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    09-10-2024
    Maringá, no Noroeste do Paraná, ganha uma nova atração cultural e científica com a inauguração do Planetário Professor Carlos Alfredo Argüello, dentro do campus da Universidade Estadual de Maringá (UEM). A entrega do novo espaço aconteceu terça-feira (8), primeiro dia do Paraná Faz Ciência 2024, o maior evento científico do Estado, que acontece na instituição de ensino superior, nesta semana.

    A partir de agora, toda a comunidade poderá embarcar numa experiência única para conhecer o espaço, a história e o universo das constelações. O novo planetário possui 7 metros de diâmetro e capacidade para 35 pessoas, equipado com poltronas reclináveis e ar condicionado. Serão exibidos filmes curtos sobre astronomia, cosmologia, física e outros temas científicos.

    Até então, a UEM contava com um outro planetário, o “Circus Stellarium”, totalmente analógico. O novo conta com tecnologia de última geração. Agora, a UEM passa a ser a única universidade brasileira com dois planetários funcionais, um analógico e um digital.

    Sob a responsabilidade do Programa de Pós-Graduação em Educação para Ciência, do Programa de Educação Tutorial (PET) Física, e do Departamento de Física da UEM, o planetário é chancelado pelo Centro de Ciências Exatas (CCE). A ideia é de que o espaço moderno seja uma ferramenta importante para a formação dos estudantes e para despertar o interesse do público pela ciência. As escolas e outras instituições podem visitar o planetário a partir de agendamentos.

    PRAÇA DO CÉU - O novo planetário é a realização de um sonho de 32 anos do professor Marcos César Danhoni Neves, responsável pelo projeto. Ele explica que ainda falta a criação da Praça do Céu, que será basicamente uma releitura do observatório astronômico pré-histórico chamado Stonehenge, da Inglaterra, feito com pedras que marcam as posições dos solstícios e equinócios.

    A realização desse segundo projeto pode estar bem perto. Na inauguração do planetário, o reitor da UEM, Leandro Vanalli, anunciou que recebeu a confirmação de que já há recursos do Governo do Estado para a “Praça do Céu”. “Agora vamos apresentar o projeto para garantir mais essa obra de grande importância científica para a comunidade”, comemorou.

    POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA - Para o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, o planetário é um ambiente propício e grande instrumento de popularização da ciência. “Conhecer sobre o universo desperta a curiosidade de adultos e imaginação nas crianças. Sem dúvida nenhuma, a gente tem aqui uma importante ferramenta para a UEM mostrar como a ciência atrai e cativa, desperta a curiosidade”, afirmou Bona. “É a curiosidade que leva às perguntas e são as perguntas que levam ao conhecimento científico”, enfatizou.

    O secretário estadual da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), Alex Canziani, disse que o planetário é mais uma conquista da UEM e incentivou a população a usufruir do espaço científico e cultural. “Vale a pena os cidadão não só de Maringá, mas da região, visitar o planetário, levar os filhos, pois é sem dúvida uma imersão, é um aprendizado muito grande, deixa a pessoa extasiado”, afirmou.

    PROJETO - O novo planetário foi construído com recursos obtidos através de um edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

    O nome do novo planetário é uma homenagem ao Professor Carlos Alfredo Argüello, cientista da Unicamp falecido em 2020, aos 82 anos e orientador de mestrado do professor Danhoni. Ele foi um dos principais cientistas que ajudou a fundar o Instituto de Física da Unicamp e reconhecido como um grande educador para a ciência, indigenista, freiriano e astrônomo. Foi ainda marinheiro: atravessou o Atlântico praticamente sozinho e um barco construído por ele próprio.

    PARANÁ FAZ CIÊNCIA - Esta é a 4ª edição do Paraná Faz Ciência, esse ano será sediado pela Universidade Estadual de Maringá entre os dias 7 a 11 de outubro. A instituição está realizando a grande feira em conjunto com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti); Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI) e Fundação Araucária. Além de contar com a participação de 30 instituições paranaenses de ensino e inovação.

    A programação completa do Paraná Faz Ciência 2024 está disponível no site oficial do evento.

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    09-10-2024
    A Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico da UEM (Fadec-UEM) firmaram nesta terça-feira (8) uma parceria para a criação do Fundo Patrimonial da UEM (FunUEM), em cerimônia realizada no Bloco B33, do câmpus-sede, durante o Paraná Faz Ciência, evento estadual que ocorre nas dependências da UEM até sexta-feira (11).

