapear um evento com esse porte, que reuniu milhares de participantes, foi uma experiência além das nossas expectativas. Conseguimos captar dados de diversas escolas, universidades e instituições de todo o estado, proporcionando uma visão completa do que aconteceu durante os cinco dias”, explica.

    Paraná Faz Ciência

    O Paraná Faz Ciência é coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI), pela Fundação Araucária (FA) e pela Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), em colaboração com várias Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) do Estado.

    O maior evento científico do Sul do País nasceu durante a pandemia de Covid-19, com as duas primeiras edições sendo realizadas de forma on-line. Em 2023, o evento voltou a ser presencial na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e, neste ano, sua 4ª edição ocorreu na Universidade Estadual de Maringá (UEM).

    A iniciativa faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que tem como objetivo popularizar a ciência por meio de atividades realizadas em todo o Brasil.

    Todas as informações, reportagens e a galeria sobre o Paraná Faz Ciência na UEM estão disponíveis no site oficial do evento. ASC/UEM

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