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    03-10-2024
    Evento acontece de 7 a 11 de outubro

    A Universidade Estadual de Maringá sedia de 7 a 11 de outubro a 4ª edição do Paraná Faz Ciência. A edição 2024 do evento tem como objetivo debater e divulgar ciência, tecnologia, inovação e educação.

    Com o tema “Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade”, uma das grandes novidades desta edição do Paraná Faz Ciência é a incorporação do eixo específico para Cultura e Arte, reconhecendo-as como formas de saber e reafirmando seu papel essencial na produção do conhecimento científico e na inovação.

    Como parte do esforço de evidenciar o papel da cultura na produção do conhecimento, o evento também abarca o 1º Encontro de Dirigentes de Cultura das Instituições de Ensino Superior do Estado do Paraná, a ser realizado no dia 9 de outubro. De mentoria da Diretoria de Cultura da UEM (DCU), o encontro promove o fortalecimento da cultura nas instituições de ensino do Paraná, trazendo a discussão e troca de conhecimentos entre os responsáveis pela pasta nas universidades públicas de todo o Estado.

    Dentro do Paraná Faz Ciência, o eixo de Arte e Cultura também terá um espaço próprio próximo ao Museu Interdisciplinar (MUDI), a tenda Estação Cultura, que contará com apresentações de teatro, dança, música, oficinas e intervenções artísticas entre os dias 8 a 11 de outubro, em todos os períodos do dia.

    A programação da Estação Cultura traz atrações da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), Universidade Estadual de Londrina (UEL), projetos e artistas da própria UEM e outros grupos culturais da região.

    O encerramento do Paraná Faz Ciência, que também ocorre na Estação Cultura, fica por conta do Secretário de Cultura de Maringá, Paulinho Schoffen, com o show “BRAZUCA SOUND: TIM MAIA, BELCHIOR, JORGE BEN, DJAVAN E AFINS”.

    A entrada de todas as atividades do Eixo 5 – Arte e Cultura é gratuita. A programação completa da Estação Cultura pode ser encontrada no site do Paraná Faz Ciência 2024.

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    30-09-2024
    Hospital Universitário Regional de Maringá tem forte atuação com grupo de profissionais dedicados a acolher e oferecer às famílias a oportunidade de doação. Além disso, em abril deste ano começou a funcionar o laboratório de exames pré-transplante, o terceiro do Paraná.

    O ato de amor praticado por Roseli Placedina Pires e o esposo Mário Alves, doando todos os órgãos do filho Alex, somado à dedicação do pessoal ligado ao Serviço e à Comissão de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Scihdott), do Hospital Universitário Regional de Maringá, fazem do Setembro Verde um mês especial de sensibilização sobre o tema. Também consolidar 27 de Setembro como o Dia Nacional da Doação de Órgãos.

    Alex morreu em um acidente de moto, em agosto de 2007. Tinha 21 anos. Pastora evangélica há cerca de 16 anos, Roseli não tinha ideia à época da grandeza e da imensidão do gesto que a família estava praticando. “Mas sabia que era algo muito bom, que iria ajudar muitas pessoas”, diz ela. Hoje, está ainda mais convicta da relevância desta atitude.

    Passado algum tempo, a pastora voltou ao luto, conforme definição dela própria. Foi quando começou a passar mal e acabou perdendo os rins. Transplantada faz seis anos, diz que “voltou a viver”, principalmente pelo fato de não ter precisado mais fazer hemodiálise.

    O caso da enfermeira Raquel de Moraes Fonseca, funcionária de um grande hospital privado de Maringá, não é menos simbólico. Raquel ganhou um novo rim há 9 anos, após ter se cadastrado no serviço para receber o transplante e aguardado cerca de um ano e meio na fila.Ela teve o diagnóstico de insuficiência renal aos 25 anos. Num gesto de amor, a irmã dela, Débora, decidiu doar o rim em vida para a enfermeira, mas, a tentativa falhou porque Raquel apresentou uma intercorrência durante a cirurgia, retornando à hemodiálise em seguida.

