27-09-2023
    Desde o dia 29 de agosto, os vestibulandos podem se inscrever no Vestibular de Verão da Universidade Estadual de Maringá (UEM), por meio do site da instituição (www.cvu.uem.br). O prazo máximo para o pagamento de R$ 177 da taxa de inscrição é até o dia 11 de outubro, sendo que dois dias antes se encerra o período de inscrições. No dia 10 de novembro os candidatos vão conhecer os locais e as provas serão realizadas no dia 10 de dezembro.

    O coordenador da Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU) da UEM, Ednei Aparecido Santulo Júnior, explica que historicamente o número de candidatos no vestibular de verão é menor que no do inverno e entende que é cedo confirmar uma estimativa de inscritos. “Pode ser que passe de 10 mil, pode ser que fique abaixo, nós vamos esperar”.

    Santulo Júnior acredita que muitos alunos estão aguardando o resultado do vestibular de inverno para poderem se inscrever nesse vestibular de verão, já que a escolha do curso muitas vezes depende da divulgação das notas. Quanto às mudanças que foram aplicadas no último vestibular, ele salienta que continuam valendo para esse próximo vestibular. “O candidato vai continuar podendo optar por três opções de cursos no momento da inscrição. A prova com isso não tem mais parte de conhecimentos específicos, praticamente a mesma prova de questões objetivas para todo mundo, só muda a língua estrangeira”.

    Outras alterações que continuam em vigor são as cotas para negros em que os pedidos podem ser feitos entre a realização da prova e a divulgação do resultado. A redação permanece valendo 120 pontos e com menores riscos de os alunos zerarem o quesito. “Se o candidato não tivesse um desempenho linguístico ele zerava tudo. As questões mais técnicas de correção que zeravam a redação, elas não zeram mais”, explica o coordenador da CVU.

    Vale ressaltar que os candidatos devem se atentar aos prazos e também aos dados na hora da inscrição. Mesmo que a pessoa tenha errado em algum preenchimento ela pode até a data de fechamento das inscrições alterar em caso de erros digitados no cadastro ou de algum documento anexado erroneamente. Os estudantes poderão também a partir de 10 de novembro acompanhar o mapa com a localização exata da sala em que vai ser a prova por meio do site da UEM.

    “O que a gente sempre pede é verificar nesse período de um mês que antecede a prova o trajeto que cada candidato vai fazer, o horário que vai sair de casa. A partir de 13h20 os blocos de realização das provas são abertos. O candidato chegar com bastante antecedência porque 13h50 as portas dos blocos vão ser fechadas e o candidato não vai poder adentrar a sala e vai ficar impedido de fazer a prova”, enfatiza Santulio Júnior.

    Os candidatos devem levar ao local de prova, uma caneta de corpo transparente e tinta azul, lápis grafite e borracha. As exceções devem ser solicitadas com antecedência caso haja alguma necessidade especial. Os candidatos que forem utilizar o nome social precisam enviar por e-mail a solicitação e apresentar o documento com foto.

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    05-10-2023
    A unidade móvel do Hemocentro Regional de Maringá (HUM) fez coleta de sangue e cadastrou pessoas interessadas em tornar-se doadoras de medula óssea nesta quinta-feira, 5, nas proximidades do Restaurante Universitário (RU), no campus sede da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Participaram das atividades agentes universitários, estudantes e docentes. A vice-reitora da UEM, Gisele Mendes, participou do evento e fez doação de sangue.

    A atividade faz parte de um projeto mais amplo que é o “UEM em Movimento” da Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários (PRH) e a Diretoria de Assuntos Comunitários (DCT). No ônibus também foi possível fazer cadastro para se tornar doador de medula óssea.

    Gisele Mendes participou como todos: pegou sua senha e teve que esperar sua vez para fazer doação. Ela disse que é doadora de carteirinha e falou sobre o projeto. “isso significa salvação de vidas, nosso Hemocentro tem uma campanha linda, tem uma estrutura maravilhosa com esse ônibus, que está vindo hoje aqui, no RU da UEM, especialmente para poder coletar o seu sangue. A comunidade universitária está toda interagindo, está toda interconectada nessa doação, então vir com o ônibus até aqui é provocar os estudantes, os nossos agentes universitários e os nossos docentes a fazerem a doação que muitas vezes não sabem que é tão fácil fazer. Já doei, foi muito importante, a gente se sente bem fazendo isso, não custa nada, é coisa boa e salva-vidas”.

    Juarez Antônio dos Santos, que trabalha no Departamento de Engenharia Civil (DEC) da UEM, é doador há 24 anos, disse que “se torna uma coisa muito fácil, porque a gente está trabalhando, não precisa se deslocar, para sair até o Hemocentro, e é bem tranquilo, vou sair daqui e já vou voltar a trabalhar, então é assim superprático, superlegal, o pessoal aqui é bem legal também, estou bem feliz, porque você sai assim com aquele sentimento de ter colaborado, ajudado as pessoas e isso que é importante”.