    A partir de agora, o FunUEM poderá arrecadar recursos e doações de pessoas físicas ou jurídicas para serem aplicados em atividades da Universidade, assim como ocorre com outras universidades brasileiras, a exemplo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade de São Paulo (USP) e, também, as estrangeiras Harvard e Stanford, dos EUA.

    Segundo o reitor da UEM, Leandro Vanalli, a iniciativa pioneira visa fortalecer o relacionamento da Universidade com a sociedade, possibilitando a execução de ações e projetos de interesse comum.

    “Esperamos que o fundo, que terá uma gestão autônoma, seja perene ao longo da história da UEM, fundamentado nas novas possibilidades abertas devido a um arcabouço legal que regulamenta esta criação, ele vem para auxiliar a universidade. O fundo não exime a responsabilidade do Estado, pois somos uma universidade pública estadual, mas poderá, por exemplo, fortalecer projetos de permanência estudantil, auxiliar nas viagens acadêmicas, organizar eventos e subsidiar refeições no Restaurante Universitário”, explica.

    Ele também ressaltou que as regras do fundo não serão criadas pela universidade. “O fundo terá seu próprio Conselho de Administração com membros da UEM e comunidade externa e vai prestar contas aos órgãos de controle sob a supervisão da Fadec-UEM. A ideia é que o fundo venha para ajudar a UEM. Se ele tiver muitos recursos, como outros fundos criados no Brasil e no mundo, vamos poder fazer muitos projetos”, afirma.

    O primeiro doador do FunUEM foi o presidente da Fadec-UEM, Ricardo Ribeiro, que doou simbolicamente um cheque, durante a solenidade de lançamento. “Este é um momento especial de lançamento do Fundo. Convido a todos, tendo ou não uma relação com a Universidade, como a de ex-alunos, que, se puderem, colaborem. O fundo foi criado para que egressos tenham uma forma de retribuir, mas é aberto a todos que tenham alguma identidade ou gratidão pela UEM", destaca. O reitor da UEM foi o segundo doador do Fundo Patrimonial da UEM.

    “É uma iniciativa importante que espero que as outras universidades a considerem, já que é uma oportunidade para aqueles que tiveram suas vidas transformadas pela UEM e querem retribuir em um gesto de reconhecimento e de gratidão, a fim de que a Universidade possa ajudar mais pessoas a vencer, assim como elas conseguiram”, diz o secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona. “Esse modelo existe no mundo inteiro e responde por grande parte dos recursos de orçamentos de universidades".

    Ao final da cerimônia, um vídeo sobre a criação do FunUEM, organizado pela Fadec-UEM, foi exibido para que os diretores, coordenadores de área e professores tivessem a dimensão e compreensão do novo instrumento de financiamento criado para o desenvolvimento da instituição. Também estavam presentes na tribuna de honra da cerimônia a vice-reitora da UEM, Gisele Mendes; a representante do Conselho de Administração da UEM (CAD), Neusa Altoé; e o diretor do Centro Ciências Agrárias (CCA), Carlos Alberto de Bastos Andrade.

    Para obter mais informações sobre o Fundo Patrimonial da UEM e saber como doar acesse o site oficial da Fadec-UEM (www.fadec.org.br)

    FUNUEM – A criação do fundo é regulamentada pela Resolução nº 282/2023-CAD e reforça o compromisso da UEM com a excelência acadêmica e a inovação sustentável. O Fundo Patrimonial vai preservar o capital doado e utilizará os rendimentos gerados por investimentos para apoiar projetos estratégicos da UEM. Entre os benefícios estão o oferecimento de bolsas de estudo, a modernização de laboratórios e o fomento à pesquisa científica e tecnológica.

    O regulamento do fundo, aprovado em julho de 2024 pelo Ministério Público, estabelece uma governança sólida, com estratégias de investimento que equilibram risco e retorno, visando preservar o capital inicial e maximizar os rendimentos. Além de assegurar a expansão da infraestrutura acadêmica, o fundo contribuirá para incentivar o empreendedorismo e promover intercâmbios internacionais, gerando impactos positivos não apenas na universidade, mas em toda a comunidade regional.

    A expectativa é que, com o tempo, o fundo cresça significativamente, por meio de doações de ex-alunos, parcerias com o setor privado e colaborações internacionais.

    O FunUEM representa um compromisso de longo prazo com a excelência acadêmica e o desenvolvimento sustentável da UEM, garantindo que a instituição continue a desempenhar um papel de liderança no cenário científico e tecnológico, tanto no Brasil quanto no Exterior.