    Com 46 anos à época, retornou de Curitiba e ficou um ano em recuperação. Ele voltou a trabalhar dentro do que considera uma vida normal, atuando, hoje, como funcionário de uma indústria metalúrgica. “E cá estou com uma saúde invejável”, afirma. Recuperado, definiu prioridades, como a família, a própria saúde, a fé, o ser humano e a natureza. Imaginou e conseguiu ver os dois filhos (Andressa e Bruno Henrique) formados na UEM, em Odontologia e em Biologia.

    Também alcançou outros dois desejos, o de ver os filhos casados e de poder apoiá-los financeiramente na compra de um apartamento para cada. Stabile vê como um presente divino a oportunidade de ter se tornado avô desde o último dia 28 de agosto, quando nasceu a neta Aurora. Um dia antes do nascimento dela, ele havia completo oito anos de transplante.

    Dorival entende como oportuna as pessoas conversarem com os familiares a respeito da doação de órgãos. “Manifeste o teu desejo de um dia ser um doador, proporcione vida a quem tanto precisa, ajude pessoas a concretizarem seus sonhos”, diz ele. “Graças a um gesto solidário de uma família que, juntamente comigo, salvaram mais cinco vidas”.

    TRABALHO DO HUM – A enfermeira Rosane Almeida de Freitas, coordenadora do SCIHDOTT, entende que setembro é especialmente significativo para a sensibilização de profissionais de saúde e comunidade em geral a respeito da doação de órgãos e tecidos para transplantes. Este ano a campanha lançada pelos profissionais que atuam no Serviço de Doação tem o tema “Doação de órgãos… Plante essa idéia!!!”.

    O Serviço e a Comissão de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes do HUM são coordenados por Rosane, com a colaboração dos enfermeiros Ellen Catarine Cabianchi e Fernando Taborda de Souza, além de profissionais da equipe multidisciplinar. O grupo é responsável por identificar potenciais doadores de órgãos e tecidos e, acima de tudo, se dedica a acolher as famílias de pacientes em estado crítico, independentemente da doação. Os profissionais oferecem apoio emocional e assistência nas questões sociais, buscando garantir um atendimento humanizado e digno, explica.

    Por se tratar de um hospital universitário, a equipe também capacita profissionais de saúde. “Nosso trabalho é acolher e esclarecer dúvidas durante o processo de Determinação de Morte Encefálica ou mesmo na Parada Cardiorrespiratória e dar às famílias a possibilidade de doação de órgãos ou tecidos. Quando mostramos que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e tratamos com respeito, seja na comunicação da gravidade do caso ou após o óbito, a família entende e agradece nosso cuidado. Assim, a doação de órgãos e tecidos torna-se uma consequência da assistência humanizada que oferecemos”, esclarece Rosane.

    Ela entende que passar por um processo de luto muitas vezes é inevitável. “Por isso, um acolhimento humanizado e respeitoso pode trazer alento e impactar positivamente às famílias, assim como um atendimento inadequado pode até causar danos emocionais irreparáveis”. “Doar algo que não faz falta é fácil, mas doar o bem mais precioso, alguém da nossa família é o maior ato de caridade que existe”, diz.

    EXAMES PRÉ-TRANSPLANTES – Além do trabalho desenvolvido pela SCIHDOTT, a UEM conta com a contribuição do Laboratório de Imunogenética (LIG), o terceiro a fazer exames pré-transplante no Paraná.

    Desde o início de abril deste ano, o Laboratório está aplicando os testes de histocompatibilidade para transplantes de órgãos sólidos de doadores falecidos.

    Os exames de Painel de Reatividade de Anticorpos (PRA) e Prova Cruzada (CrossMatch), fundamentais para transplante de órgãos de doadores falecidos, eram feitos somente no Laboratório de Imunogenética do Hospital Universitário Cajuru, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC), em Curitiba, e no Laboratório de Histocompatibilidade, do Hospital Universitário Regional de Londrina, da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

    Uma das principais vantagens é a redução do tempo de espera, destacando que média é de um doador falecido por dia, totalizando cerca de 30 exames por mês.

    Em abril foi iniciada a implantação do projeto de transição dos exames de Londrina para Maringá. O LIG começou a fazer a tipagem de antígenos leucocitários humanos (HLA) de doadores falecidos de órgãos, como rim, fígado, coração, entre outros. Neste segundo semestre, serão introduzidos os exames de monitoramento dos pacientes na lista de espera para transplantes renais e cardíacos, e, na sequência, os exames da prova cruzada, que é cruzar as células do doador com o sangue dessas pessoas que estão na lista de espera para saber quem pode receber.