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    06-10-2023
    Em ranking internacional, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) figura na 26ª posição como a melhor instituição de ensino superior do Brasil; e está entre as 100 melhores da América Latina e Caribe. Os dados são da consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS).

    A instituição maringaense subiu dez posições em comparação com a edição anterior do levantamento. Ao todo, na 13ª edição a QS avaliou 430 universidades públicas e privadas de 25 países diferentes.

    “Esse resultado demonstra que as ações da universidade estão alinhadas com as demandas da sociedade. A atuação da UEM, por meio dos câmpus e dos cursos, mostra que o investimento no ensino superior, na ciência e na tecnologia impulsiona o desenvolvimento regional”, afirma o reitor da UEM, professor Leandro Vanalli, via AEN-PR.

    Além da UEM, mais quatro instituições de ensino superior públicas estaduais foram classificadas pela consultoria. A Universidade Estadual de Londrina (UEL) ficou posicionada na 30ª colocação nacional e na 111ª posição entre todos os países; a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) figurou na 48ª posição entre as instituições brasileiras e na faixa 161-170 das instituições avaliadas; a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) é a 59ª universidade brasileira no ranking e está na faixa 201-250, e a Universidade do Centro-Oeste (Unicentro) está situada nas colocações 72 e na faixa 201-250.

    Outras
    Entre outras instituições paranaenses bem avaliadas pelo QS World University Rankings: Latin America & The Caribbean 2024, estão a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Na América Latina e Caribe, a UFPR figura na 37ª posição e a PUCPR na 90ª. No âmbito nacional, estão nas 12ª e 22ª posições, respectivamente, com um melhor desempenho comparado à edição anterior da pesquisa.

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    27-10-2023
    Morreu na manhã desta sexta-feira, 27, em um hospital em Curitiba, onde estava internado em decorrência de complicações de um câncer, o professor Manoel Jacó Garcia Gimenes, que foi vice-reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e teve papel relevante no processo de gratuidade nas universidades estaduais e na instalação do Hospital Universitário. Junto com o reitor Fernando Ponte de Sousa, Jacó compôs a primeira chapa eleita democraticamente na UEM.

    O velório acontece neste sábado, 28, a partir das 7 horas no Salão Nobre do Cemitério Parque. A cerimônia de despedida será às 17 horas no Crematório Angelus.

    O professor Jacó teve um trabalho muito importante também na área do turismo. Junto com Vande Pille, ele fundou a Rede de Turismo Regional (Retur), definiu pratos típicos para cada município da região e foi o grande divulgador do chamado Corredor das Águas.

    Seu trabalho na área do turismo lhe rendeu altos cargos no governo do Estado.

    Ao longo da vida, recebeu dezenas de homenagens, incluindo o título de Cidadão Benemérito do Paraná, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado e entregue, em Maringá, em maio de 2008.

    Jacó Gimenes nasceu em Franca, São Paulo, e tinha 70 anos. Em 1969, com a notícia da criação da UEM, transferiu residência em 2 de dezembro para a cidade de Maringá. Em 1971, ingressou na UEM no curso superior em Licenciatura em Química, integrando a primeira turma. A formatura ocorreu em dezembro de 1974 e Jacó foi o orador da turma. Em maio de 1975, iniciou a carreira como docente na universidade, onde exerceu os cargos de chefe de Departamento de Química, diretor do Centro de Ciências Exatas, pró-reitor de Ensino e Pesquisa (1982 e 1983) e de vice-reitor (1986 a 1990). Desde março deste ano, fazia parte do Conselho de Integração Universidade-Comunidade (CUC).

    Amigos se manifestam nas redes
    Desde cedo, vários amigos estão postando nas redes sociais mensagens lamentando a morte do professor Jacó. O ex-reitor da UEM Fernando Ponte de Sousa, que formou a Reitoria com Jacó Gimenes no final da década de 1980 e início da de 90, falou do compromisso de seu amigo com a universidade:

    “Devemos ao professor Jacó seu entusiasmo e participação nos melhores e mais bonitos sonhos sobre a UEM.
    Como companheiro de gestão da chapa Universidade Democrática, trabalhamos intensamente por estes sonhos.
    Me apoiou integralmente nos esforços pela gratuidade, iniciando com a proposta de congelamento das mensalidades , já em 1986, como ato político administrativo que levei ao Conselho de Administração para abrir caminho à gratuidade, isto antes da promulgação da Constituição de 1988 que finalmente oficializou o que iniciamos; participou apoiando os nossos esforços pela criação do Hospital Universitário e, prontamente, entendeu e tomou como tarefa importante a consagração da UEM como instituição regional.
    Seu compromisso com a UEM, desde muito jovem, ainda numa conjuntura muito difícil, o faz merecedor da melhor homenagem, ser reconhecido pelo mérito valioso, o de querer o melhor para todos e todas”.