    FADEC-UEM – A Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico da UEM (Fadec-UEM) segue as diretrizes da Lei Federal nº 13.800/2019 e da Lei Estadual nº 20.537/2021, que regulamentam a relação entre Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) e as Fundações de Apoio no Paraná.

    FUNDO PATRIMONIAL – Seu principal mecanismo de funcionamento é simples: o capital doado (o principal) é preservado, enquanto os rendimentos gerados pelos investimentos desse capital são utilizados para apoiar atividades estratégicas da universidade, como bolsas de estudo, modernização de laboratórios e fomento à pesquisa científica e tecnológica.

    semana-parana-faz-ciencia-comeca-com-anuncio-de-r-30-milhoes-e-nova-rede-de-pesquisa
    08-10-2024
    Com o objetivo de popularizar a ciência por meio de diversas atividades que envolvem toda a comunidade científica e a sociedade, a Semana Paraná Faz Ciência já começou. A cerimônia de abertura foi nesta segunda-feira (07), no Teatro Calil Haddad, em Maringá. O evento será realizado até 11 de outubro no câmpus da Universidade Estadual de Maringá (UEM), como parte da 21ª Semana Nacional da Ciência e Tecnologia (SNCT 2024).

    A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), a Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), a Fundação Araucária (FA) e a UEM. A solenidade de abertura contou com a presença de autoridades municipais, estaduais e federais, incluindo os principais atores da comunidade científica, e foi marcada por um anúncio de investimento de R$ 30 milhões em redes e núcleos de pesquisa e implementação da “Rede Paraná Faz Ciência”.

    O encontro reúne estudantes, professores, pesquisadores, profissionais de diversas áreas e o público em geral interessado em ciência, cultura, tecnologia e sustentabilidade. A expectativa é que 35 mil pessoas, incluindo 10 mil alunos do ensino fundamental e médio, participem da programação. As atividades englobam debates, palestras, workshops, visitas técnicas, oficinas práticas, mostra de profissões, exposições de projetos científicos e apresentações culturais.

    A programação está dividida em seis eixos temáticos: Cultura, Diversidade, Saberes, Inovação e Sustentabilidade; Mostra Interativa de Ciência, Tecnologia e Inovação; Visitas Técnicas; Oficinas; Cultura e Arte; Eventos Acadêmicos.

    “O Governo do Estado desenvolve diversas ações para promover a popularização da ciência e uma delas é o Paraná Faz Ciência. Parcerias e trabalho conjunto são prioridades que fazem com que possamos entender a real necessidade de cada área da ciência, tecnologia e inovação, e a partir disso, obter êxito com iniciativas acertadas e efetivas”, destacou o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.

    “Neste evento estão reunidas as melhores ações e competências para mostrar o quanto o Paraná investe e se desenvolve em CT&I. É o compromisso com a ciência e com a sociedade, é o estímulo e mobilização de ações benéficas voltadas à população”, disse o secretário da Inovação, Modernização e Transformação Digital, Alex Canziani.

    “Será uma honra receber estudantes, professores, a população em geral e toda a comunidade científica nesta semana, que será de troca e produção de conhecimento. Sintam-se à vontade para desfrutar de todas atividades disponibilizadas no Encontro e divulguem as ações expostas para que mais pessoas possam ter a oportunidade de conhecê-las”, convidou o reitor da UEM, Leandro Vanalli.

    NOVA PARCERIA E GRANDE ANÚNCIO – Na abertura da Semana Paraná Faz Ciência foi assinado um termo de cooperação técnica entre o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Fundação Araucária. Esse termo tem como objetivo a implementação de uma rede de divulgação e popularização científica denominada “Rede Paraná Faz Ciência”, a exemplo do que o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação Paraná Faz Ciência já promove.

    “Dentro da ideia da literacia da ciência, que é evidenciada na Semana Paraná Faz Ciência, a assinatura deste acordo com o MCTI comprova o quanto o Paraná tem se destacado no desenvolvimento e evolução da pesquisa e da inovação no Estado. É mais uma iniciativa apresentada neste encontro que tem como um dos principais objetivos tornar público os investimentos em CT&I e mostrar o quanto esses recursos podem ser revertidos em riqueza e bem-estar à sociedade”, afirmou o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa.

    Outra iniciativa também se destacou na noite: o anúncio do lançamento da chamada pública de pesquisa básica (universal). Esse edital possui como uma das suas prioridades o impulsionamento das Instituições Científicas e de Inovação Tecnológica (ICTs) do Paraná e consolidação de redes e núcleos de pesquisa. A chamada pública é uma parceria entre a Araucária e a Seti e engloba o recurso de R$ 30 milhões.