    O novo atendimento passou a se somar aos exames já efetuados no LIG, que são de tipagem HLA de receptores e doadores de medula óssea, nas diferentes etapas do processo de busca por doadores compatíveis (família e Cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea – Redome).

    DOE VIDA

    A UEM também possui, desde 1997, o projeto “Doe Vida”, iniciado pelos professores do próprio Laboratório de Imunogenética. Coordenado pela professora Bruna Karina Banin Hirata, do Departamento de Ciências Básicas da Saúde (DBS), o projeto tem a participação de alunos de graduação e pós-graduação de diversos cursos da UEM.

    O trabalho é desenvolvido por meio de campanhas de conscientização em eventos acadêmicos e sociais em Maringá e região. O principal objetivo é levar informações de forma clara e descomplicada à população sobre transplantes de órgãos e medula óssea, desmistificando os muitos mitos que cercam o tema. A equipe do projeto incentiva as pessoas a se tornarem doadoras, destacando a importância de conversarem com seus familiares sobre essa decisão, uma vez que, no Brasil, a autorização final cabe à família do doador.

    O Paraná manteve a liderança nacional em doações de órgãos em 2023, registrando 42,5 doadores por milhão de população (pmp). Em números absolutos são 486 doadores efetivos. O Estado já tem uma das menores taxas de recusa familiar à doação de órgãos no país mas, segundo a coordenadora do “Doe Vida”, é fundamental que o trabalho de conscientização seja contínuo, de forma que esse índice se mantenha baixo, ou até mesmo diminua.

    Sobre os mitos que cercam o tema doação, Bruna Karina Hirata considera que o mais comum é as pessoas acharem que deixar um documento por escrito expressando o desejo de ser doador de órgãos ou o registro no cartório seja suficiente para que a doação de órgãos ocorra. Há também quem acredite que a lista de espera por órgãos pode privilegiar pessoas que tenham mais condições financeiras.

    uem-parana-faz-ciencia-deve-receber-35-mil-participantes
    27-09-2024
    Evento ocorre entre 7 e 11 de outubro, com o tema “Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade”

    A movimentação no câmpus sede da Universidade Estadual de Maringá (UEM) aumentou nas últimas semanas. O motivo é que falta muito pouco para o Paraná Faz Ciência, o maior evento científico do estado. A instituição vai sediar o encontro entre os dias 7 e 11 de outubro, e o comitê organizador está focado em cada detalhe para garantir que as atividades e os participantes sejam recebidos com o conforto e a estrutura que a ocasião merece.

    Embora o trabalho tenha se intensificado nos últimos dias, o organizador do evento, Rafael da Silva, afirma que a preparação começou bem antes da assinatura do convênio, e, por isso, muitos preparativos estão adiantados. “Começamos a trabalhar assim que soubemos que seríamos nós a sediar o Paraná Faz Ciência. Antecipamos o que era possível. Dessa forma, quando a parte burocrática foi finalizada, praticamente tudo já estava encaminhado”, tranquiliza.

    Mais de 30 instituições parceiras confirmaram presença. O encontro reunirá estudantes, professores, pesquisadores, profissionais de diversas áreas e o público em geral interessado em ciência e tecnologia. O tema desta edição do evento é “Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade”.

    A expectativa é que 35 mil pessoas, entre elas 10 mil alunos de ensino fundamental e médio, participem da extensa programação, que inclui debates, palestras, workshops, visitas técnicas, oficinas práticas, mostra de profissões, exposições de projetos científicos e apresentações culturais.

    As atividades ocorrerão em vários departamentos do câmpus. Entretanto, a maioria ficará concentrada em três estruturas: a maior delas é a tenda da Mostra Interativa de Ciência, Tecnologia e Inovação, com 420 m², que abrigará 50 estandes de instituições parceiras e de organizações da UEM, como o Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), os câmpus regionais e os museus da instituição. A Estação Cultural receberá as apresentações artísticas e culturais, e a Estação Profissões contará com mostras e atividades dos encontros anuais de Extensão Universitária (Eaex), de Ensino de Graduação (Eaeg), de Iniciação Científica (Eaic) e de Iniciação Científica Júnior (Eaic Jr).