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    29-10-2023
    O curso de Educação Física, o primeiro a ser criado após a instalação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e um dos mais antigos do Brasil, está completando 50 anos em 2023. Neste meio século, o Departamento já formou mais de 3 mil professores e profissionais de Educação Física, além de mais de uma centena de mestres e doutores.



    O Departamento de Educação Física é o mais extensionista da UEM, com múltiplos projetos que atendem todas as idades. Mais de mil pessoas da comunidade maringaense se beneficiam semanalmente dos projetos de extensão e prestação de serviços, como academia, piscina, ginástica, diferentes tipos de lutas, ludoteca, esportes de quadra e futebol. Além disto, o Departamento está presente na Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati) e no Centro de Referência Paralímpico, com ações voltadas a pessoas com algum tipo de deficiência.





    Conceituado, mas sem estrutura


    Mas, nem sempre foi assim. O curso que deu início à criação de um centro de cursos da área de saúde foi criado sem qualquer estrutura. “Tinha 12 professores muito dispostos a fazer a Educação Física acontecer e os primeiros alunos que não mediam esforços para superar as dificuldades”, diz o professor Jair Henrique Alves, um dos fundadores do curso e primeiro diretor do Departamento.

    Na primeira turma do curso estavam alguns alunos que fizeram história nos esportes, como o corredor Vicente Pimentel Dias, que por muitos anos era o cara a ser batido nas corridas de rua do Paraná, e Amilcar Machado Profeta, que foi secretário de Esportes na administração João Paulino e depois fez história como gestor na Secretaria dos Esportes do Estado de Rondônia.



    “Não tínhamos estrutura, mas tínhamos a boa vontade dos professores e dos alunos. Acho que dali saiu uma das melhores gerações de professores de Educação Física que Maringá já teve”, diz Profeta, orgulhoso de ter sido o representante da primeira turma durante todo o curso e orador na formatura, em 1975.





    Natação em cima da mesa


    O curso de Educação Física das universidades estaduais de Maringá e Londrina (UEL) foram dos primeiros do Brasil fora das capitais. O da UEM, por exemplo, atraiu jovens de boa parte do Estado que buscavam formação para lecionar nos colégios estaduais.



    “Tínhamos um curso que era novidade, um curso que era atraente, tínhamos alunos muito interessados se mudando para Maringá vindos de diferentes regiões, tínhamos 12 ‘professores fundadores’, mas não tínhamos estrutura nenhuma além da sala de aula”, conta Jair Henrique. “E Educação Física é o curso que acontece fora da sala de aula”.



    Os alunos das primeiras turmas eram todos pessoas que já vinham do esporte e cada um conhecia bem pelo menos uma modalidade esportiva. Estavam na faculdade para conhecer os fundamentos, mas tinham pouca chance de aprender na prática o funcionamento de outras modalidades.



    “O professor ficava gesticulando para tentar fazer o aluno entender como devia fazer o arremesso de uma bola à cesta do basquete, qual a posição do punho na hora de cortar uma bola no vôlei ou como pegar o máximo impulso numa prova de 100 metros rasos ou como fazer um salto com vara. O aluno tinha que usar a imaginação e se sentir fazendo o que o professor tentava explicar”, contava sempre nas rodas de amigos o professor aposentado Otávio Dias Chaves Júnior, o Cambará, uma lenda do basquete maringaense, que aceitou o desafio de ensinar teorias nos primeiros dias da Educação Física da UEM. Cambará morreu em julho deste ano, mas suas histórias ficarão para sempre.



    A imagem de um professor deitado sobre uma mesa, cercado por atenciosos alunos, dando braçadas, respiração ofegante e vigorosos movimentos de pernas ficou famosa, correu mundo e mudou tudo no Curso de Educação Física de Maringá.



    A reportagem da TV Cultura (hoje RPC) foi uma armação dos professores para obrigar a universidade e o governo do Estado a oferecerem o mínimo de estrutura para as aulas práticas. No dia seguinte, as aulas passaram a acontecer em clubes sociais, centros esportivos ou onde quer que houve quadra esportiva e piscina.



    Homenagens na Câmara


    Estas e outras histórias foram lembradas na sessão de quinta-feira, 26, da Câmara Municipal, quando por iniciativa dos vereadores Mário Verri (PT), Ana Lúcia Rodrigues (PDT) e Manoel Álvares Sobrinho (PL), foi concedido o título de Mérito Comunitário ao Departamento de Educação Física da UEM e do Brasão do Municípío ao diretor do departamento, professor doutor Ademar Avelar de Almeida Júnior.

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