    “O Paraná, neste momento, é destaque na ciência no Brasil. Além disso, o Estado não mede esforços para angariar parcerias e investimentos para a CT&I, exemplo disso é o acordo que acabamos de assinar com a Araucária. Para o MCTI é um orgulho fazer parte disso e aproveito a oportunidade para parabenizar a todos os envolvidos na organização desta iniciativa que é a Semana Paraná Faz Ciência”, ressaltou o secretário de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Inácio Arruda.

    LIVRO E PRIME – A solenidade de abertura também contou com o lançamento do livro “Integração Entre Teoria e Prática: o caso do programa Restec no estado do Paraná", do Programa de Residência Técnica em Gestão Pública, organizado pela professora Eliane Rauski que também é coordenadora dessa Restec. Por fim, foram anunciados os finalistas do Prime 2024 que receberam R$ 200 mil cada para investir no desenvolvimento de suas pesquisas.

    Confira a programação da Semana em https://paranafazciencia.uem.br/.

    qualidade-das-universidades-estaduais-e-destaque-em-mais-um-ranking-internacional
    03-10-2024
    As universidades estaduais de Maringá (UEM), de Londrina (UEL), de Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro) estão mais uma vez entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil. É o que aponta a nova edição de um ranking universitário, divulgado nesta quinta-feira (3) pela empresa britânica Quacquarelli Symonds (QS), especializada em consultoria educacional e classificações acadêmicas. O levantamento abrange 437 universidades de 23 países da América Latina e Caribe, sendo 96 instituições do Brasil.

    Com duas classificações no top 50 do ranking, as universidades ligadas ao Governo do Paraná mantiveram posições de destaque no ensino superior do bloco latino-americano, reconhecidas pela qualidade acadêmica e excelência em pesquisa. Neste ano, as estaduais paranaenses obtiveram melhores resultados em praticamente todos os critérios avaliados pelo ranking, principalmente nos aspectos referentes à capacidade de produção de conhecimento, por meio das atividades de pesquisa.

    A UEM figura como a 27ª instituição de ensino superior mais bem avaliada entre as brasileiras, seguida pela UEL e UEPG nas posições 34 e 56, respectivamente. No estrato regional da América Latina, as três estaduais estão nas posições 101, 119 e na faixa 201-250, nessa ordem. A Unioeste conquistou uma posição no desempenho geral, saltando do 59º para o 58º lugar nacional do ranking e se mantendo na faixa 201-250 das universidades latino-americanas. Na sequência, a Unicentro ocupa a posição 82 entre as brasileiras e a faixa 301-350 da esfera regional.

    O reitor da UEM, Leandro Vanalli, destaca o reconhecimento da universidade em rankings que medem sua influência na sociedade, na produção científica e na formação de estudantes. "A UEM se posiciona muito bem em nível estadual, nacional e internacional em rankings que avaliam a influência da universidade na sociedade, na produção científica e na formação dos estudantes”, afirma. “O bom desempenho da UEM é resultado de investimentos no ensino superior e da qualidade dos servidores e estudantes que estão sempre em busca da excelência acadêmica".

    Os resultados desse ranking da Quacquarelli Symonds refletem o comprometimento das universidades estaduais do Paraná com a educação e a pesquisa de qualidade, e confirmam a capacidade de inovação das instituições. Considerada uma das principais classificações internacionais do ensino superior, o levantamento contempla critérios abrangentes, como a reputação acadêmica, o impacto da pesquisa e a proporção entre professores e estudantes e a percepção da empregabilidade dos profissionais egressos.

    Segundo a metodologia, as instituições são avaliadas com base em oito quesitos: reputação acadêmica, que mede a percepção das universidades entre especialistas; artigos e citações por professor, que indicam a produção e o impacto da pesquisa; proporção entre alunos e docentes, que reflete o suporte ao aprendizado; porcentagem de professores com doutorado, que avalia a qualificação do corpo docente; internacionalização da pesquisa, que considera colaborações acadêmicas; impacto na web, que mede a visibilidade online; e reputação do empregador, que reflete as habilidades e competências dos profissionais graduados.

    OUTRAS INSTITUIÇÕES – Além das estaduais, outras instituições públicas de ensino superior também estão no ranking, como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), classificada em 12º lugar nacional; a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), na posição 36; e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná (IFPR), na 53ª colocação. A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), ocupa a 21ª posição, entre as brasileiras.