    Novidades
    Durante o Paraná Faz Ciência, será inaugurado o Planetário e o novo bloco do Complexo de Centrais de Apoio à Pesquisa (Comcap). Além disso, será realizado o 1º Encontro do Conselho Paranaense de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (CPPG).

    Segundo o reitor, Leandro Vanalli, receber o Paraná Faz Ciência trará grande visibilidade para a UEM. “Estamos extremamente honrados em sediar o maior evento de ciência do Paraná aqui na nossa UEM. Este evento representa uma oportunidade de nos posicionarmos como centro da ciência e da tecnologia no estado durante o período da sua realização, promovendo a troca de saberes entre as universidades, instituições e a comunidade universitária, e, também, com a comunidade externa. Nossa expectativa é altíssima. Estamos prontos para receber o Paraná Faz Ciência 2024 e somos gratos a toda a equipe organizadora”, enfatiza.

    A UEM realizará o Paraná Faz Ciência 2024 em conjunto com a Fundação Araucária (FA) e a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) do Paraná. Para o secretário da Seti, Aldo Bona, a escolha da UEM pelo Conselho dos Reitores das Universidades Estaduais foi estrategicamente pensada com o objetivo de valorizar o conhecimento produzido no interior paranaense.

    “O Paraná Faz Ciência é o maior evento científico do Paraná, e, desde o ano passado, adotamos como estratégia realizar o evento no interior do estado. A UEM é uma grande referência na região, e nossa expectativa é reunir a comunidade científica paranaense e os demais interessados em conhecer os resultados do trabalho deste grande patrimônio do povo paranaense, que é o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior”, finaliza.

    Paraná Faz Ciência
    O Paraná Faz Ciência é organizado por Seti, FA e pela Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), em colaboração com várias Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) do estado. A iniciativa faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, um projeto nacional que tem o objetivo de popularizar a ciência por meio de diversas atividades realizadas em todo o Brasil.

    A ação paranaense nasceu durante a pandemia de Covid-19, com as duas primeiras edições realizadas de forma online. Em 2023, o evento voltou a ser presencial na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e, neste ano, terá sua 4ª edição, sediada na UEM.

    Programação
    A programação completa do Paraná Faz Ciência 2024 está disponível no site oficial do evento.

    As atividades do evento estarão divididas em seis eixos temáticos: 1) Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade; 2) Mostra Interativa de Ciência, Tecnologia e Inovação; 3) Visitas Técnicas; 4) Oficinas; 5) Cultura e Arte; e 6) Eventos Acadêmicos

    uem-pesquisas-com-bitucas-de-cigarro-e-casca-de-pinhao-concorrem-a-premios
    28-09-2024
    Ambos os trabalhos foram desenvolvidos pelo grupo Rinaldi Research Group, do Departamento de Química

    As pesquisas “Hidrocarvão ativado produzido a partir de bitucas de cigarro” e “Remoção Aprimorada de Bisfenol A Usando Hidrocarvões Derivados de Casca de Pinheiro: Mecanismos de Adsorção e Reutilização” estão concorrendo ao Prêmio Impactos Positivos 2024 e ao 22º Troféu Seriema – Prêmio Crea de Meio Ambiente, respectivamente.

    Ambas são desenvolvidas pelo grupo de pesquisa Rinaldi Research Group, liderado pelo professor Andrelson Wellington Rinaldi, do Departamento de Química (DQI) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), e têm como um dos autores o acadêmico do curso de Química (licenciatura), Rogerio Dos Santos Maniezzo.

    A primeira pesquisa consiste em converter bitucas de cigarro, um poluente que não possui uma política assertiva de descarte, em um material poroso que pode ser utilizado no tratamento de água e efluentes. O processo é mais barato do que o método convencional de obtenção de carvão ativado, que se dá pela pirólise.

    Já a segunda pesquisa trata-se do uso da casca do pinhão no desenvolvimento de um material adsorvente de bisfenol A (BPA), ou seja, com propriedade de fixá-lo e removê-lo. É um material que pode ser empregado em sistemas de purificação da água. Para Maniezzo, o trabalho é uma importante alternativa no tratamento de águas, oferece uma solução para o descarte de cascas de pinhão e agrega valor a elas.

