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    13-08-2024
    Alguns profissionais da Santa Casa de Maringá e do Hospital Universitário de Maringá (HUM) receberam treinamento para poderem aplicar a vacina BCG, (aquela que tradicionalmente deixava uma marca no braço) que protege os recém-nascidos contra formas graves da tuberculose, antes da alta hospitalar (normalmente o procedimento é realizado nas Unidades de Saúde e até os 30 primeiros dias de vida).

    O treinamento é feito com aulas teóricas e práticas para garantir que a criança receba a vacina o mais precocemente possível, ficando protegida logo nas primeiras semanas de vida.

    A ação atende a proposta feita pela Secretaria estadual da Saúde (Sesa) na Comissão Intergestores Bipartite do Paraná (CIB/PR) aos municípios para a implementação da vacina nas 24 maternidades de alto risco pertencentes ao Estado ou que prestam atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    Somente 13 maternidades, sendo cinco de alto risco em todo o estado já aplicavam os imunizantes na própria unidade antes dos 30 dias.

    Confira as maternidades que aplicarão a vacina BCG, antes da alta hospitalar do bebê:



    – Hospital Regional do Litoral – Paranaguá

    – Complexo do Hospital de Clínicas da UFPR – Curitiba

    – Hospital Angelina Caron – Campina Grande do Sul

    – Hospital Universitário Evangélico Mackenzie – Curitiba

    – Hospital e Maternidade Municipal de São José dos Pinhais – São José dos Pinhais

    – Hospital do Rocio – Campo Largo

    – Santa Casa de Irati – Irati

    – Hospital de Caridade São Vicente de Paulo – Guarapuava

    – Instituto Virmond – Guarapuava

    – Associação de Proteção a Maternidade e a Infância – União da Vitória

    – Hospital São Lucas – Pato Branco

    – Hospital Regional do Sudoeste Walter Alberto Pecóits – Francisco Beltrão

    – Hospital Santa Casa de Misericordia – Campo Mourão

    – Norospar – Umuarama

    – Hospital São Paulo – Cianorte

    – Santa Casa de Paranavaí – Paranavaí

    – Santa Casa de Maringá – Maringá

    – Hospital Universitário Regional de Maringá – Maringá

    – HNSG Hospital Providencia Materno Infantil – Apucarana

    – Hospital Evangélico de Londrina – Londrina

    – Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná – Londrina

    – Santa Casa de Cornélio Procópio – Cornélio Procópio

    – Hospital Bom Jesus – Ivaiporã

    – Hospital Nossa Senhora das Graças/Maternidade Mater Dei – Curitiba

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    13-08-2024
    O Paraná Faz Ciência 2024 está com edital aberto para seleção de propostas artísticas e culturais. O prazo vai até 20 de agosto.

    Para quem não sabe, a Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Paraná Faz Ciência é um evento anual, realizado com o objetivo de debater e divulgar ciência, tecnologia, inovação e educação.

    Nesta edição, o evento conta com um eixo específico para Cultura e Arte, que visa oferecer atividades artísticas e culturais aos visitantes do evento, promovendo a divulgação de
    grupos e iniciativas na área.

    Em 2024, o Paraná Faz Ciência vai ocorrer de 7 a 11 de outubro no campus seda da Universidade estadual de Maringá (UEM).

    O link do formulário destinado ao eixo Cultura e Arte está AQUI.

    Eduem
    A editora da Universidade Estadual de Maringá (Eduem) criou a coleção “Arte, cultura e linguagens”.

    Segundo a DCU, trata-se de uma proposta e conquista da Diretoria de Cultura e do Comitê Gestor Cultural. A nova série publica obras que têm como recorte temático as variadas manifestações artísticas e suas interfaces com a cultura.

    As propostas poderão ser tanto análises acadêmicas sobre a arte, cultura e suas linguagens, passando por obras que tematizem o ensino escolar e técnico da música, artes visuais, literatura, teatro, dança, cinema, comunicação e design, entre outras, chegando a obras elaboradas por artistas de diversas procedências que vejam no livro o meio privilegiado para divulgar sua criação.

    As submissões de trabalhos estão abertas. Para saber mais, e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e tel. (44) 3011-4103.

    uem-na-midia
    12-08-2024
    O estudante de doutorado em Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Vinicius Hidalgo Pedroni, vai defender, na próxima sexta-feira, dia 16 de agosto, a tese “Ensino de Libras nas Universidades Públicas: uma análise da formação inicial de professores em letras”.

    Pedroni é surdo e foi orientado pela professora Elsa Midori Shimazaki, do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPE) da UEM, com a corientação da professora a Dinéia Ghizzo Neto Fellini, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). Ele tem acompanhamento do Programa Multidisciplinar de Pesquisa e Apoio à Pessoa com Deficiência e Necessidades Educativas Especiais (Propae), da UEM.

    Resumo dos estudos

    O aluno buscou analisar as percepções de acadêmicos ouvintes em relação à formação que recebem na disciplina voltada ao ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras), além das contribuições da disciplina para a atuação posterior como docente no ensino regular. Ao longo do desenvolvimento do projeto ele entrevistou alunos do curso de licenciatura em Letras de três universidades públicas no Brasil.

    Apesar de ser um avanço, o reconhecimento da Libras como língua e a deliberação, no mesmo decreto, para que o ensino de Libras fosse oferecido obrigatoriamente em todos os cursos de licenciatura e no curso de fonoaudiologia, por ter uma carga horária pequena (60h/a,) ainda não contribui como o esperado para a apropriação da cultura surda e da língua de sinais.