    REFERÊNCIA – A cada ano, essa classificação auxilia estudantes de ensino médio na decisão pelas universidades mais bem avaliadas. Fundada em 1990, a Quacquarelli Symonds também organiza feiras de educação e fornece informações sobre cursos e programas acadêmicos, para além da realização de análises de instituições de ensino superior ao redor do globo. A empresa conta com escritórios em vários continentes, como Singapura, no Sudeste da Ásia; Nova Délhi, na Índia; Bangalore, na Índia; e São Paulo, no Brasil.

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    01-10-2024
    Estão abertas as inscrições para o Vestibular de Verão e o Processo de Avaliação Seriada (PAS) 2024 da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Os vestibulandos podem efetuar inscrição por meio do site da Comissão do Vestibular Unificado (CVU) ou do App Vestibular UEM, até o dia 5 de novembro.

    Para se inscrever, basta acessar o site ou o aplicativo, selecionar o concurso desejado e prosseguir com o preenchimento do formulário de inscrição. Mais orientações estão disponíveis nos editais de abertura dos concursos e nos manuais do candidato do Vestibular de Verão e do PAS 2024, publicados nesta terça-feira (1º) pela CVU.

    Em ambos os processos seletivos, o prazo para pagamento da taxa de inscrição vai até 7 de novembro. O período para solicitação de isenção da taxa, também aberto nesta terça-feira (1º), se estende até o dia 10 de outubro - podem solicitar o não pagamento da taxa de inscrição candidatos regularmente registrados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e membros de famílias com renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa.

    Já a divulgação do edital com a relação de inscrições homologadas e não homologadas ocorre a partir de 12 de novembro.

    Ao todo, os processos somam 1.266 vagas para mais de 70 cursos de graduação presenciais e gratuitos da UEM, distribuídos entre o câmpus sede, em Maringá, e outros cinco câmpus regionais da instituição - Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã e Umuarama. Ambos os concursos preveem o ingresso dos aprovados em março do ano que vem, quando o calendário acadêmico da UEM voltará a coincidir com o calendário civil.

    Outra novidade é que tanto Vestibular de Verão quanto PAS ofertam vagas para cinco novos cursos de graduação da UEM - Engenharia Têxtil e Serviço Social, no câmpus de Maringá; e Arquitetura e Urbanismo, Engenharia de Computação e Tecnologia em Gastronomia, no Câmpus Regional de Umuarama (CAU). Recém-aprovadas, as novas graduações receberão estudantes pela primeira vez.

    PAS – As provas do PAS serão aplicadas em 1º de dezembro, em Maringá e em mais dez cidades paranaenses – Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Goioerê, Ivaiporã, Loanda, Londrina, Paranavaí e Umuarama.

    Participam do PAS estudantes de ensino médio de escolas públicas ou privadas cadastradas junto à UEM. A avaliação ocorre de forma seriada: ao final de cada ano do ensino médio, os estudantes realizam uma prova que contempla conteúdos específicos da série em que estão matriculados. O desempenho obtido em cada prova é acumulado e determina o escore final do estudante no processo.

    Neste ano, os candidatos à terceira etapa do PAS concorrem a 374 oportunidades de ingresso – 209 para ampla concorrência e 165 via política de cotas sociais, para negros e para Pessoas com Deficiência (PcD).

    VESTIBULAR DE VERÃO – O Vestibular de Verão 2024 oferta 892 vagas de graduação – 489 para ampla concorrência e 403 destinadas às cotas. A prova está marcada para 12 de janeiro de 2025, com aplicações nas cidades de Maringá, Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Curitiba, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí, Ponta Grossa e Umuarama.

    Para o vestibular, seguem válidas as mudanças promovidas pela CVU no ano passado. A principal delas foi a eliminação da prova de conhecimentos específicos, para que cada candidato possa se inscrever em até três opções de cursos diferentes - os cursos escolhidos não precisam ser de uma mesma área.

    Outras alterações dizem respeito à pontuação da prova. A redação passou a valer 120 pontos, e alguns itens que zeravam a redação foram retirados. Além disso, o candidato que não pontuar nas questões objetivas ainda assim terá seu texto avaliado. A desclassificação automática só ocorrerá em caso de falta ou nota zero na redação.

    Mais informações sobre ambos os concursos estão disponíveis nos sites do Vestibular de Verão e do PAS, bem como no App Vestibular UEM. Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato com a CVU pelo telefone e WhatsApp (44) 3011-5705 ou pelos endereços de e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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