    Os demais pesquisadores envolvidos são: Andrelson Wellington Rinaldi; Hugo Henrique Carline de Lima; Marcos Rogério Guilherme; Maria Eugênia Grego Llop; Murilo Pereira Moisés; Pedro Augusto Arroyo e Vanderly Janeiro.

    Prêmio Impactos Positivos

    Com patrocínio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o prêmio tem o objetivo de destacar iniciativas que fazem a diferença e que geram transformações positivas na sociedade e no meio ambiente.

    Na primeira fase, que ocorre até 6 de outubro, todos os inscritos passam por uma votação popular. Na segunda fase, que ocorre de 7 a 27 de outubro, os dez mais votados passam novamente por votação popular para decidir os três finalistas. Na terceira e última fase, novamente a votação popular decidirá os vencedores.

    Para votar na pesquisa da UEM, acesse este link.

    Prêmio Crea

    Considerado o Oscar da Sustentabilidade, o prêmio busca reconhecer trabalhos que, por meio de ações, promovam a conscientização ambiental. Dividido em sete categorias, a pesquisa concorre na categoria Produção Acadêmica, com outros dois finalistas. Os vencedores serão anunciados em solenidade no mês de novembro.

    A premiação é realizada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO), com apoio do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea – Mútua.

    Para outras informações, acesse o site do Crea.

    uem-publica-editais-de-abertura-do-vestibular-de-verao-e-do-pas
    25-09-2024
    Concursos ofertam 1.266 vagas para mais de 70 cursos de graduação da UEM; inscrições começam em 1º de outubro

    A Comissão do Vestibular Unificado (CVU) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) publicou, nesta segunda-feira (23), os editais de abertura do Vestibular de Verão e do Processo de Avaliação Seriada (PAS) 2024. Os documentos, que podem ser consultados no site da CVU e no App Vestibular UEM, reúnem informações importantes aos candidatos, como regulamento, cronograma e número de vagas dos processos seletivos.

    Também constam nos editais orientações sobre a realização das inscrições – conforme divulgado anteriormente, as inscrições vão de 1º de outubro a 5 de novembro para ambos os concursos. O pagamento da taxa de inscrição pode ser feito até 7 de novembro. Já o período para solicitação de isenção da taxa de inscrição se estende entre 1º e 10 de outubro.

    As provas do PAS serão aplicadas em 1º de dezembro, enquanto o Vestibular de Verão tem provas marcadas para 12 de janeiro de 2025. Ambos os processos seletivos ofertam vagas para ingresso em março do ano que vem, quando o calendário acadêmico da UEM voltará a coincidir com o calendário civil.

    Ao todo, os processos somam 1.266 vagas para mais de 70 cursos de graduação presenciais e gratuitos, distribuídos entre o câmpus sede da UEM, em Maringá, e outros cinco câmpus regionais – Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã e Umuarama.

    No caso do PAS, os candidatos da terceira etapa concorrem a 374 oportunidades de ingresso – 209 para ampla concorrência e 165 via política de cotas sociais, para negros e para Pessoas com Deficiência (PcD).

    Já o Vestibular de Verão totaliza 892 vagas – 489 para ampla concorrência e 403 destinadas às cotas. Para o vestibular, seguem válidas as mudanças promovidas pela CVU no ano passado. A principal delas foi a eliminação da prova de conhecimentos específicos, para que cada candidato possa se inscrever em até três opções de cursos diferentes – os cursos escolhidos não precisam ser de uma mesma área. Desde os últimos processos seletivos, a novidade tem impactado positivamente no aproveitamento das vagas oferecidas – no Vestibular de Inverno 2024, por exemplo, 99,36% das vagas tiveram candidatos aprovados.

    Além disso, tanto Vestibular de Verão quanto PAS ofertam vagas para cinco novos cursos de graduação da UEM – Engenharia Têxtil e Serviço Social, no câmpus de Maringá; e Arquitetura e Urbanismo, Engenharia de Computação e Tecnologia em Gastronomia, no Câmpus Regional de Umuarama (CAU).

    Mais informações sobre ambos os concursos estão disponíveis nos sites do Vestibular de Verão e do PAS, bem como no App Vestibular UEM. Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato com a CVU pelo telefone e WhatsApp (44) 3011-5705 ou pelos endereços de e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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