    Foi constatada a carência quanto às oportunidades de vivência e contato com a cultura surda e língua de sinais, fato que impulsionaria a capacidade dos futuros professores de se comunicarem adequadamente com os surdos e compreenderem suas necessidades específicas.

    A apresentação deverá ocorrer na sala 206, Bloco I-12, de forma híbrida.

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    08-08-2024
    A professora do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual de Maringá (UEM) Lenamar Fiorese é psicóloga permanente da seleção brasileira de Ginástica Rítmica nos Jogos Olímpicos de Paris.

    Ela ajuda há 24 anos as atletas da ginástica rítmica a lidar com os desafios mentais e emocionais associados ao esporte, visando a melhoria do desempenho de toda a equipe.

    Fiorese destaca que está esperançosa com o crescimento das meninas. “A nossa expectativa foi crescendo ao longo do ciclo, em função dos resultados que fomos tendo nas etapas da Copa do Mundo e em campeonatos mundiais. O que a gente quer em Paris é apresentar as nossas séries da melhor forma, de preferência cravando as séries porque o resto é consequência. Se a gente conseguir fazer o melhor, e acredito que vamos, com certeza teremos um bom resultado”.

    Doutora em Ciência do Movimento Humano, Lenamar Fiorese também acumula duas graduações: em Psicologia e Educação Física. Como pesquisadora atua, principalmente, com temas ligados ao desenvolvimento motor e à psicologia do esporte. E na condição de psicóloga da seleção, o foco de trabalho se dá basicamente em três áreas: treinamento mental, aconselhamento e acompanhamento técnico.

    As competições da modalidade iniciaram nesta quinta-feira, 8, na Arena Porte de La Chapelle em Paris e já com feito inédito. Bárbara Domingos se classificou para a final do individual geral.

    Programação da Ginástica Rítmica

    8 de agosto: Qualificações do individual geral (5h e 10h)

    9 de agosto: Qualificações de grupo (5h) e final do individual geral (9h30)

    10 de agosto: Final do grupo geral (10h)

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    08-08-2024
    Em dezembro de 2023 o NIC Vigarista estreou nos palcos, numa apresentação no SESC Cadeião, em Londrina, com o show “Turnê mundial NIC Vigarista”. O nome era uma óbvia ironia, pois os shows ainda estavam restritos à cidade onde a banda nasceu. Mas, até prova em contrário, Londrina ainda está localizada no mundo.

    Oito meses depois a banda desembarca em Maringá, na Semana de Artes da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Agora o título megalomaníaco do show de estreia começa a ganhar sentido – 100 quilômetros de distância podem não ser nada para The Rolling Stones, mas para NIC Vigarista é uma volta ao mundo.

    O show acontece nesta sexta-feira, 9, no estacionamento da Biblioteca Central (BCE), câmpus sede da UEM, a partir das 18 horas. O show que marca a primeira viagem da “turnê mundial” do Nic Vigarista encerra a Semana de Artes da UEM e é de graça.

    A banda formada por André Azevedo (guitarra e voz), Beto Klein (baixo) e Fábio Silveira (bateria e camisa do Grêmio) se formou nos corredores do CECA (Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA), na Universidade Estadual de Londrina (UEL). O nome da banda escancara a origem: NIC é o código para o Departamento de Comunicação da UEL e para os cursos de graduação sob responsabilidade do Departamento: Jornalismo e Relações Públicas. Os três integrantes são professores do departamento.

    O repertório da banda reflete esse espírito dos NICs: três professores universitários de meia idade, que vivem uma rotina entre aulas, supermercados e farmácias. O hit “ABNT”, que viralizou depois da postagem de uma aluna, inconformada com as agruras do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), no primeiro semestre de 2024. Foram mais de 1,3 milhão de acessos no Instagram. A letra ironiza sobre as constantes mudanças nas normas que regulamentam a escrita de artigos acadêmicos e TCCs. A rotina acadêmica também aparece em “Eminente palestrinha” e “Treta de Departamento”, que dá título ao álbum lançado em março e que está disponível no spotify (https://open.spotify.com/intl-pt/album/2eRalvZExLhzxzNfRkOkcL?si=HWtdcYi4QxuS-3Y20ZXROA).

    Nic Vigarista encerra Semana de Artes da UEM
    “Treta de Departamento”, do Nic Vigarista, pode ser conferido no Spotfy Foto: Reprodução


    O tom de ironia (ou auto-ironia?) persiste em músicas como “Rivotril” (que mostra um consumidor impaciente e um tanto quanto hiponcondríaco com a lista de medicamentos, no balcão da farmácia) e “Zolpidem” (provavelmente o mesmo consumidor, depois do stress farmacêutico). O lado político, claramente anti-fascista aparece em músicas como “Tia fascista”, “Terrabolistas” e “No fundo bilionário é legal” se inspiram na distopia nossa de cada dia.

    Todas as letras e músicas são de André Azevedo, que também é o “frontman” da banda. As músicas são precedidas por uma breve explicação de Fonseca, que mineiramente conta a “história” por trás de cada uma, sempre em tom bem humorado, o que faz com que os shows sejam uma espécie de sessão de descarrego, mas garantindo o direito de rir. Afinal, parafraseando um certo barbudo, “hay que desabafar, pero sin perder la piada jamás”.

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